O Programa de Educação Tutorial em Engenharia de Alimentos (PET Engenharia de Alimentos) promoverá no próximo domingo (28/5) a 6ª edição do EnsinaPET. Com o tema “Pescados”, o evento ocorrerá das 9h às 12h na Praça Dr. Augusto Silva, em Lavras/MG.
Com o objetivo de orientar a comunidade sobre temas relacionados à área de Tecnologia e Engenharia de Alimentos, esta edição do projeto contará com a parceria do Núcleo de Estudos em Pescados (Nepesca) e irá passar informações sobre os benefícios dos pescados, o que avaliar no momento da compra, entre outras dicas para os presentes.
Durante as atividades serão distribuídas cartilhas informativas para o público e alguns tópicos serão demonstrados de forma prática. O projeto ocorre em alguns domingos ao longo do semestre e a cada edição é abordado um assunto diferente.
Da esq. p/ a dir.: Gilberto Afonso da Cruz, funcionário do Haras El Far (Lavras/MG); Gabriela Souza, graduanda em Medicina Veterinária da UFLA; professora Raquel do DZO e Flávio Nascimento, funcionário do Haras El Far. O grupo está ao lado de “Ábia El Far”, égua da raça Mangalarga Marchador.
A última terça-feira (23/5) foi dia de comemoração no Setor de Equideocultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (DZO/UFLA). Chegou ao local a égua “Ábia El Far”, para integrar o plantel didático do Setor, que encontra-se em processo de estruturação . O animal é da raça Mangalarga Marchador, que tem como berço a região sul-mineira.
A égua era de propriedade do Haras El Far, e a doação à UFLA foi feita por Magdi Shaat, com intermediação do Núcleo Mangalarga Marchador do Alto Rio Grande, atualmente presidido por Célio Júnior Ferreira de Souza, e pelo Núcleo de Estudos em Equideocultura da UFLA (Nequi), orientado pela professora do DZO Raquel Moura. De acordo com a professora, “Ábia” já chegou auxiliando na melhoria das aulas de graduação, pois foi buscada durante a aula prática da disciplina GZO 140 (Equideocultura). “Ela possui um pedigree invejável, sendo filha de campeões da raça, e está prenha do garanhão Quebranto do Recanto Alegre”, conta.
Raquel informa, ainda, que o DZO entrará em contato com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador para verificar a possibilidade de a UFLA se tornar um criatório da raça. Isso permitirá que os alunos possam vivenciar as práticas para registro genealógico, treinamento e apresentação de animais em eventos oficiais. “Gostaria de deixar registrados nossos sinceros agradecimentos aos criadores do Núcleo MM em Lavras que apoiaram essa ação, e aos alunos do Nequi, que se empenharam para que pudéssemos novamente ter um mangalarga marchador na UFLA!”
Informações enviadas pela professora Raquel Moura.
O trabalho do arqueólogo desperta a curiosidade de muitas pessoas, e a comunidade da UFLA e da região pôde aprender sobre isso durante o curso de extensão “Introdução à Arqueologia e Educação Patrimonial”, realizado na Universidade entre os dias 22 e 25 de maio. O professor Leandro Mageste, da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), abordou desde aspectos teóricos do campo da arqueologia à análise de material arqueológico encontrado na região Sul de Minas e pertencente ao acervo do Museu Bi Moreira.
No primeiro dia, Leandro falou sobre conceitos básicos da Arqueologia, ciência que estuda os grupos humanos a partir dos vestígios das coisas que foram produzidas e manipuladas, tentando entender como viveram. Os espaços que contêm indícios de populações humanas são os sítios arqueológicos, estudados pelos profissionais da área. O material arqueológico como fonte de pesquisa e a relação da Arqueologia com outras disciplinas foram temas dos demais módulos.
O material estudado no último dia constituiu-se de fragmentos de cerâmica encontrados na região de Perdões durante a década de 90 e doados ao Museu Bi Moreira. Os participantes tiveram que identificar diferentes técnicas e padrões de manufatura da cerâmica, separá-los e catalogá-los. “Esta foi uma oportunidade de os alunos experimentarem o trabalho do arqueólogo por um dia”, comentou o professor Leandro. Segundo ele, os objetos são da população indígena que habitou a região há 800 anos e a análise reforça a vocação social de trazer à tona a história dos índios, população que tem sido esquecida.
O curso, ministrado no Centro de Treinamento da Faepe e Museu Bi Moreira, teve 47 inscritos de cursos e programas de pós-graduação da UFLA, além de membros da comunidade lavrense e de Nepomuceno e visitantes espontâneos. A iniciativa foi da Coordenadoria de Museus e Patrimônio Histórico da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec) e Programa de Educação em Solos (Peds). “Os museus são um local pertinente para o armazenamento e a exposição à comunidade. O curso de extensão demonstrou como o material passa por todo o processo de Arqueologia para, então, ser exposto com sua contextualização em um museu. Além disso, o curso aproximou essa ciência e os museus da comunidade”, diz Patrícia Muniz, coordenadora de Museus e Patrimônio Histórico da UFLA. Ela também ressaltou que o material do acervo também está disponível para pesquisadores.
De acordo com a participante do Peds, doutoranda em Ciência dos Solos Maíra Akemi Toma, há uma parceria entre esse núcleo de estudos e os museus da UFLA para auxiliar a conservação dos acervos de Mineralogia e Pedologia. “O objetivo do Peds é a educação e o curso trouxe essa educação patrimonial”, afirmou.
Sobre o ministrante
O professor Leandro Mageste é bacharel e licenciado em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); mestre em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP); e doutor em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP). Professor-assistente do Colegiado de Arqueologia e Preservação Patrimonial da Univasf, tem atuação na áreas de Teoria Arqueológica, Arqueologia Brasileira, Etno-história, História Indígena, Patrimônio Cultural e Museologia.
Nessa quarta-feira (24/5), foi dia de falar sobre solidariedade na Universidade Federal de Lavras (UFLA). Com um bate-papo descontraído no Centro de convivência da Universidade, os estudantes puderam esclarecer suas dúvidas sobre doação de sangue e medula óssea com o médico hematologista responsável pelo Posto Avançado de Coleta Externa (Pace) da Hemominas em Lavras, Luciano Carvalho Campos, e o captador Luiz Gustavo Pereira.
A ação foi realizada pelo projeto Minuto da Saúde, iniciativa que une a Coordenadoria de Saúde (Praec) e o Departamento de Ciências da Saúde (DSA), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e da Diretoria de Comunicação da UFLA (Dcom). Essa foi a quarta ação do projeto neste ano para conscientizar os estudantes e a comunidade em geral sobre temas importantes relativos à saúde. A primeira realizada na UFLA pela equipe foi uma roda de conversa sobre DSTs e sexo seguro; a segunda atividade envolveu o tema “doenças mentais” e a terceira foi sobre leishmaniose tegumentar e hanseníase, realizada no centro de Lavras.
A estudante de Medicina da UFLA Giovana Baptista Caldas está à procura de um doador compatível.
Entre os participantes da roda de conversa, três foram protagonistas de histórias reais: Amanda Nazaré de Abreu possui anemia sideroblástica congênita desde o nascimento. A doença é caracterizada por deficiência na produção de hemoglobinas e o tratamento exige transfusão semanal de bolsas de sangue. “Devido aos sintomas que possuo, como mal-estar, enjoo e cansaço, receber as bolsas de sangue é, para mim, como um oásis no meio do deserto”, afirma.
Beatriz Coelho Marques, de 13 anos, foi beneficiada por muito tempo pelas doações de sangue. Aos 11 anos, quando foi diagnosticada com aplasia medular, a transfusão foi sua aliada para sobreviver: “Considero lindo o gesto de quem doa sangue, pois o doador, muitas vezes, faz o bem para alguém que nem mesmo conhece”, disse, emocionada. Na busca por um doador de medula compatível, encontrou em sua irmã, na época com 2 anos, a chance da cura.
Beatriz teve sua irmã, na época com 2 anos, como doadora de medula óssea.
A aplasia medular é uma doença marcada pela alteração no funcionamento da medula óssea, que passa a não produzir as células sanguíneas. Na época, estudantes da UFLA realizaram campanha em prol da adolescente. Confira a matéria aqui.
A campanha surtiu efeitos além dos limites do município: Aline Bastos de Paiva, estudante de Física da UFLA, se cadastrou como doadora de medula óssea e, em pouco tempo, recebeu a notícia de que era compatível com um paciente que estava na lista de espera: “Em nenhum momento eu hesitei em doar, pois a compatibilidade, além de ser rara, é a oportunidade de uma nova vida para quem necessita de medula óssea, e o processo para doação é bem simples”. O procedimento foi realizado em Belo Horizonte e as despesas com viagem, hospedagem e alimentação foram custeadas para ela e um acompanhante pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Na época, o assunto também foi divulgado pela UFLA. Veja aqui.
Para se cadastrar como doador de medula óssea, é necessário comparecer ao Pace, que fica localizado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Lavras. O interessado deve portar documento com foto, preencher o formulário e realizar uma pequena coleta de sangue para análise. A unidade funciona toda quinta-feira, das 8h às 11h.
Para doar sangue, é necessário comparecer ao mesmo local e no mesmo horário, além de:
– ter e estar em boa saúde,
– não ter tido hepatite após os 11 anos de idade,
– ter entre 16 e 69 anos de idade (menores de 18 anos devem estar acompanhados de um responsável),
– pesar acima de 50 kg,
– ter dormido bem na noite anterior à doação,
– não ter passado por situações de risco para doenças sexualmente transmissíveis,
– não ter tido gripe, resfriado ou diarreia nos últimos 7 dias,
Panfleto informativo distribuído durante o evento
– não ter ingerido bebida alcoólica 12 horas antes da doação,
– não usar drogas,
– não apresentar ferimento ainda não cicatrizado,
– não estar grávida ou em período de amamentação,
– não ter sido submetido a exame de endoscopia nos últimos 6 meses,
– não ter feito tatuagem ou piercing nos últimos 12 meses,
– não estar em jejum.
O Posto Avançado de Lavras é considerado modelo para as demais unidades do estado, pois foi o primeiro a funcionar de forma efetiva e semanalmente. O município possui uma demanda mensal de 200 a 250 bolsas de sangue, mas ainda são coletadas apenas 40 bolsas por semana, ou seja, aproximadamente 160 por mês.
A roda de conversa sobre a doação de sangue foi realizada na UFLA em dois horários – manhã e noite – e durante as atividades estiveram também presentes a pró-reitora de Assuntos Estudantis e Comunitários, professora Ana Paula Piovesan Melchiori; a coordenadora de saúde da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários (Praec), Kátia Poles, além de estudantes e integrantes do Programa de Educação Tutorial Institucional de Biologia Parasitária (Peti-Biopar). Kátia encerrou as atividades dizendo que “doar sangue é um ato de amor e solidariedade. Acredito que é um grande exercício de altruísmo -fazer o bem sem olhar a quem”.
Acompanhe as atividades do Minuto da Saúde no Facebook e fique por dentro das atividades realizadas pelo projeto.
Foram realizadas nessa quarta-feira (24/5) eleições para definição dos novos representantes dos estudantes de pós-graduação nos Conselhos Superiores da Universidade Federal de Lavras (UFLA).
O resultado está descrito a seguir:
Conselho Universitário (CUNI)
Titulares – Luciano Ribeiro Galvão e Marco Túlio Jorge Cortez
Suplentes – Mateus Olimpyo Tavares de Ávila e Simone Juliquerle dos Reis Fernandes
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE)
Titulares – Larissa Moraes Cordeiro e Simone Juliquerle dos Reis Fernandes
Suplentes – Marco Túlio Jorge Cortez
Conselho de Curadores
Titular – Marcos Vinícius Mendes
Suplente – Mateus Olimpyo Tavares de Ávila
Em todos os Conselhos, o tempo de mandato é de um ano.
Conversar sobre ciência fora da Universidade, em um local descontraído: essa é a proposta do evento Os “trem” da Ciência, organizado pela equipe do projeto de extensão A Magia da Física e do Universo, da Universidade Federal de Lavras (UFLA). A primeira edição será nesta quarta-feira (31/5), em um restaurante de Lavras. O objetivo é que as ações possam se tornar periódicas, ocorrendo mensalmente, em diferentes espaços de Lavras.
A discussão será sobre o tema “Passado, presente e futuro da inteligência artificial”. A conversa será conduzida pelos professores do Departamento de Ciência da Computação (DCC) Joaquim Quinteiro Uchôa e Ahmed Ali Abadalla Esmin. Instigarão o debate questões como: Quais os limites da inteligência artificial? Os robôs podem dominar o mundo? Os sistemas inteligentes artificiais estão satisfazendo as leis da robótica? Será que conseguem passar no teste de Turing?
A apresentação será interativa, com espaço aberto para as perguntas do público e a troca de idéias e informações. Toda a comunidade é convidada a participar desse compartilhamento de informações científicas. A professora Karen Luz Burgoa Rosso, uma das organizadoras, enfatiza também o convite para que gestores das diferentes instituições públicas e privadas da cidade compareçam. “Além de compartilharmos informações sobre as descobertas científicas, precisamos discutir como implementá-las em beneficio da sociedade, do meio ambiente, da educação, das artes, dos esportes. Será, ainda, um espaço promissor para empresários e comerciantes, ou pessoas em geral, que desejam saber como é possível implementar as tecnologias nas suas atividades”, diz.
Sobre o evento
Data: 31/5
Horário: 20h
Local: Restaurante “Barão Steakhouse” (Rua Barão do Rio Branco, 79, bairro do Ipês. Lavras/MG)
Acompanhe as informações sobre Os “trem” da Ciência pelo blog do projeto.
A importância da popularização da ciência
“A comunidade dos pesquisadores é uma espécie de órgão do corpo da humanidade. Esse órgão produz uma substância essencial à vida, que deve ser fornecida a todas as partes do corpo, na falta da qual ele perecerá. Isso não quer dizer que cada ser humano deva ser atulhado de saberes eruditos e detalhados, como ocorre freqüentemente em nossas escolas, nas quais [o ensino das ciências] vai até o desgosto. Não se trata também do grande público decidir sobre questões estritamente científicas. Mas é necessário que cada ser humano que pensa tenha a possibilidade de participar com toda lucidez dos grandes problemas científicos de sua época, mesmo se sua posição social não lhe permite consagrar uma parte importante de seu tempo e de sua energia à reflexão científica. É somente quando cumpre essa importante missão que a ciência adquire, do ponto de vista social, o direito de existir.”
A. Einstein, Berliner Tageblatt, 20 de abril de 1924
O projeto A Magia da Física e do Universo
Coordenado pelos professores do DFI Nogales Vera e Karen Luz Burgoa Rosso, o projeto de extensão A Magia da Física e do Universo desenvolve atividades para despertar a curiosidade e o interesse das pessoas para os fenômenos astronômicos. Criado em janeiro de 2009, integra também ensino e pesquisa científica e inclui atividades dirigidas a escolas da região e à população em geral. Realiza aos sábados a oficina Festa das Estrelas e às quintas-feiras o encontro Cinema com Ciência.
O apoio às atividades é do Museu de História Natural (MHN), do Departamentos de Física (DFI), da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e das pró-reitorias de Assuntos Estudantis e Comunitários (Praec) e de Extensão e Cultura (Proec).
Com informações de Bruna Abreu – bolsista Proat/Comunicação.
Será realizado na próxima segunda-feira (29/5) o evento “Políticas Públicas LGBT+: Reconhecer os direitos não é ‘mimimi’, é justiça social”. O evento será organizado pelo Centro Acadêmico e PETI do curso de Administração Pública e terá como principal objetivo discutir sobre Políticas Públicas LGBT+ em um panorama atual, que conduz diretamente ao processo de construção dos mecanismos e acontecimentos políticos e sociais do movimento LGBT+ no Brasil.
A programação conta com uma Roda de Conversa, às 14h, no salão de jogos da UFLA, sobre nome social e uma palestra, às 17h, no Departamento de Ciência dos Solos – Sala 1, com o tema: “Políticas Públicas: desafios e avanços dos direitos LGBT+”.
Falantes de inglês, que estejam interessados em melhorar o conhecimento no idioma, com ênfase na área científica, têm a oportunidade de se inscrever no curso English for Science, Technology, Engineering, and Mathematics – modalidade Massive Open Online Course (MOOC). Esse curso foi elaborado por especialistas da University of Pennsylvania em programas de Inglês e são oferecidos na plataforma Coursera, para alunos em níveis pré-intermediário e intermediário. Os participantes podem escolher entre duas faixas diferentes de acordo com o nível de proficiência.
As inscrições ficam abertas até o dia 10 de junho e podem ser feitas em: https://www.coursera.org/learn/stem/. Durante o curso, serão apresentadas quatro unidades:
Unidade 1 — Como o método científico pode ser usado para explorar as mudanças climáticas.
Unidade 2 — Os alunos examinarão a pesquisa sobre fontes alternativas de energia.
Unidade 3 — Focalizará nos impactos das mudanças climáticas.
Unidade 4 — Um projeto final em uma experiência científica de sua escolha.
A sessão do curso será iniciada em 5 de junho e encerrada em 3 de julho. O participante pode se inscrever gratuitamente, caso não escolha a versão “verificada”, que dá direito a uma Declaração de Realização após a conclusão. Caso o participante queira receber o certificado oficial, deve pagar 50 dólares para recebê-lo.
Velocidade e emoção no câmpus da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Pela primeira vez, a instituição vai sediar o GP de Rolimã, que acontece domingo, 28 de maio, às 8h. As inscrições podem ser feitas por meio de um formulário disponível na internet. A organização da corrida é da equipe Zeus Formula SAE.
A disputa será dividida em três etapas – vistoria técnica, reconhecimento e competição – e não há restrição de idade para os participantes. Entretanto, os menores de 18 anos devem ter autorização dos pais ou responsáveis.
De acordo com a organização, os pilotos devem utilizar capacete, calça comprida ou macacão, luvas e calçados fechados durante a competição. As equipes podem ser formadas por no máximo três pessoas e as provas estão previstas para acontecer na Avenida Principal da UFLA.
Haverá premiação para a equipe que for vencedora de todas as baterias (categoria Ares), para a que conseguir o melhor tempo em todas as descidas (categoria Chronos) e aquela que tiver o carro melhor avaliado pelos organizadores (categoria Hefestos).
Outra informações e o regulamento da disputa estão no Facebook do evento.
Texto: Rafael Passos – Jornalista/bolsista – Fapemig
A Universidade Federal de Lavras (UFLA), por meio do professor do Departamento de Engenharia (DEG) Francisco Carlos Gomes, também integrante do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), apresentou a esse último órgão uma proposta de vinculação específica de empresas juniores (EJ’s) ao Conselho. Dessa forma, as EJ´s poderão estar regularizadas junto ao Crea-MG, com quesitos definidos para fiscalização, tendo-se em conta que são organizações sem fins lucrativos.
A medida pode beneficiar todas as empresas juniores presentes nas universidades do estado.Tomando como exemplo a UFLA, a Terra Júnior é uma empresa de consultoria agropecuária. Formada por estudantes das áreas de Administração, Agronomia, Engenharia Agrícola, Engenharia Florestal, Veterinária e Zootecnia, oferece suporte aos produtores com custos mais acessíveis em relação aos praticados no mercado. Todas as atividades são orientadas por professores dos departamentos específicos.
Por realizar serviços externos à Universidade, a empresa já passou por vistorias do Crea-MG, porém, por não possuir fins lucrativos (toda a renda obtida é revertida em equipamentos, capacitações, atualização técnica dos membros e materiais necessários), não se encaixa a todas as regras exigidas pelo Conselho.
“Realizar a fiscalização das empresas juniores com as mesmas exigências das seniores torna inviável a regularização das mesmas, devido a aspectos e taxas que tornam o trabalho das empresas juniores insustentáveis” afirmou o presidente da Terra Junior, Gabriel Lacava. “É essencial que os órgãos regulamentadores conduzam as empresas dos estudantes de outra maneira, de modo que viabilize seu devido registro e assim proporcione ainda mais segurança legal e jurídica para os graduandos, além de conscientizar os futuros profissionais da importância de serem éticos e estarem sempre de acordo com seu conselho regional” – continua.
A proposta apresentada ao Crea-MG tem embasamento jurídico que recorre à legislação do sistema Crea-MG e à lei das empresas juniores. Para saber mais sobre o assunto, acesse a matéria completa publicada na revista Agrônomo – Jornal do Engenheiro.
Acompanhe as atividades da Terra Júnior pelo site www.terrajr.com e facebook.com/TerraJrCA.