UFLA na Mídia: trabalho de recuperação da cultura de marmelo é exibido no Globo Rural

O professor Rafael Pio, do Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras (DAG/UFLA), participou de uma matéria sobre o cultivo de marmelos, exibida no Globo Rural, na edição do dia 16/4. Clique aqui para assistir a reportagem completa.

Há anos, Rafael Pio dedica-se a pesquisas dessa frutífera, envolvendo ações de extensão visando ao resgate da produção de marmelos em Minas Gerais, com cultivares altamente produtivos. Sete variedades estão sendo testadas em diferentes lugares do Estado.  “O marmelo, usado num dos doces mais antigos do Brasil, está escasso no sul de Minas Gerais. Justamente em municípios que já tiveram sua economia movida pela produção da marmelada. Por isso, agricultores, pesquisadores e a comunidade se mobilizaram para tentar retomar o cultivo da fruta. É um resgate também da história e da cultura da região”- trecho extraído da matéria.

O professor explica que a decadência do marmelo começou entre os anos 70 e 80. “Em 1990 existiam 1500 hectares cultivados por marmelo nesta região (Marmelópolis) e hoje algo em torno de 100 hectares. O marmelo é totalmente dependente da indústria. Se o preço começa a ficar muito baixo o produtor desanima e vai para outra atividade econômica”, comentou o professor no Globo Rural.

Clique aqui para assistir a reportagem completa.

Camila Caetano – jornalista, bolsista Dcom/Fapemig.

Esse conteúdo de popularização da ciência foi produzido com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais – Fapemig.

Tiro de Guerra em Lavras recebeu grupo de pesquisa Fesex para seminário sobre violências sexuais

Foto: Fesex

No dia 7/4, o grupo de pesquisa Relações entre Filosofia e Educação para a Sexualidade na Contemporaneidade: a Problemática da Formação Docente (Fesex) foi recebido no Tiro de Guerra (TG 04-031), em Lavras, para um seminário sobre violências sexuais.

A iniciativa integra o projeto “Borbulhando: enfrentamentos às violências sexuais nas infâncias no sul de Minas Gerais”, aprovado no Ministério da Educação (MEC) e coordenado pela professora do Departamento de Educação (DED) Cláudia Ribeiro. Recentemente, o Fesex lançou um livro – produto do projeto – e agora a meta é divulgar as informações por meio de seminários. “O compromisso é disseminar a obra, contemplando a formação política, interferindo para a formação da criticidade, levando ao conhecimento de cidadãos e cidadãs esta temática e fortalecendo ações que reflitam o respeito às crianças e adolescentes. A importância da prevenção e da denúncia das violências sexuais é um exemplo de ações a serem fortalecidas”, explica a professora.

Durante o evento, a professora e mestra em educação Gislaine de Fátima Ferreira da Silva, que faz parte do grupo, apresentou seu artigo intitulado “Manchas da violação: a expressividade das artes”, abordando a vida da pintora do Renascimento italiano, Artemísia Gentileschi e as violências sexuais sofridas por ela. A jornalista Fátima Ribeiro, também integrante do grupo, falou sobre a Rede de Proteção às infâncias e sobre a importância do envolvimento cidadão de cada um dos atiradores, e da instituição Tiro de Guerra, nessa Rede.

A professora Cláudia, que é também coordenadora do Fesex, apresentou o livro, abordando as violências sexuais, as violências de gênero a que são submetidas, em sua maioria, as mulheres, e falou sobre a violência que se esconde por trás de “brincadeiras” ofensivas.

O seminário no Tiro de Guerra, dirigido a um público de cem atiradores, foi o primeiro de uma série prevista para ocorrer em várias cidades do sul de Minas Gerais, disseminando as ideias veiculadas no livro “Borbulhando”. No local, a equipe foi recebida pelo Primeiro Sargento Jeferson e pelo Sargento Carlos.

A extensão, um dos pilares da universidade, é exercida pelo Grupo de Pesquisa Fesex  como uma intervenção política e de possibilidades de construção do conhecimento nas temáticas de gênero e sexualidade nas comunidades pelas quais circula.

Confira a agenda dos seminários Fesex:

Nepomuceno – 19/4

Boa Esperança – 11/5

Ingaí – 15/5

Perdões – 17/5

Campo Belo – 18/5

Três Corações – 21/6

Oliveira, Santana do Jacaré e Bom Sucesso – em negociação.

Informações: Fátima Ribeiro (jornalista e integrante do Fesex)

Fapemig lança chamada conjunta sobre Biobased Water Technology

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), em parceria com a Força Tarefa para Pesquisa Aplicada (SIA) da Organização Holandesa para Pesquisa Científica (NWO), lançou a chamada conjunta com o tema Biobased Water Technology.

O objetivo da iniciativa é apoiar projetos de pesquisa a serem elaborados conjuntamente por pesquisadores vinculados a Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação/ICTs em Minas Gerais e na Holanda, que configurem cooperação bilateral e estreita. É esperado que a atividade de pesquisa seja conduzida em ambos os lados e que a contribuição do projeto seja uniforme entre Minas Gerais e a Holanda.

Os recursos para essa chamada serão de, no máximo, 125 mil euros da parte holandesa, por meio da SIA. Da parte da Fapemig serão investidos até 125 mil euros, baseando-se no princípio de “esforço conjunto”, que é o empenho similar de pesquisa (aplicada) dos dois lados e não de despesas iguais para ambos. Dessa forma, é previsto que as candidaturas sejam destinadas a uma parceria balanceada, não especificamente em termos monetários, mas com compromissos e esforços equivalentes de pesquisa de ambos os parceiros.

A empresa mineira participante deve apoiar a proposta com uma contrapartida financeira de, pelo menos, 10% do total solicitado à Fapemig. Somente as propostas que forem avaliadas como muito boas serão elegíveis para o apoio financeiro.

Submissões

O prazo final para a submissão da expressão de interesse via ISAAC-system para a SIA é 12 de maio, às 14h, de acordo com o horário local na Holanda. O prazo de submissão para a FAPEMIG também é 12 de maio, às 14h, pelo horário de Brasília. Para candidatura da proposta de pesquisa completa, os candidatos de Minas Gerais devem preencher o formulário eletrônico do Everest, em português, e anexar os documentos complementares. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: aci@fapemig.br.

Biobased economy

A Biobased economy refere-se a uma economia em que produtos farmacêuticos, produtos químicos, materiais, transporte de combustíveis, eletricidade e calor e todos os tipos de insumos diários são feitos a partir de biomassa em substituição aos combustíveis fósseis, como petróleo, carvão ou gás natural. Para a presente chamada, o termo biobased activities é definido como atividades que transformam biomassa da agricultura, água e silvicultura (incluindo resíduos), como resíduos orgânicos sólidos e líquidos, em produtos de maior valor agregado, incluindo bioenergia e biomateriais.

Na Holanda, a Biobased economy tem sido amplamente adotada nos últimos dez anos. As razões mais importantes que levaram a essa adoção foram: busca por uma maior sustentabilidade, (redução das emissões de CO2), a consciência da disponibilidade finita dos combustíveis fósseis, e as oportunidades econômicas oferecidas às empresas holandesas por meio do uso de recursos e resíduos biológicos renováveis. Durante os últimos dez anos, o setor químico holandês expandiu suas empresas em 30% por meio da introdução de novos produtos no mercado, aumentando a produtividade em mais de 30% e reduzindo o consumo de energia, por tonelada de produto, em 25%.

O Brasil é reconhecido na área de biomassa, o que inclui a produção de etanol biológico derivado da cana-de-açúcar, produção de biodiesel de soja e o uso de madeira e minério de ferro para produção de aço. O país também possui muitos outros fluxos de resíduos que seriam úteis para a biobased economy, mas não são aproveitados (por exemplo, o biogás de resíduos agrícolas, resíduos biológicos sólidos etc.).

Acesse a chamada completa aqui.

Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da Fapemig pelo e-mail ci@fapemig.br .

Texto: Assessoria de Comunicação Social da Fapemig

Abertas as inscrições para o VIII Programa da Fundação Botín para o Fortalecimento da Função Pública na América Latina

A Fundação Botín iniciou no dia 21 de março a VIII Edição do “Programa para o Fortalecimento da Função Pública na América Latina”, um programa que pretende impulsionar o desenvolvimento da região por meio de uma rede de servidores públicos com alta capacidade e compromisso com o interesse geral.

A Fundação selecionará estudantes universitários latinoamericanos de alto potencial e vocação de serviço público. As candidaturas deverão ser realizadas até o dia 18/5 e a lista de candidatos selecionados será publicada no dia 12/7.

A formação começará no dia 4/10 na sede da Fundação Botín em Madrid, sendo finalizada no dia 22/11 no Rio de Janeiro (Brasil), na Fundação Getúlio Vargas.

O financiamento inclui todos os gastos de matrícula, viagem e estadia dos estudantes selecionados.

Consulte aqui os dados sobre o programa, requisitos, perfil do candidato e formulário para a inscrição.

Assista aqui o vídeo sobre o programa.

Mais informações podem ser consultadas aqui.

 

Teisa Bustamante Maglioni: estagiária Dcom/UFLA. 

Representantes da John Deere visitam a UFLA para conhecer o trabalho do Laboratório de Mobilidade Terrestre

Visitantes no espaço da John Deere na UFLA

Representantes da empresa John Deere estiveram na Universidade Federal de Lavras (UFLA) nesta terça-feira (11/4) para conhecer melhor o trabalho realizado pelo Laboratório de Mobilidade Terrestre (LMT) e discutir possibilidades de futuras parcerias. Na ocasião, também foi apresentado o Parque Científico e Tecnológico (Lavrastec).

Em parceria com a UFLA desde 2008, a multinacional do setor agrícola, desenvolve o projeto “Parceiros da Tecnologia”, que visa dar apoio à Universidade através das novas tecnologias desenvolvidas pela empresa e ao mesmo tempo, atuar junto à Universidade no desenvolvimento e formação dos estudantes. O assessor de Assuntos de Parcerias Público-Privadas da Reitoria da UFLA, professor Antônio Nazareno Guimarães Mendes, conduziu a visita. Ele contextualizou a história da Universidade e apresentou o crescimento do câmpus da UFLA nos últimos anos.

O professor Arthur de Miranda Neto do Núcleo de Eletricidade e Automação (DEG/UFLA), mostrou o trabalho realizado pelo LMT, em vigor desde 2014, integrando um amplo projeto elaborado em parceria com o Instituto Vedecom (Véhicule Décarboné Communicant et sa Mobilité). O projeto também conta com a colaboração de grupos de pesquisa no Brasil. 

O professor Arthur destacou a necessidade de se buscar novas soluções para a segurança no trânsito por meio de veículos autônomos e conectados, uma possibilidade para a diminuição da maior parte dos acidentes. “Os trabalhos caminham para um futuro em que carros e outros veículos poderão se deslocar pelas vias sem a intervenção de um motorista”.

Ele também apresentou o projeto desenvolvido, com a participação de diferentes professores e pesquisadores, para a estruturação, no câmpus, de uma pista para testes para veículos e tratores inteligentes. O professor enfatizou que, valorizando a tradição da instituição na área de Ciências Agrárias, a pista será também estratégica para projetos relacionados à agricultura de precisão. 

Os representantes da John Deere ressaltaram a importância de compreender as capacidades do LMT, a fim de verificar o que pode ser desenvolvido em conjunto com a empresa. Destacaram a multidisciplinariedade da Universidade no projeto de veículos inteligentes, como a participação das áreas de Direito e Administração e Economia, que podem auxiliar nas questões legais e relacionadas ao mercado. E ainda o trabalho com as peculiaridades das propriedades rurais, para que os veículos possam ser adaptados às diferentes demandas.

O professor Arthur destacou ainda que o laboratório já nasceu com um bom embasamento em pesquisas, com a responsabilidade de entender o impacto dessas novas tecnologias para a sociedade. “Os veículos inteligentes fazem parte da 4ª Revolução Industrial e é necessário pesquisar como essas tecnologias podem ser aplicadas também no campo. Outro fator importante é prepararmos nossos estudantes para esse mercado. A General Motors, por exemplo, abriu uma seleção para mil engenheiros com a finalidade de desenvolver carros autônomos. Acordos importantes já foram assinados com a Vedecom, o Techno Park Campinas, e o Inmetro. Nossa equipe está muito bem preparada, os membros possuem publicações de impacto, projetos com financiamentos aprovados e patente com a Renault na França”.

Durante a reunião, o pró-reitor de Extensão e Cultura, professor João José Granate de Sá e Melo Marques, fez uma apresentação do Parque Científico e Tecnológico (Lavrastec), o maior investimento de toda a história da UFLA. “Nossa Universidade é forte em Ciências Agrárias, pois damos suporte aos nossos estudantes. E o Parque Tecnológico é uma peça chave para alavancar ainda mais a Instituição. Além das empresas incubadoras, precisamos também de empresas âncoras, fortalecidas no mercado, que estejam interessadas nesse projeto”, ressaltou o pró-reitor ao mostrar as possibilidades do Lavrastec à John Deere.

A visita foi produtiva para mostrar todo o trabalho realizado na UFLA com a possibilidade de que novas parcerias sejam firmadas. “Com essas parcerias temos potencialidades para treinamentos, além de a Universidade possuir conhecimentos em diversas áreas que não temos contato, auxiliando em uma significativa troca de conhecimentos”, afirmou o gerente de entrega de treinamento da John Deere, Joel Bortoli. A supervisora de projetos da empresa, Candice Sega, salientou que a visita à UFLA fez toda diferença para poder estreitar o relacionamento com a Universidade.

Ao final, o reitor da UFLA, professor José Roberto Soares Scolforo, reforçou a qualificação e o compromisso da Universidade. “Temos uma Instituição de porte menor que tem se destacado nacionalmente. Um time de professores e estudantes comprometidos com os projetos que desenvolvemos. Nossos índices são cada vez melhores e se unirmos forças a tendência é de fortalecer cada vez mais a Universidade e as nossas parceiras. Nossa tradição é de ousar e acreditar no impossível, sempre empreendendo”.

Camila Caetano- jornalista, bolsista Dcom/Fapemig. 

Artigo produzido na UFLA discute “Masculinidades, feminilidades e educação matemática”

imagem ilustrativa

Há relação entre o ensino da matemática e as concepções sociais de gênero? O mestrando da Universidade Federal de Lavras (UFLA) Lucas Alves Lima Barbosa, do Programa de Pós Graduação em Educação (PPGE), buscou a resposta a essa questão e desenvolveu o artigo “Masculinidades, feminilidades e educação matemática: análise de gêneros sob a ótica discursiva de docentes matemáticos”.

Lucas entrevistou professores de matemática da rede pública de ensino do município de Inconfidentes, no sul de Minas Gerais, para verificar quais eram suas percepções sobre o aprendizado dos conteúdos por meninos e meninas. De acordo com o pesquisador, há instrumentos de medição da educação que passaram a incluir a identificação de gênero na análise dos resultados. “O que se observa é que, seguindo o senso comum, os números mostram um melhor desempenho dos meninos na matemática. O artigo, entretanto, busca refletir sobre o caráter socialmente construído dessa realidade.”

O trabalho adota a concepção de gênero, deixando bem definida sua diferenciação em relação à terminologia sexo. “Gênero é tudo aquilo que, socialmente e culturalmente, nos define como sendo homens ou mulheres. Pertencer a um determinado gênero acrescenta aos nossos feitios uma série de modos de agir, de se vestir, de se comunicar, de trabalhar, de se divertir e de se praticar a sexualidade”.

A partir das falas dos entrevistados, o autor argumenta que a dicotomia masculino/feminino no aprendizado da matemática não é algo natural, mas construído e reproduzido nos processos de ensino. As expectativas que os professores projetam sobre cada um dos dois grupos são diferentes, e acabam por fazer com que ofereçam maiores estímulos aos meninos.

Em geral, quando convidados a explicar os motivos pelos quais acreditam que meninas e meninos têm aproveitamentos diferentes em matemática, os professores apoiam-se em três grupos de argumentos: o de que o comportamento feminino é diferente do masculino; o de que as atividades desenvolvidas no cotidiano pelos meninos favorecem esse resultado e o aquele apoiado na naturalização (baseado na ideia de que é assim simplesmente por ser assim).

No estudo, são também observados os relatos dos professores sobre suas próprias experiências ao cursarem a graduação em matemática, as dificuldades e os estranhamentos com os quais se depararam.

O artigo “Masculinidades, feminilidades e educação matemática: análise de gêneros sob a ótica discursiva de docentes matemáticos” foi publicado na Revista Educação e Pesquisa, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Lucas é integrante do grupo de Pesquisa ‘Relações entre a filosofia e educação para a sexualidade na contemporaneidade: a problemática da formação docente (Fesex). Acesse aqui o texto completo.

Esse conteúdo de popularização da ciência foi produzido com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais – Fapemig.

Relatório de avaliação da gestão 2014/2017 da CPPD está disponível para consulta

A Comissão Permanente de Pessoal Docente da Universidade Federal de Lavras (CPPD/UFLA) elegeu, em março, novos representantes para a gestão do biênio 2017/2018. A equipe do período 2014/2017 fechou relatório de atividades, consolidando as informações sobre ações desenvolvidas ao longo desse tempo e os resultados alcançados.

As atividades realizadas englobaram ações como a reestruturação e organização de arquivos da Comissão; organizações no arquivo central; classificação e digitalização de normas jurídicas utilizadas; atualização constante da página da CPPD na Internet e disponibilização de normas relativas ao Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal, de modelos de requerimentos, de detalhamentos de procedimentos necessários, entre outros conteúdos. Também podem ser citadas a criação do banco de dados dos professores nomeados na Universidade e acompanhamento das carreiras; a análise de processos complexos; a criação de manuais; o estabelecimento de parcerias com órgãos da UFLA; a ministração de cursos e inúmeras outras rotinas, relatadas no documento.

Entre os resultados apresentados está a tramitação de 1.019 processos, entre 2014 e 2017, referentes a promoções/progressões, retribuição por titulação, aproveitamento de tempo, revisão de interstício, aceleração de promoção e homologação de estágio probatório. Os gráficos revelam um aumento da demanda por atuação da CPPD, na medida em que o quadro de professores da Universidade cresceu 51,29% de 2013 a 2017. É possível também observar a distribuição de professores entre as classes A, B, C, D e E, bem como outros indicadores (acesse aqui a íntegra do relatório).

O presidente da CPPD na gestão 2014-2017, professor Nilton Nagib Jorge Chalfun, enfatiza o compromisso adotado nesse período para que a CPPD se desenvolvesse adequadamente. “Foram inúmeras as atividades desenvolvidas pela nossa equipe de trabalho em prol de nossos docentes e não medimos esforços para realizá-las de forma honesta e de acordo com as leis ora vigentes, de modo a transformar a CPPD num órgão transparente e a serviço de nossa comunidade. Administradores, técnicos administrativos e estagiários, que atuam e atuaram na Comissão, agradecem a Deus e a toda a comunidade acadêmica, especialmente aos dirigentes da Universidade e aos colegas docentes, que nos elegeram e depositaram confiança e nos apoiaram em nosso trabalho desenvolvido. Desejamos muito sucesso para a nova gestão, que ora se inicia”.          

Programa de Mobilidade Acadêmica da Universidade de Brunei Darussalam amplia prazo de inscrição até 12/4

A Diretoria de Relações Internacionais da Universidade Federal de Lavras (DRI/UFLA) informa que o prazo de inscrições para o Programa de Mobilidade Acadêmica oferecido pela Universidade de Brunei Darussalam (UBD), em Brunei, foi prorrogado para 12 de abril. O Termo de Retificação do Edital UBD-GCUB 001/2017 está disponível para consulta.

A UBD, instituição parceira do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB), oferece cinco vagas em seu Programa de Mobilidade Acadêmica para alunos de graduação de todas as áreas do conhecimento matriculados em Universidades Associadas ao GCUB. A mobilidade acontecerá entre os meses de julho e dezembro de 2017 e as aulas serão ministradas em inglês.

Os candidatos selecionados serão isentos de taxas acadêmicas, mas deverão custear os demais gastos relacionados à viagem e ao período de estudos em Brunei.

Clique aqui para obter mais informações sobre o Programa

Camila Caetano – jornalista/ bolsista UFLA. 

Revista Coffee Science lança primeira edição de 2017

A revista científica brasileira especializada em cafeicultura, acaba de lançar a sua primeira edição de 2017. A Coffee Science (volume 12, número 1, 2017), é uma publicação vinculada à Universidade Federal de Lavras (UFLA) e ao Consórcio Pesquisa Café, reunindo resultados de pesquisas de diversas instituições brasileiras, visando promover o desenvolvimento da cafeicultura nas áreas de Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciência dos Alimentos e Ciências Sociais Aplicadas, material que vem contribuindo para o desenvolvimento da cafeicultura em diferentes áreas.  

A submissão de artigos originais e inéditos pode ser feita de forma contínua pelo site http://www.coffeescience.ufla.br. Informamos que a partir do V.11 Nº 4  2016 a Revista Coffee Science passou a ser publicada somente online, com acesso gratuito, conforme decisão do Comitê Editorial. Para acessar a revista online basta entrar no site e realizar o cadastro no menu superior da página. O cadastro permitirá ao leitor receber o sumário via e-mail a cada nova edição.  

Corpo editorial:

Editor-chefe: Flávio Meira Borém(UFLA)

Editores-executivos: Antônio Nazareno Guimarães Mendes (UFLA), Helena Maria Ramos Alves, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Luiz Gonzaga de Castro Júnior (UFLA), Marcelo Ribeiro Malta Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Rubens José Guimarães (UFLA), Samuel Pereira de Carvalho (UFLA)

Temas:

Nesta edição, quinze temas são apresentados, onde é possível saber mais sobre a caracterização de genótipos de Coffea arabica l. em área infestada pelo nematoide Meloidogyne paranaenses; cortes basais e substratos na formação de mudas clonais de cafeeiro canéfora; comparativo entre os atributos químicos do solo amostrados de forma convencional e em malha; estoques de carbono e nitrogênio no solo devido a mudança do uso da terra em áreas de cultivo de café em minas gerais; anatomia foliar, fisiologia e produtividade de cafeeiros em diferentes níveis de adubação; estudo sobre boas práticas agrícolas em uma associação de cafeicultores familiares por meio da análise de clusters; nitrogênio e potássio na intensidade da mancha aureolada do cafeeiro em solução nutritiva; deposição da calda de pulverização em diferentes volumes vegetativos de Coffea arabica L.; matéria seca em frutos, folhas e ramos plagiotrópicos de cafeeiros cultivados na Amazônia Ocidental; determinação do índice de volume de pulverização para a cultura do café; propagação vegetativa do cafeeiro (Coffea arabica L.) por miniestacas; comportamento de cultivares de cafeeiro sob a incidência das doenças da ferrugem e cercosporiose em dois ambientes de cultivo; fitotoxidez de óleos mineral, vegetal e adubo foliar em mudas de café; Influência do certifica minas café nas lavouras cafeeiras de Alfenas – Sul de Minas Gerais; e certificação fairtrade na cafeicultura brasileira: análises e perspectivas.  

Texto: ASCOM InovaCafé.

Simpósio realizado na UFLA abordou melhoramento genético aplicado a ruminantes e monogástricos

Abertura do evento, realizada na última quinta-feira (6/4)

O melhoramento genético animal foi tema do II Simpósio de Melhoramento Animal e Biotecnologia (II SIMAB) da Universidade Federal de Lavras (UFLA), organizado pelo Grupo de Melhoramento Animal e Biotecnologia (Gmab). Além dos estudantes da UFLA, participaram do evento alunos da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (ESALQ) e do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) do Campus de Bambuí.

Realizado entre os dias 6 e 8 de abril no Centro de Convenções da UFLA, o II SIMAB contou com dez palestras que abordaram temas de melhoramento genético aplicado a ruminantes e monogástricos, além de um curso teórico/prático, destaque do evento, sobre avaliação visual de raças zebuínas, ministrado pelo técnico da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) Luis Fernando Cintra Júnior. O evento teve como objetivo reunir profissionais renomados das áreas de melhoramento animal e biotecnologia, promovendo o intercâmbio e a interação com alunos e profissionais da área.

O melhoramento genético animal, apesar de ter a fundação teórica desenvolvida há anos, tem recentemente recebido grandes contribuições de acordo com a necessidade de melhoria genética imposta pelo mercado. Isso tem resultado não só no aumento de programas que desenvolvem avaliação genética de diversos rebanhos, mas, também na maior valorização dos animais portadores dessas avaliações.

O GMAB foi fundado em abril de 2012, com a orientação e motivação da professora Sarah Laguna Conceição Meirelles e o professor Rilke Tadeu Fonseca de Freitas. O grupo tem como intuito congregar estudantes de graduação, estudantes de pós-graduação, professores, pesquisadores, profissionais e produtores que se interessam e/ou tenham atividades relacionadas ao estudo e aplicação do Melhoramento Animal e Biotecnologias envolvidas como, por exemplo, na área de reprodução animal. 

Abertura Oficial

Mesa de honra da solenidade

A abertura do evento ocorreu na última quinta-feira (6/4), integrando a mesa de honra e solenidade esteve presente o assessor do reitor para Desenvolvimento Acadêmico e Assuntos Administrativos, professor Márcio Machado Ladeira; o chefe do Departamento de Zootecnia, professor Carlos Eduardo do Prado Saad; a professora orientadora do GMAB, professora Sarah Laguna Conceição Meirelles; e a discente coordenadora do GMAB, Izally Carvalho Gervásio.

Na ocasião, o professor Márcio, evidenciou ações da reitoria e de pró-reitorias. “Acabamos de ter a inauguração do novo prédio de gabinete do departamento de Zootecnia que deu condições para a melhoria das salas para os professores do departamento”. A seguir, destacou também a importância da realização dos eventos organizados pelos grupos e núcleos de Zootecnia como o GMAB, que favorecem para o engrandecimento do Departamento, além de ser mais uma “forma de transmitir ou gerar um pouco de conhecimento tanto para os estudantes da UFLA quanto para alunos de fora”, segundo Márcio.

A Professora Sarah comentou sobre a primeira edição do Simpósio ocorrida em novembro de 2014 e os objetivos e temas da segunda edição. “Nosso primeiro simpósio contou com palestras relacionadas com melhoramento genético de bovinos de corte e bovinos de leite, além de palestras voltadas ao mercado agropecuário. Nessa segunda edição, englobaremos temas relacionados a diversas outras espécies como bovinos, equinos, suínos e aves. Todas relacionadas à área de melhoramento genético e biotecnologia”.

Palestra de Abertura

Professor Renato Ribeiro de Lima (UFLA), moderador da palestra do professor Fabyano Fonseca e Silva (UFV)

A palestra de abertura foi ministrada pelo professor Fabyano Fonseca e Silva, da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Fabyano graduou-se em Zootecnia pela UFLA e fez mestrado e doutorado em estatística também na instituição. Fez pós-doutorado nos Estados Unidos e Holanda; especialização em seleção genômica pela Universidade Zaragoza na Espanha e pelo Institute for Pigs Genetics, na Holanda.

O professor Renato Ribeiro de Lima, do Departamento de Estatística (DES/UFLA), participou como moderador da palestra, enquanto Fabyano palestrou sobre Seleção Genômica: Noções Básicas e Aplicação ao Melhoramento Genético Animal.

Teisa Bustamante Maglioni e Mayara Toyama: estagiárias Dcom/UFLA.