Bolsa para pós-graduação master “Utilities and Waste” na Alemanha

A Universidade (TH) de Karlsruhe está recebendo inscrições para candidatos a bolsas de estudo do DAAD para seu novo master internacional “Utilities and Waste – Sustainable Processing”. O curso terá sua estréia em outubro de 2008.

Engenheiros químicos, mecânicos e de processamento e graduados em geral na área ambiental formam o público-alvo. Ministrado em inglês, o curso terá apenas 25 alunos por turma e duração de quatro semestres.

O programa multidisciplinar enfatiza a prática, permitindo uma especialização, com foco em planejamento e manejo, bem como aspectos da engenharia de processamento, de serviços públicos de gás, água, tratamento e armazenamento de lixo. As disciplinas abordam temas de ciências naturais, tecnologia avançada, sócio-economia e gestão.

O investimento é de 7.372 euros ao ano. Os interessados numa bolsa DAAD devem candidatar-se até 15 de setembro, diretamente com a universidade. As inscrições regulares no curso seguem até 30 de abril de 2008.

A TH Karlsruhe foi uma das três vencedoras da Iniciativa pela Excelência, na categoria “Universidade de Elite”, que selecionou os melhores projetos de clusters de pesquisa científica. Patrocinado pelo Ministério da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF), a iniciativa teve seu júri formado unicamente por cientistas, indicado pela Fundação Alemã de Pesquisa (DFG).

Mais informações:
http://www.utilwaste.de

Brasileiro gasta mais com carro do que com educação

Folha de São Paulo, 30/08/07

Fenômeno ocorre mesmo entre famílias com filhos, mais ricas e escolarizadas

Valor gasto com impostos também supera despesas destinadas a cursos, escolas ou material didático, aponta análise feita pelo IBGE

Os brasileiros, mesmo os mais escolarizados, mais ricos ou os que têm filhos, gastam mais mensalmente com carro do que com educação. O valor que pagam em impostos também supera os pagamentos destinados a cursos, escolas ou aquisição de material didático.

Segundo a análise feita pelo IBGE na POF, o valor destinado à educação nas famílias em que o responsável pelo domicílio tem ao menos o ensino médio completo (11 anos ou mais de estudo) corresponde a 4,9% de seu orçamento. Já o gasto com aquisição de veículos ou combustível representa 10,8%.

Entre brasileiros que chegaram a cursar o primeiro ciclo do ensino fundamental (que vai da 1ª à 4ª série), mas não o concluíram, o gasto familiar com educação é de 1,4% do orçamento, percentual igualmente menor do que o verificado para os gastos com aquisição de veículos ou combustível (6,9%).

O gasto com impostos também supera, nessas faixas de escolaridade, a despesa com educação. No caso dos mais escolarizados (11 anos ou mais de estudo), ele chega a 6,4%. Entre os que têm entre 1 e 3 anos de estudo, é de 2,1%.

A mesma realidade -gastos com veículos superando o investimento em educação- é verificada mesmo quando se compara apenas casais com filhos -que, em tese, teriam mais gastos educacionais. Nesse caso, a proporção do orçamento que vai para a educação, independentemente do nível socieconômico do chefe de família, é de 3,9%, enquanto o gasto com aquisição de veículo e combustível fica em 10,2%.

Para o pesquisador do IBGE José Mauro de Freitas Júnior, é preciso considerar nessa comparação que, no caso da educação, famílias com filhos na escola pública não têm gastos com mensalidades escolares. Como se sabe -pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio- que 87% das crianças de 7 a 17 anos estudam na rede pública, isso pode fazer a diferença na comparação.

‘É preciso lembrar que, até um determinado nível de ensino, a educação é uma obrigação do Estado. Também não estamos discutindo a qualidade da escola pública’, diz Freitas.
Porém, tabulação feita pela Folha nos dados da POF mostra que, mesmo quando se analisa apenas as famílias de maior renda – e com mais capacidade de pagar escola particular- e onde há mais de dois moradores no domicílio -não se tratando, portanto, de casal sem filhos-, o maior dispêndio em veículos em comparação com a educação se mantém.

Quando o investimento em educação é comparado com a faixa etária do chefe de família, o maior gasto proporcional aparece entre os brasileiros que estão entre os 40 e 49 anos.
O gerente da Pesquisa de Orçamentos Familiares, Edilson Nascimento da Silva, explica que essa é a população que está em seu pico de produtividade em termos de rendimento no mercado de trabalho. Com mais renda, é natural que sobrem recursos para despesas com educação.

A POF revela também que a presença de uma pessoa com nível superior eleva significativamente a renda familiar.Essa situação, no entanto, corresponde a apenas 16% das famílias. Nas demais, nenhum membro atingiu nível superior.

Em todas as classes sociais analisadas, no entanto, alimentação, habitação e transporte são os itens que mais pesam no orçamento familiar.

Curso de Ciência da Computação da Ufla comemora 10 anos

Em Agosto de 2007, o Curso de Ciência da Computação da Ufla comemora 10 anos de atividades. Para comemorar, o Departamento de Ciência da Computação – DCC, elaborou uma série de eventos a serem realizados entre os dias 29 de Agosto de a 01 de Setembro de 2007.

A solenidade de abertura foi realizada no dia 29 de agosto com o início de dois eventos que conta com o apoio da SBC (Sociedade Brasileira de Computação), o IV SMSI – Simpósio Mineiro de Sistemas de Informação e VI ERI-MG – Escola Regional de Informática de Minas Gerais.

Estiveram presentes à solenidade de abertura o reitor, Antônio Nazareno Guimarães Mendes, chefe do Departamento de Ciência da Computação, Guilherme Bastos Alvarenga, coordenador geral do Congresso de Ciência da Computação e Sistemas de Informação, Willian Soares Lacerda, coordenador do Curso de Graduação em Ciência da Computação, Heitor Augustus Xavier Costa, coordenador do Curso de Graduação em Sistemas de Informação, André Luiz Zambalde, pró-reitor de Graduação, Gabriel José de Carvalho e o ex-reitor e prefeito de Itutinga, Fabiano Ribeiro do Vale.

A abertura contou com a apresentação do Coral Vozes do Campus, regido pela maestrina Norma Lúcia de Matos; a homenagem ao ex-reitor Fabiano Ribeiro do Vale, pela implantação do curso em sua gestão e ainda a palestra “ O profissional de Tecnologia da Informação e o mercado de trabalho”, proferida pelo Rafael Vanselow, gerente da Divisão de TI da Michael Page.

No dia 30 de agosto, as comemorações continuam com a realização dos eventos IV SMSI e IV ERI-MG nas dependências do novo prédio a partir das 07 horas. O dia encerra às 16h30 com uma palestra de um convidado externo no Anfiteatro do DCC.

Na sexta-feira, dia 31 de agosto às 7 horas, acontecerá a abertura de mais um evento, o VI WEIMIG – Workshop de Educação em Computação e Informática do Estado de Minas Gerais. Este evento é também promovido pela SBC através da Diretoria de Educação e da Diretoria de Secretarias Regionais e apoiado pelo Conselho Estadual de Educação (CEE/MG). Ao final do dia, ocorrerá a solenidade de encerramento dos eventos: IV SMSI, IV ERI-MG e VI WEIMIG.
No sábado, dia 01 de setembro, será realizado o encerramento da semana de comemoração do Curso de Ciência da Computação com uma grande festa de confraternização a partir das 10 horas, contanto com a participação de ex-alunos do curso.

O Curso – O Projeto de criação do curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Ufla foi concebido em meados de 1996, pela iniciativa dos professores Lucas Chaves (DEX – Ufla), Mirla (DEX-Ufla), Sandro (Unilavras), Olinda (DCC –Ufla), Wilian (DCC –Ufla) e Rêmulo (DCC – Ufla), na época, membros do Departamento de Ciências Exatas – DEX. A consolidação da criação do curso de Bacharelado em Ciência da Computação deu-se com a resolução do Conselho Universitário, no mandato do reitor professor Fabiano Ribeiro do Vale.

O primeiro vestibular ocorreu em julho de 1997 com 25 vagas a serem preenchidas. Os candidatos aprovados no vestibular formaram a Primeira Turma do curso iniciando suas atividades no mês de agosto desse mesmo ano.
No ano de 2000, foi criado o Departamento de Ciência da Computação (DCC) da Ufla, que ficou responsável pelo curso de Bacharelado em Ciência da Computação. O curso foi reconhecido pelo MEC, conforme Portaria nº. 2.011 de 11 de setembro de 2001, publicada no D.O.U. de 12 de setembro de 2001, de acordo com o parecer do Conselho Nacional de Educação.

A primeira turma concluiu o curso em julho de 2001. Na solenidade de colação de grau, formaram-se os primeiros vinte e um bacharéis em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Lavras. Até hoje, já se formaram onze turmas em um total de duzentos e setenta e cinco alunos.

O Curso Bacharelado em Ciência da Computação da Ufla objetiva formar profissionais com sólidos conhecimentos na área de computação. O curso tem a duração média de 8 semestres (4 anos) totalizando 36 disciplinas obrigatórias e 7 disciplinas eletivas.

Atualmente, o curso de Ciência da Computação possui um corpo docente formado por mais de sessenta professores compreendendo os Departamentos de Ciência da Computação (DCC), Departamento de Ciências Exatas (DEX) e Departamento de Administração e Economia (DAE). Seu corpo discente conta com cerca de 200 alunos de graduação.

Desigualdade persiste em educação e saneamento

O Estado de São Paulo, 30/08/07

Lisandra Paraguassú

País conseguiu diminuir pela metade a fome e a pobreza, mas está longe de cumprir até 2015 metas traçadas por países membros da ONU

Brasília – O terceiro relatório brasileiro sobre os Objetivos do Milênio (ODMs) – uma série de metas traçadas pelas Nações Unidas e acordadas com países membros – mostra que, se avançou nas conquistas sociais, o Brasil tem dificuldade de alcançar os mais pobres entre os mais pobres. O exemplo mais gritante dessa dificuldade para atacar o chamado “núcleo duro da pobreza” está, por exemplo, nos dados sobre os jovens que o Estado não consegue manter na escola por tempo suficiente para lhes dar, ao menos, a educação básica.

“A comparação entre estudantes segundo a renda familiar demonstra a persistência de desigualdades”, diz o relatório feito pelo próprio governo brasileiro. No ensino fundamental, apesar da dita universalização, 96,5% das crianças de 7 a 14 anos mais ricas freqüentam a escola. Entre as mais pobres, são 91,4%. No ensino médio a diferença é muito maior: 71,9% dos jovens entre 15 e 17 anos estão no ensino médio. Apenas 22,4% dos mais pobres.

Mesmo com os programas sociais, como o Bolsa Família, que exigem a freqüência escolar em troca do pagamento, ainda são os mais pobres que ficam mais tempo na escola sem avançar, repetem o ano, deixam de estudar mais cedo.

“Apesar dos avanços da sociedade brasileira, ainda é muito alta a proporção de alunos que progridem de forma lenta e dos que abandonam os estudos – o que contribui para manter em patamares baixos a taxa de conclusão no ensino fundamental”, diz o texto. Por isso, admite o governo, a taxa esperada de conclusão do ensino fundamental é de pouco mais de 50% dos estudantes, muito abaixo do que diz a meta: que até 2015 todas as crianças concluam um ciclo completo de ensino.

Concentrados especialmente nas regiões Norte e Nordeste, esse “núcleo duro da pobreza” tem um perfil claro: é formado pelas tais crianças que o Estado não consegue manter na escola, perde mais mães e filhos para doenças endêmicas e convive com falta de água tratada e esgoto sanitário.

A oito anos da data limite para o cumprimento dos objetivos, em 2015, o Brasil já cumpriu o primeiro deles, de diminuir pela metade a fome e a pobreza no País. Também conseguiu alcançar a meta de reduzir o desmatamento. Nas restantes, os resultados avançaram, mas o próprio relatório admite que as médias nacionais ainda escondem uma enorme desigualdade, mesmo que tenha havido uma aproximação entre os mais pobres e os mais ricos.

Outro objetivo em que o País aparece com problemas é também ligado diretamente à qualidade de vida das famílias mais pobres, o saneamento básico. O objetivo 7, que trata da sustentabilidade ambiental, trata da reversão da perda de recursos ambientais – onde o Brasil tem avançado -, do acesso à água potável e esgoto sanitário e a melhora na vida da população de assentamentos precários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que chegou a imaginar, no início do mandato, que poderia incentivar empresas a doar um dia da sua produção para ajudarem no cumprimento dos Objetivos do Milênio. A idéia surgiu ao conhecer a iniciativa do empresário gaúcho Daniel Tevah, que faz essa doação na sua indústria de confecções. “Mas aí eu achei que isso era impossível e não haveria tanta sensibilidade humana para isso”, disse o presidente durante a cerimônia em que foi apresentado o relatório brasileiro dos ODMs.

De acordo com o presidente, não é difícil atingir as metas. “Não é tão difícil. Muitas vezes não existe foco.”

Inscrições abertas para intercâmbio de doutores

Portal Capes, 29/08/07

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC) abre oportunidade para estudantes de doutorado de instituições brasileiras que queiram participar de intercâmbio na França. Até 31 de outubro, estão abertas as inscrições para o Programa Colégio Doutoral Franco-Brasileiro (CDFB), realizado em parceria com o Conselho de Presidentes de Universidades da França (CPU). O objetivo do programa é formar recursos humanos de alto nível nos dois países, nas diversas áreas do conhecimento.

Os estudantes brasileiros devem estar matriculados em cursos de doutorado avaliados pela Capes, com nota preferencialmente igual ou superior a 5. As universidades francesas devem ser consorciadas com a CPU. Os doutorandos deverão ter completado um total de créditos compatível com o programa de estudos e o projeto de pesquisa a ser desenvolvido na instituição de destino.

O programa concede bolsas de estudos na modalidade doutorado-sanduíche em regime de co-orientação ou co-tutela. No caso de co-tutela, o doutorando deverá permanecer na instituição de destino pelo período de 12 a 18 meses e poderá ter o reconhecimento oficial dos títulos conferidos nos dois países. No caso de co-orientação, a permanência do doutorando será de 12 meses, sem prorrogação. As atividades serão desenvolvidas sob a supervisão de um co-orientador, e não haverá garantia de reconhecimento pela França, do título obtido no Brasil.

Mensalidades – Os selecionados receberão passagens aéreas, mensalidades no valor de 1.100 euros, auxílio instalação e seguro saúde proporcionais. As candidaturas serão avaliadas, em uma primeira etapa, por consultores da Capes. Serão analisados pontos como o mérito científico, considerando histórico acadêmico e Currículo Lattes do candidato. A responsabilidade da segunda etapa da avaliação é do Comitê de Monitoramento do Programa CDBF, integrado por reitores de universidades brasileiras. As atividades na França terão início a partir de fevereiro de 2008. Para saber mais sobre o programa acesse o Edital. (Fátima Schenini)

Caem desigualdades regionais e raciais sobre freqüência escolar no Brasil

Agência Brasil, 29/08/07

Juliana Andrade

Brasília – Além de praticamente universalizar o acesso ao ensino entre os brasileiros de 7 a 14 anos, o Brasil está conseguindo reduzir as desigualdades regionais, raciais e também entre as áreas rurais e urbanas no que se refere à taxa de freqüência escolar. É o que mostra o 3º Relatório de Nacional de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), divulgado hoje (29) pela Presidência da República.

Universalizar a educação primária é um dos oito ODMs, lançados em 2000 durante a Cúpula do Milênio das Nações Unidas, com a adesão de 189 países, entre os quais o Brasil. Segundo o estudo, entre 1992 e 2005, a proporção de pessoas dessa faixa etária na escola passou de 81,4% para 94,5% em todo o país. Os dados utilizados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE).

A região Nordeste continua sendo a que registra o menor percentual de crianças de 7 a 14 anos que estudam. Mas a diferença entre o Nordeste a as regiões que registram o maior índice caiu de cerca de 20% para menos de 4% no período. Em 1992, a taxa de freqüência escolar do Nordeste era de 69,7%, enquanto a maior do país era de 88%, do Sudeste. Já em 2005, o percentual nordestino era de 92,4% e o mais elevado, de 95,9% (região Sul).

As disparidades raciais no acesso à escola também tiveram queda, de acordo com o relatório. Em 1992, 87,5% dos brancos na faixa etária de 7 a 14 estavam na escola, contra 75,3% de pretos e pardos, uma diferença de 12,2 pontos percentuais. Em 2005, essa diferença caiu para menos de dois pontos percentuais, com 95,5% dos brancos e 93,7% dos pretos e pardos na escola.

Nas áreas rural e urbana, as desigualdades também recuaram. Se em 1992 66,5% das crianças de 7 a 14 anos tinham acesso ao ensino, em 2005 esse percentual subiu para 92,5% nas zonas rurais. Na área urbana, passou de 86,2% para 95%.

Embora tenha registrado avanços, o país ainda precisa superar alguns desafios, como assegurar que os brasileiros concluam o ensino fundamental, afirma o relatório. De acordo com o estudo, a taxa média esperada para conclusão é de 53,5%. Em média, os estudantes levam 10,1 anos para concluir essa etapa de ensino.

“Apesar dos avanços da sociedade brasileira, ainda é muito alta a proporção de alunos que progridem de forma lenta e dos que abandonam os estudos, o que contribui para manter em patamares baixos a taxa de conclusão no ensino fundamental”, diz o documento. O relatório também revela um aumento na taxa de alfabetização de brasileiros entre 15 e 24 anos, de 91,3% (1992) para 97,2% (2005).

Comemoração dos 10 anos do Curso de Ciência da Computação

Bacharelado em Ciência da Computação da Ufla comemora 10 anos

Em Agosto de 2007, o Curso de Ciência da Computação da Ufla comemora 10 anos de atividades. Para comemorar, o Departamento de Ciência da Computação – DCC, em parceria com a Ufla elaborou uma série de eventos a serem realizados entre os dias 29 de Agosto de a 01 de Setembro de 2007.

A solenidade de abertura será realizada às 18 horas do dia 29 de agosto com a inauguração do novo prédio do Departamento de Ciência da Computação (DCC). Em seguida, serão realizadas as aberturas de dois eventos promovidos pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação), o IV SMSI – Simpósio Mineiro de Sistemas de Informação e VI ERI-MG – Escola Regional de Informática de Minas Gerais. Ao final da solenidade, todos serão convidados a participar de um coquetel.

No dia 30 de agosto, as comemorações continuam com a realização dos eventos IV SMSI e IV ERI-MG nas dependências do novo prédio a partir das 07 horas. O dia encerra às 16h30 com uma palestra de um convidado externo no Anfiteatro do DCC.

Na sexta-feira, dia 31 de agosto às 7 horas, acontecerá a abertura de mais um evento, o VI WEIMIG – Workshop de Educação em Computação e Informática do Estado de Minas Gerais. Este evento é também promovido pela SBC através da Diretoria de Educação e da Diretoria de Secretarias Regionais e apoiado pelo Conselho Estadual de Educação (CEE/MG). Ao final do dia, ocorrerá a solenidade de encerramento dos eventos: IV SMSI, IV ERI-MG e VI WEIMIG.

No sábado, dia 01 de setembro, será realizado o encerramento da semana de comemoração do Curso de Ciência da Computação com uma grande festa de confraternização a partir das 10 horas, contanto com a participação de ex-alunos do curso.

O Curso – O Projeto de criação do curso de Bacharelado em Ciência da Computação da UFLA foi concebido em meados de 1996, pela iniciativa dos professores Lucas Chaves (DEX – UFLA), Mirla (DEX-Ufla), Sandro (Unilavras), Olinda (DCC –Ufla), Wilian (DCC –Ufla) e Rêmulo (DCC – Ufla), na época, membros do Departamento de Ciências Exatas – DEX. A consolidação da criação do curso de Bacharelado em Ciência da Computação deu-se com a resolução do CUNI número 511 do dia 05 de maio de 1997, no vigente mandato do reitor professor Fabiano Ribeiro do Vale.

O primeiro vestibular ocorreu em julho de 1997 com 25 vagas a serem preenchidas. Os candidatos aprovados no vestibular formaram a Primeira Turma do curso iniciando suas atividades no mês de agosto desse mesmo ano.

No ano de 2000, foi criado o Departamento de Ciência da Computação (DCC) da Ufla, que ficou responsável pelo curso de Bacharelado em Ciência da Computação. O curso foi reconhecido pelo MEC, conforme Portaria nº. 2.011 de 11 de setembro de 2001, publicada no D.O.U. de 12 de setembro de 2001, de acordo com o parecer do Conselho Nacional de Educação.

A primeira turma concluiu o curso em julho de 2001. Na solenidade de colação de grau, formaram-se os primeiros vinte e um bacharéis em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Lavras. Até hoje, já se formaram onze turmas em um total de duzentos e setenta e cinco alunos.

O Curso Bacharelado em Ciência da Computação da Ufla objetiva formar profissionais com sólidos conhecimentos na área de computação. O curso tem a duração média de 8 semestres (4 anos) totalizando 36 disciplinas obrigatórias e 7 disciplinas eletivas.

Atualmente, o curso de Ciência da Computação possui um corpo docente formado por mais de sessenta professores compreendendo os Departamentos de Ciência da Computação (DCC), Departamento de Ciências Exatas (DEX) e Departamento de Administração e Economia (DAE). Seu corpo discente conta com cerca de 200 alunos de graduação.

Ufla concede isenção da taxa de vestibular

A Comissão Permanente de Processo Seletivo (Copese), da Universidade Federal de Lavras (Ufla), informa que as inscrições para solicitação de isenção da taxa de inscrição para o vestibular e Processo Seletivo Seriado – PAS, estarão abertas no período de 3 a 12 de setembro de 2007. Os interessados deverão acessar o site www.copese.ufla.br
ou procurar a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, Comunitários e Culturais (PRAECC), situada no campus histórico da Ufla.

Mais informações pelos telefones (35) 3829.1582 / 1586

CNE vai avaliar títulos de pós-graduação

Portal MEC,22/08/07

O Conselho Nacional de Educação (CNE) está convocando as instituições de ensino superior que ofereceram cursos de mestrado e doutorado entre os anos de 1983 e 2001, e não obtiveram avaliação favorável da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), a prestar informações. O objetivo do conselho é calcular o número de concluintes dos cursos para, se possível, validar os títulos obtidos.

Segundo o secretário executivo do CNE, Adalberto Carvalho, o conselho, como instância de análise de recursos, avaliará cada caso. “Vamos dimensionar o número de concluintes para análise de mérito sobre a convalidação dos estudos realizados e respectiva validade nacional dos títulos obtidos”, explica.

As instituições e os concluintes desses cursos têm até o dia 31 de outubro para enviar ao CNE informações como local e período do curso, estrutura curricular, carga horária, titulação do corpo docente responsável, entre outros. Os dados devem ser enviados para o endereço eletrônico md2001@mec.gov.br.

A chamada pública é realizada em virtude de solicitações ao CNE de alunos em situação semelhante. A íntegra da convocação está na página eletrônica do CNE.

Encontro da Rede de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares

O III Encontro da Rede de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares da Região Sudeste reuniu 13 universidades no campus da Ufla, entre os dias 24 e 26 de agosto, e foram representadas por estudantes e professores. Estiveram presentes a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Federal de São João Del Rey (UFSJ), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Lavras (Ufla), Cefet / RJ, Universidade Estadual de São Paulo (UNESP / Assis), Fundação Santo André, Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Ufla (INCUBACOOP/Ufla), órgão integrante da estrutura organizacional da Pró-Reitoria de Extensão – Proex, por meio da Coordenadoria de Desenvolvimento Tecnológico e Social – CODETS, compõe a Rede Universitária de ITCP’s, que surgiu em 1999 para vincular de forma interativa e dinâmica as incubadoras, favorecendo o intercâmbio de metodologias, práticas e conhecimentos produzidos no contato das universidades com os grupos incubados. A rede nacional de ITCPs conta hoje com a participação de 31 (trinta e uma) instituições de ensino superior, sendo 13 (treze) da região sudeste.

A experiência das Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares (ITCP’s) abriu um novo conjunto de ações de apoio às iniciativas de geração de trabalho e renda, pois têm como objetivo desenvolver atividades voltadas para a inserção de setores economicamente marginalizados no mercado formal de trabalho. Seu público-alvo é um grande contingente de trabalhadores, desempregados ou vinculados ao plano da economia informal, que pode conquistar requisitos básicos de cidadania a partir da organização do trabalho em cooperativas. As Incubadoras foram criadas pelas universidades públicas, formando-se uma rede complexa de parcerias, de âmbito regional e nacional. Através da prática de extensão universitária fundamentada em metodologias participativas, a rede de ITCP’s propõe um modelo de ação coletiva focado na valorização do trabalho e do trabalhador.

Para o professor José Roberto Pereira, coordenador do evento “Esta rede conta com encontros anuais, nas diversas regiões do país, para potencializar as atividades das incubadoras, possibilitando a socialização de debates relacionados à autogestão e à economia solidária, visando sistematização das experiências acumuladas nas ITCP’s, grupos incubados e movimentos populares. Na região Sudeste, o I Seminário de Metodologia de Incubação da Rede ocorreu em 2005, na Universidade Federal de Viçosa (ITCP/UFV). Em 2006, o II Seminário da Rede Sudeste foi realizado na cidade de São Carlos, na UFSCar e, em 2007, foi realizado em Lavras no campus da Ufla. A Ufla, com este III Encontro, contribuiu significativamente para pensar e propor mudanças na relação entre Universidade e Sociedade por meio dos projetos de extensão universitária, demonstrando responsabilidade e competência na organização do evento”.

Universidade Federal de Lavras