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UFLA na mídia: uso de peixe-zebra em pesquisas é retratado no jornal Estado de Minas

midia_peixeO peixe-zebra (também chamado zebrafish ou peixe paulistinha) tem sido uma espécie aliada da ciência nas pesquisas da área biomédica, nos estudos comportamentais, genéticos, toxicológicos. Depois dos roedores, eles são atualmente os modelos animais mais utilizados para pesquisas experimentais, devido à semelhança genética com seres humanos, apresentando-se como modelo alternativo.

A Universidade Federal de Lavras (UFLA), desde 2010, mantém uma ala de peixes em seu Biotério Central, com a criação de peixes-zebra para pesquisa. No momento, estão em desenvolvimento pesquisas que podem gerar novos conhecimentos sobre alterações hormonais, alcoolismo, agrotoxicologia e ecotoxicologia.

O estudo realizado na UFLA foi retratado no jornal Estado de Minas. Confira aqui a matéria completa.

Acesse aqui a matéria publicada pela Assessoria de Comunicação da UFLA. 

Camila Caetano – jornalista/ bolsista UFLA.

 

UFLA na mídia: Pesquisa em prol do Rio Doce é citada no jornal Estado de Minas

midia_estado_de_minasPara a recuperação das áreas afetadas pelo rompimento da barragem em Bento Rodrigues (ocorrido em novembro de 2015), a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) lançou editais para o financiamento de projetos de pesquisa científica e tecnológica. A Universidade Federal de Lavras (UFLA) teve cinco propostas aprovadas, dentre elas está a pesquisa do professor Rafael Farinassi Mendes, mencionada na matéria do Estado de Minas de quarta-feira (3/8), que retratou os estudos que apontam soluções ecológicas para os rejeitos de minério da Samarco, que poderão ser usados na construção civil.

“O cientista já desenvolve um estudo sobre a aplicação de materiais lignocelulósicos (eucalipto, pinus, bagaço de cana, casca de café, entre outros) em artigos a base de cimento, como telhas de amianto, blocos, pisos e tijolos. Rafael Farinassi vai expandir a pesquisa e estudar a adição destas fibras vegetais aos resíduos de mineração para produção de artigos ecológicos que possam ser usados com segurança na construção civil. Segundo ele, a mistura de eucalipto, pinus, bagaço de cana, casca de café e outros materiais nos rejeitos de minério vai permitir maior resistência à tração, tenacidade e isolamento térmico nos materiais produzidos”- trecho extraído da matéria do Estado de Minas.

As propostas da UFLA foram coordenadas por professores dos Departamentos de Ciências Florestais (DCF), de Ciência do Solo (DCS) e de Engenharia (DEG). O valor somado dos recursos captados ultrapassa R$856 mil. Os trabalhos deverão ser desenvolvidos por um período de dois anos.

Acesse aqui a matéria do Estado de Minas.

projetos_fapemig

Camila Caetano – jornalista/ bolsista UFLA.

InovaCafé recebe estudantes para uma tarde de “Café com Prosa”

cafe-com-prosaA tarde dessa segunda-feira (01) foi marcada por um bate-papo entre estudantes do curso de Administração Pública da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e gestores da Agência de Inovação do Café (InovaCafé). O evento vem despertar o interesse dos estudantes pela área, uma vez que esse não é um tema comum na administração pública.

Iniciando as atividades o diretor da InovaCafé e coordenador do Polo de Excelência do Café, professor Luiz Gonzaga de Castro Junior, falou sobre inovação e políticas públicas, financiamento de pesquisas, parcerias externas, papel da administração pública nos processos e limitações nas relações entre universidades e empresas.

Em seguida a gestora de Inovação em Café e barista, Helga Andrade, falou sobre o processo de aquisição da cafeteria escola, projeto pioneiro da UFLA, políticas que envolvem a aquisição para torná-la meio prático para estudo e as barreiras no processo. Finalizando a visita, os estudantes conheceram a estrutura física da InovaCafé.

Promovendo sua primeira edição, o evento vem discutir o papel da universidade na geração de inovação e o papel das políticas públicas na promoção da inovação, considerando que a inovação é fundamental para o desenvolvimento da sociedade, tanto social quanto econômico. “Um país sem inovação não consegue atingir níveis adequados nessas áreas, então o objetivo da disciplina é incentivar os alunos a pensarem sobre isso e discutir alternativas, é uma dessas alternativas é a promoção de eventos que possam possibilitar o conhecimento prático, já realizamos algumas visitas técnicas e agora foi organizado o café com prosa”, explica o professor da disciplina, Dany Flávio Tonelli.

Texto e Foto: Vanessa Trevisan (Ascom InovaCafé)

 

Livro lançado na Mostra Internacional do Cinema Negro tem artigo de professora e mestra da UFLA

Professores Azarias Ribeiro e José Luiz de Mesquita e suas inserções inquietas no Sul de Minas integram capítulo

mostra-internacional-cinema-negroNo dia 25/7, foi realizada a edição da 12ª Mostra Internacional do Cinema Negro, no Salão Nobre do Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo – SP. A professora do Departamento de Educação da Universidade Federal de Lavras (DED/UFLA), Cláudia Maria Ribeiro, as mestras em Educação Kátia Batista Martins e Andresa Helena de Lima, e a jornalista Fátima Ribeiro (integrantes do grupo de Pesquisa Relações entre filosofia e educação para a sexualidade na contemporaneidade: a problemática da formação docente – Fesex) estiveram presentes no evento.

A convite do curador e organizador do evento, professor Celso Prudente, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), a professora Cláudia Maria Ribeiro escreveu um dos artigos veiculados no livro “Cinema Negro”. A obra foi lançada durante a cerimônia através de “QR Codes”.

Organizado pelo professor Celso Prudente, o livro traz algumas contribuições reflexivas para a compreensão da questão do afrodescendente na dinâmica sociocultural da imagem. A professora Cláudia Ribeiro e a historiadora Andresa Helena de Lima são autoras do capítulo VI: “Professores Negros no Período de 1882-1954 e suas Inserções Inquietas nos Espaços da Grande Mídia no Sul de Minas Gerais”. O artigo faz um recorte da história problematizando raça, etnia e classe social, especialmente a atuação dos professores negros Azarias Ribeiro e José Luiz de Mesquita.

A mostra destaca, a cada ano, o trabalho de cineastas, artistas e intelectuais que contribuem com suas produções para a visibilidade da cultura negra e tem como objetivo a afirmação positiva do negro. Em edição anterior, a professora Cláudia Ribeiro recebeu a estatueta Ofó de Xangô, honraria concedida pelo evento.

Acesse aqui o livro “Cinema Negro“.

Texto: Luciana Tereza, estagiária Ascom/UFLA

 

Dicas de Português: O bolsa-família

Pode parecer paranoia ortográfica, mas é impossível não notar a falta de atenção do governo às leis ortográficas oficiais no momento em que lançou o Bolsa-Família, “a evolução dos programas de complementação de renda no Brasil”. Só que na sua grafia houve uma pequena involução quando a hifenização foi esquecida. Nas duas páginas de propaganda veiculadas em algumas revistas  encontravam-se seis substantivos compostos sem o hífen: *Auxílio Gás, *Vale Gás, *Bolsa Escola, *Bolsa Alimentação, *Cartão Alimentação e * Bolsa Família.

 

Pôde-se observar que, mesmo assim, muitos órgãos de imprensa levaram em conta as convenções ortográficas, escrevendo:

 

Auxílio-Gás

Vale-Gás

Bolsa-Escola

Bolsa-Alimentação

Cartão-Alimentação

Bolsa-Família

 

Convém, neste caso, rever a regra que nos leva ao uso do hífen nesse tipo de palavra composta. Sabemos, mesmo que intuitivamente, que em português os substantivos, como regra, não são usados lado a lado sem alguma forma de conexão. Não se diz “Aquela bolsa couro é bonita”, mas “Aquela bolsa de couro é bonita”.

 

Então: os substantivos se associam ou por meio de preposição ou de hífen. Bolsa é substantivo, Família também. Como não se fala em Bolsa da Família, Bolsa para Família, deve-se empregar o hífen no lugar da preposição: Bolsa-Família. Esse raciocínio pode ser estendido a vários outros casos de uso frequente hoje em dia:

 

vale para gás    =    vale-gás

vale para transporte    =    vale-transporte

auxílio para maternidade    =    auxílio-maternidade

auxílio para funeral    =    auxílio-funeral

auxílio para refeição    =    auxílio-refeição

auxílio pelo desemprego    =    auxílio-desemprego

auxílio por doença    =    auxílio-doença

licença por/como prêmio    =    licença-prêmio

licença pela paternidade    =    licença-paternidade

cartão para alimentação    =    cartão-alimentação

tíquete para alimentação   =    tíquete-alimentação

bolsa para alimentação    =    bolsa-alimentação

bolsa para escola    =    bolsa-escola

seguro por desemprego    =    seguro-desemprego

salário por/para a família    =    salário-família

salário por hora    =    salário-hora

custo por hora    =    custo-hora

hora de aula    =    hora-aula.

 

Entretanto, por que hora extra não leva hífen? Porque extra aí é um adjetivo, redução de extraordinário, e não substantivo como hora. No plural:horas extras.

 

São raros os casos de dois substantivos intimamente associados sem a intervenção do hífen, o que constitui uma exceção à regra. Isso só acontece quando o segundo substantivo faz as vezes de adjetivo. Por exemplo: efeito cascata = efeito cascateante; carro esporte = carro esportivo (não se trata de carro e esporte ao mesmo tempo, nem de carro para esporte).

 

Fonte: www.linguabrail.com.br

 

Paulo Roberto Ribeiro

Ascom

UFLA na mídia: Pesquisa que comprova a eficácia do óleo de macaúba como biocombustível é retratada na EPTV

eptv_pedraoUma palmeira nativa do Brasil com grande potencial na produção de óleo vegetal tem se destacado nas pesquisas da Universidade Federal de Lavras (UFLA): a macaúba. Estudos já indicavam que ela tem a capacidade de produzir até cinco toneladas de óleo por hectare. Pensando nisso, pesquisadores das áreas de Engenharia e Química da UFLA iniciaram os estudos para se chegar a um biodiesel de qualidade a partir dessa oleaginosa.

A pesquisa foi retratada no Jornal da EPTV na 1ª edição, ao vivo, de sexta-feira (29/7) e também na 2ª edição. Clique aqui para assistir a reportagem completa.

Com folhas perenes e espinhosas, a macaúba é encontrada com muita frequência em Minas Gerais, assim como em São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Piauí e Ceará. “Somente em Minas há aproximadamente dois milhões de hectares de maciços naturais de macaúba. Isso pode gerar uma nova renda. O agricultor só vai precisar coletar e vender”, comenta o professor de Engenharia na UFLA Pedro Castro Neto, um dos envolvidos na pesquisa.

Acesse aqui a matéria completa da Assessoria de Comunicação da UFLA.

Texto: Camila Caetano – jornalista/ bolsista UFLA.

Pesquisa da UFLA poderá auxiliar na fiscalização de carvões ilegais provenientes de árvores nativas

 

Professor Paulo Ricardo Gherardi Hein e a estudante Fernanda Maria Guedes Ramalho
Professor Paulo Hein e a estudante Fernanda Ramalho

Dentre os principais produtores mundiais de carvão vegetal, o Brasil ocupa a primeira posição, com produção de aproximadamente sete milhões de toneladas ao ano. O uso da madeira como matéria prima para carvão vegetal apresenta destaque, em que, 15,2% da área reflorestada no país visa suprir a demanda por bioenergia.

Mesmo com o crescimento da superfície de florestas plantadas, voltada para carvão vegetal, a comercialização ilegal dos carvões de origem nativa ainda tem ocorrido, por meio de notas fiscais falsificadas. Além disso, a origem dos carvões é de difícil distinção, pois os materiais apresentam características muito semelhantes.

Até então, a única maneira de identificar o carvão ilegal tem sido por meio de análises anatômicas, que são demoradas e exigem a atuação de profissionais experientes e especializados. Estes profissionais estão cada vez mais escassos e muitas vezes nem mesmo trabalham diretamente nos órgãos fiscalizadores, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a Polícia Federal, o Instituto Estadual de Florestas (IEF), dentre outros.

Os pesquisadores utilizaram a espectroscopia no infravermelho próximo
Os pesquisadores utilizaram a espectroscopia no infravermelho próximo

Mas, toda essa complexidade na fiscalização do carvão vegetal pode ser resolvida por meio de uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de Lavras (UFLA) pela estudante Fernanda Maria Guedes Ramalho, do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia da Madeira para a obtenção do título de Mestre, sob a orientação do professor Paulo Ricardo Gherardi Hein, do Departamento de Ciências Florestais da UFLA, e ainda a colaboração do pesquisador francês Alfredo Napoli, do Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (CIRAD).

A pesquisa permitiu desenvolver uma metodologia rápida, confiável e eficiente para detectar a origem da matéria prima precursora do carvão. Os pesquisadores utilizaram a espectroscopia no infravermelho próximo (NIR), uma técnica eficaz que vem sendo utilizada cada vez mais em ciência e tecnologia dos materiais. “Ao contrário da aplicação na espectroscopia no NIR em madeira, poucos estudos têm aplicado essa ferramenta para classificar carvão”, comenta o professor.

O procedimento é simples. Basta colocar o carvão sob a superfície de um aparelho chamado de espectrômetro no NIR e acioná-lo. Em questão de segundos o equipamento lança os dados no computador, que em poucos minutos são analisados por meio de toda a estatística multivariada já elaborada pelos pesquisadores, permitindo assim verificar se o carvão provém de árvores nativas ou plantadas.

Em poucos minutos é feita a análise através da estatística multivariada
Em poucos minutos é feita a análise através da estatística multivariada

“Essa técnica mede a interação da luz com as ligações químicas do material analisado, cada material irá absorver, transmitir ou refletir da luz de forma diferente em função da sua constituição química, gerando assim espectros diferentes para cada material. O trabalho consistiu em testar o potencial dessa técnica associada à estatística multivariada em distinguir os espectros de amostras de carvões provenientes de madeiras nativas e de madeiras plantadas”, explica Fernanda.

Os pesquisadores acreditam que em alguns anos os postos de fiscalização poderão possuir esses equipamentos para medição em tempo real de espectros de carvão e estimar a origem do material. Esta técnica vai permitir que o fiscalizador tenha mais segurança ao afirmar se o carvão é de madeira nativa ou de plantada. “Os resultados deste estudo sugerem que a espectroscopia no infravermelho próximo seja uma técnica promissora para distinção da origem do carvão vegetal. Este é um resultado preliminar que mostra o potencial da tecnologia NIR para futuramente auxiliar os agentes de fiscalização”, complementa Fernanda. IMG_1984

Nesta pesquisa foram utilizadas madeiras de espécies florestais provenientes do bioma cerrado e de reflorestamento. As espécies do bioma cerrado utilizadas foram a Cedrela sp. (Cedro), a Aspidosperma sp. (Peroba), o Jacaranda sp. (Jacarandá) e uma espécie desconhecida. As árvores nativas foram abatidas para implantação da represa no Rio Grande no município de Lavras, Minas Gerais. Para que se tenha representatividade quanto ao material genético utilizado em reflorestamentos no Brasil, foram utilizados clones de Eucalyptus provenientes de duas empresas florestais, a Vallourec, com foco na produção de carvão vegetal, e a Cenibra, com foco na produção de celulose e papel.

Além disso, nesse estudo os carvões foram submetidos a três tipos de temperaturas, 300º, 500º e 700º, para que pudesse obter mais homogeneidade nesse primeiro momento. A expectativa dos pesquisadores é de que novas análises sejam realizadas, com amostras reais, de distintas espécies e temperaturas, para que novas estatísticas sejam elaboradas. “A segunda etapa já está em andamento e novas espécies de madeira serão utilizadas na produção do carvão para que os resultados sejam incorporados ao banco de dados, com o objetivo de aumentar a representatividade das amostras para que os modelos de classificação possam ser aplicados em situações reais”, relata a estudante, que dará seguimento à pesquisa em seu doutorado.

Texto: Camila Caetano – jornalista/ bolsista UFLA

Estudantes estrangeiros já podem se inscrever para o exame Celpe-Bras

internacionalizacaoJá estão abertas as inscrições para a segunda e última aplicação do exame Celpe-Bras neste ano. O Celpe-Bras é o único certificado de proficiência em Língua Portuguesa para estrangeiros, reconhecido oficialmente pelo governo brasileiro, sendo desenvolvido e outorgado pelo Ministério da Educação (MEC).  Os estudantes estrangeiros da Universidade Federal de Lavras (UFLA) que tenham interesse podem se inscrever pelo site http://celpebras.inep.gov.br/inscricao/ até o dia 18/8.

As provas serão realizadas entre os dias 18 e 20 de outubro e ocorrerão, simultaneamente, em todos os postos aplicadores, no Brasil e no exterior. Em Belo Horizonte, os exames podem ser realizados na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet).

A professora Débora Racy Soares, responsável pelas disciplinas de Português como Língua Estrangeira na UFLA,  explica que o Celpe tem como objetivo certificar o nível de proficiência do aluno, por meio da avaliação do domínio de suas habilidades na língua-alvo, em situações de uso. No exame, composto pelas partes oral e escrita, tanto a produção quanto a compreensão em língua estrangeira são avaliadas. “Para efeito de certificação são considerados, em um único exame, quatro níveis de proficiência: intermediário, intermediário superior, avançado e avançado superior”, afirma a professora.

No ato da inscrição, além dos dados pessoais do candidato, será solicitado o preenchimento de um pequeno questionário, com informações sobre aspectos culturais do Brasil e aprendizado da língua portuguesa, entre outras. Após o preenchimento da ficha de inscrição, disponibilizada online, é preciso entrar em contato com o Posto Aplicador escolhido para a realização da prova.

Para a devida efetivação da inscrição, além do pagamento da taxa para a realização do exame (R$150), será necessário enviar comprovante de pagamento e cópia do documento de identificação com foto.

Em caso de dúvidas sobre o exame ou preenchimento do formulário, entre em contato com a professora Débora pelo ramal 4671 ou pelo e-mail debora.soares@ded.ufla.br

Veja a matéria: Aluna estrangeira da UFLA alcançou proficiência em Língua Portuguesa e foi aprovada no exame Celpe-Bras

Camila Caetano – jornalista/ bolsista UFLA 

UFLA na mídia: ginástica aeróbica nas olimpíadas e treinamento das atletas equatorianas

A equipe da EPTV Sul de Minas esteve mais uma vez na Universidade Federal de Lavras (UFLA). As reportagens retrataram a participação dos atletas da ginástica aeróbica da Universidade em uma das apresentações das Olimpíadas, e ainda a presença das atletas equatorianas Angela Tenório e Marizol Lamur, classificadas para os jogos olímpicos.

eptv_ginasticaOs ginastas da UFLA foram convidados a apresentar no FIG GALA pela Federação Internacional de Ginástica (FIG). De toda a equipe, composta por 23 atletas, oito representam a UFLA. A apresentação, a ser realizada no dia 17 de agosto, terá como técnico o professor do Departamento de Educação Física (DFE/UFLA), Luiz Henrique Maciel.

Clique aqui para assistir a matéria exibida no Jornal da EPTV, 1ª edição, nesta quinta-feira (28/7).

Já as atletas equatorianas, juntamente com o treinador Nelson Gutierrez Perez, chegaram ao sábado, 23 de julho, e eptv_atletasficam na UFLA até 10 de agosto. Angela Tenório é uma das melhores atletas do mundo, já foi vice-campeã mundial juvenil nos 100m em 2014 e bronze no mundial sub 18 em 2013. Um dos fatores que têm motivado o interesse dos atletas é a nova pista de atletismo da Universidade, na qual é possível realizar treinamentos mais específicos, permitindo que eles vivenciem condições mais próximas à realidade das competições.

Clique aqui para a matéria exibida no Jornal da EPTV, 1ª edição, nesta quinta-feira (28/7).

Texto: Camila Caetano – jornalista/ bolsista UFLA

PET na Praça deste domingo abordará serviços prestados pelo Departamento de Medicina Veterinária

petnapraçaSerá realizado no próximo domingo (31/7) mais uma edição do PET na Praça. Promovido pelos membros do Programa de Educação Tutorial em Medicina Veterinária da Universidade Federal de Lavras (PET-MV/UFLA), o projeto ocorre no último domingo de cada mês letivo. Em cada edição, é abordado um tema diferente relacionado à Medicina Veterinária.

Os integrantes estarão na Praça Dr. Augusto Silva entre 9h e 13h, levando informações à população sobre os setores que compõem o Departamento de Medicina Veterinária (DMV) da UFLA, destacando os principais serviços prestados, as espécies atendidas e seus respectivos horários de funcionamento.

Sob a coordenação do tutor, professor Henrique Resende, o projeto possui como finalidade orientar a comunidade de Lavras e região em diversas temáticas da área, levando informações à comunidade acerca de assuntos de relevância social ligados à prática veterinária.

 

Texto: Luciana Tereza, estagiária Ascom/UFLA