Em novembro de 2010, ocorreu o primeiro Gym Fest, organizado por estudantes da disciplina Esportes Individuais III (Ginástica), com o objetivo de divulgar o esporte. Quase três anos depois, o festival chega à sua sexta edição: essa será realizada no dia 9 de setembro, às 19 horas, no Ginásio Poliesportivo I da UFLA. A entrada é gratuita.
Divididos em grupos, os estudantes matriculados na disciplina fazem apresentações, demonstrando movimentos de ginástica aeróbica aprendidos durante as aulas. Os alunos também orientam grupos de crianças, adolescentes e adultos para se apresentarem durante a atividade. Atletas do projeto de ginástica da UFLA também participam do Gym Fest.
O evento é um dos requisitos para a disciplina, ministrada pelo professor Luiz Henrique Maciel, do Departamento de Educação Física (DEF).
ENCERRAMENTO DA SEMANA DE CIÊNCIA, CULTURA E ARTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS (UFLA)
Nesse sábado (7), às 20 horas, o Grupo Teatro Construção apresenta a peça “Esperando Godot” de Samuel Beckett, com adaptação e direção de Ricardo Calixto. A peça será encenada no Teatro João Pereira de Carvalho, Antiga Estação Costa Pinto. A entrada é franca, mediante retirada de convites.
Elenco: Ernani Augustus, Gabriel Amaral, Karen Nunes, Marina Rufato e Rita Goulart
Os Convites estarão disponíveis na portaria do teatro no dia 07 de setembro, a partir de 16 horas, até esgotarem todos os convites. (Lembrando que são apenas 100 lugares),
Nascido em 1906, em Dublin, Samuel Beckett viveu a partir de 1937 na França, e lá faleceu em 1989. Considerado o pai do chamado “teatro do absurdo”, seus personagens estão sempre procurando ou esperando alguma coisa, embora imprecisos e indecisos quanto ao objeto desejado. Abordando a morte e o vazio da vida, Beckett criou um humor amargo, sombrio, levemente absurdo na sua disposição de ser irônico e zombeteiro.
Na história, dois vagabundos aguardam infinitamente, num descampado, a vinda do senhor Godot, que nunca aparece.
A rubrica inicial define: Estrada, árvore, à noite. Em cena Estragon e Vladimir. Aparentemente esperam um sujeito de nome Godot. Nada é esclarecido a respeito de quem é Godot ou o que eles desejam dele. Os dois iniciam longo diálogo, só interrompido quando da entrada de Pozzo e Lucky. Lucky carrega uma pesada mala que não larga um só instante. Após a partida destes, aparece um garoto anunciando novamente que Godot não virá, talvez amanhã. O diálogo final, que encerra o ato e a peça: Você poderá conferir marcando presença no teatro.
Quem andou com fé e adquiriu seu ingresso presenciou um maravilhoso show com o cantor Gilberto Gil, na noite de ontem (5), no Estádio da UFLA. Em uma apresentação especial, ele interpretou seus maiores sucessos e realçou o aniversário da Universidade Federal de Lavras com a sua música, combinando ritmos como rock, reggae, samba, forró e axé – um dom possível apenas para quem é capaz de misturar chiclete com banana.
Para Gil, é essa mistura que torna a música nacional tão característica e rica. “A música brasileira é ávida de ritmos latinos, africanos e europeus”. Jorge Benjor foi citado por ele como exemplo, em entrevista coletiva antes da apresentação.
Durante o show, Gilberto Gil levantou não só a torcida do Flamengo, mas todas (inclusive do Cruzeiro e Atlético Mineiro), com uma energia contagiante: aos 71 anos, cantou, tocou guitarra e violão, dançou pelo palco e interagiu com o público.
Como a apresentação integrou a Semana de Ciência, Cultura e Arte, ele ressaltou a ligação entre esses setores: “Educação e cultura sempre andaram juntas. E os universitários tiveram um papel importante nessa junção, ao longo da história brasileira”, analisou o cantor, lembrando a participação estudantil no movimento da Bossa Nova e no período militar.
Gil deixou aquele abraço para Lavras e parabenizou a UFLA pelo aniversário: “Completar 105 anos, consolidando-se, é um desafio para uma universidade localizada no interior do Brasil”, ressaltou, durante o show.
Com mais de 50 discos na carreira, Gilberto Gil é um ícone da música popular brasileira e vencedor de oito Grammys. Foi um pioneiro na utilização da internet, disponibilizando vasto material digitalmente, incluindo canções. Mas sua importância na cultura nacional não se restringe à música: na política, já foi ministro da Cultura do Brasil.
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O XIV Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal será realizado em Poços de Caldas (Sul de Minas Gerais), de 9 a 12 de setembro. A UFLA, no entanto, tem ao menos duas razões para dizer que os participantes desse evento se sentirão “em casa”: uma delas é que o congresso está sendo organizado por uma comissão de docentes da Universidade Federal de Lavras – José Donizeti Alves (presidente), Luiz Edson Mota de Oliveira (vice-presidente), Amauri Alves de Alvarenga (secretário) e João Paulo Rodrigues Alves Delfino Barbosa (tesoureiro).
Outra é que o evento marca o 25º aniversário do Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal da UFLA. “O curso mantém posição de destaque nacional nas pesquisas dessa área e é um orgulho participar desse momento”, declarou o professor José Donizeti Alves.
A comemoração dos 25 anos do Programa será de alto nível: a programação do congresso conta com palestras de renomados pesquisadores nacionais e internacionais, que atualizarão os participantes sobre temas que vão desde o panorama da área a aspectos detalhados da Fisiologia Vegetal, como fotossíntese e DNA. O palestrante de abertura é o professor Lincoln Taiz, da University of California, autor de famosos livros na área. Além das palestras, constituem a programação: minicursos, debates, mesas-redondas e apresentações de pôsteres.
As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas pelo site do evento: www.cbfv2013.com.br. No endereço, a programação e outros detalhes sobre o Congresso podem ser conferidos.
A Biodiversidade do Solo foi uma das seis temáticas em debate no Simpósio Internacional de Biodiversidade, realizado na Universidade Federal de Lavras (UFLA), de 2 a 4 de setembro. O evento permitiu a interação de estudantes e pesquisadores, com troca de experiências e prospecção de novas linhas de pesquisa.
Coordenada pela professora Fátima Moreira, do Departamento de Ciência do Solo (DCS), a plenária teve a participação de palestrantes de instituições de diversas regiões do Brasil (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa, Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, Universidade Federal de Brasília – UNB, Universidade Federal de Viçosa – UFV, Embrapa Agrobiologia e Embrapa Florestas), além da presença do professor Patrick Lavelle, da Université de Paris e membro da Academia de Ciências da França, com vasta experiência profissional em diversos países.
O tema Biodiversidade do Solo foi abordado em 11 palestras, com ênfase em diferentes assuntos como: biodiversidade global, micro-organismos, microfauna, mesofauna e macrofauna e microssimbiontes radiculares. Esses temas foram abordados do ponto de vista taxonômico e funcional, ressaltando a importância da biodiversidade do solo para a sustentabilidade dos ecossistemas e produção agrícola.
Internacionalização
Professora Fátima Moreira, Patrick Lavelle e o professor Marco Aurélio Carneiro
Na palestra de abertura, Patrick Lavelle ressaltou a necessidade de uma abordagem holística em função da complexidade, heterogeneidade e dinâmica do ecossistema solo. Pela primeira vez na UFLA, o pesquisador comentou sua experiência de parcerias desde 1995 no Brasil, em cooperação com instituições de pesquisa e universidades. Em especial, citou sua interação com a professora Fátima Moreira (UFLA), tendo participado em conjunto do Tropical Soil Biology in Fertility Program, programa de pesquisa internacional com fórum no Quênia, e também da Global Soil Biodiversit Assessment (GSBA), iniciativa global que investiga a biodiversidade do solo.
Em sua avaliação, as apresentações no Sinbio foram muito interessantes, com a presença de pesquisadores muito envolvidos e com rica interação. Lavelle sinalizou para a possibilidade de ampliação da cooperação com mais pesquisadores e sugeriu que os participantes do evento criem um fórum permanente de discussão, com visão holística, dos temas que envolvem a biodiversidade. “Com o Sinbio, a UFLA demonstrou que tem muita projeção e capacidade de buscar financiamentos para novos projetos de pesquisa”, reforçou.
Patrick Lavelle fez a palestra de abertura do Sinbio, apresentando o modelo geral do funcionamento do solo, com as especificidades de cada grupo e como eles se interagem.
O Guia do Participante – A Redação no Enem 2013 está disponível para consulta e download. Além de explicar a metodologia da correção nas redações, o documento contém indicações e explicações sobre o que é cobrado em cada uma das competências avaliadas na prova de redação da edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O guia foi lançado nessa quinta-feira (5), pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Cláudio Costa. “O guia explica de forma detalhada tudo o que os corretores esperam de uma boa redação, com dicas de como o estudante deve construir o texto, os argumentos que ele deve utilizar, o desenvolvimento do tema, o domínio da norma culta”, disse Mercadante. Para o ministro, o documento ajudará o estudante a preparar um bom texto. “A redação, às vezes, é decisiva para o candidato conseguir um bom curso.”
No guia, os estudantes terão contato com redações que receberam a pontuação máxima (nota 1.000) no Enem de 2012. Elas foram selecionadas por terem cumprido todas as exigências relativas às cinco competências avaliadas. Há ainda comentários sobre estrutura, proposta de intervenção e domínio da modalidade escrita formal, entre outros intens.
Este ano, participarão do exame 7,1 milhões de candidatos, número 24% superior ao total de inscritos na edição de 2012. As provas, nos dias 26 (sábado) e 27 (domingo, dia da redação) de outubro, terão início às 13 horas (de Brasília).
A equipe que acompanhará a correção contará este ano com 9,5 mil corretores. Testes iniciais indicam que 52% das redações terão recursos de ofício para o terceiro corretor, em função da redução da margem de discrepância. Este ano, a diferença entre as notas dos dois corretores independentes não pode ultrapassar 100 pontos — na edição anterior, era de 200. As redações serão corrigidas com base em cinco competências, que valem até 200 pontos:
I. Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita
II. Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo;
III. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista;
IV. Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação;
V. Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitados os direitos humanos.
Redações com discrepâncias acima de 80 pontos entre as competências também serão revistas por um terceiro corretor. Caso a discrepância permaneça, a revisão caberá a uma banca de especialistas. No ano passado, a prova de redação contou com 5,6 mil corretores, 230 supervisores e 12 coordenadores.
A partir desta edição, também está prevista a anulação das redações que apresentarem partes do texto deliberadamente desconectadas com o tema proposto, como estabelece o item 14.9.5 do edital do Enem de 2013.
Especiais — Este ano, equipes do MEC e do Inep monitoram mais de 70 mil casos que candidatos que requerem atendimento mais cuidadoso, como as lactantes e aqueles que precisam de ledores e transcritores, entre outros. Foram registradas 3.108 gestantes com previsão de parto para outubro —517 com nascimento previsto entre 20 e 31 de outubro. O ministro destacou que os casos especiais contarão com todo o tipo de suporte necessário.
A história e a tradição da UFLA são construídas pelos profissionais que atuam ou já trabalharam na instituição. Para valorizar a contribuição daqueles que já se aposentaram, é realizado um café da manhã durante a Semana Esaliana com os servidores aposentados e suas famílias. Neste ano, o café ocorreu na manhã de ontem (5/9), no Centro de Integração Universitária (Ciuni).
Os servidores que se aposentaram entre setembro de 2012 e agosto de 2013 receberam um certificado em homenagem ao tempo de serviço. A entrega foi feita pelo reitor da UFLA, professor José Roberto Soares Scolforo, pela vice-reitora, Édila Vilela de Resende Von Pinho, e pela pró-reitora de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, professora Valéria da Glória Pereira Brito.
O reitor agradeceu o empenho dos aposentados durante o trabalho: “Vocês fizeram da UFLA sua segunda casa. Isso nos diferencia de outras instituições e nos motiva para que continuemos a caminhada que vocês iniciaram”, afirmou.
O professor Marcos Assunção Pimenta, da UFMG, fará uma palestra sobre a física de nanomateriais, durante a Aula Magna do Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física. A palestra será hoje (6/9), às 19 horas, no Anfiteatro do Departamento de Ciências Exatas (DEX), com entrada franca.
O palestrante convidado é pesquisador do Departamento de Física da UFMG e coordenador do Instituto de Nanomateriais do INCT/CNPq.
As aulas do Mestrado Nacional em Ensino de Física começaram em 16 de agosto, no DEX. O programa possui uma grade curricular fundamental unificada nacionalmente, com especificidades em cada um dos 21 polos. A UFLA é um dos dois polos do curso em Minas Gerais.
O programa é voltado para professores de Física do Ensino Médio e Fundamental, coordenado pela Sociedade Brasileira de Física. Na UFLA, a professora Iraziet da Cunha Charret é a coordenadora.
A relação entre biodiversidade e cafeicultura foi o tema de uma das seis planárias do Simpósio Internacional de Biodiversidade, realizado na Universidade Federal de Lavras (UFLA) de 2 a 4 de setembro. Na terça-feira (3), melhoristas renomados das principais regiões produtoras de café apresentaram a aplicação da biodiversidade nos programas de melhoramento genético de café em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná.
O evento contou com a participação do professor Andre Charrier, da Ecole Nationale Superieure Agronomique de Montpellier e pesquisador do Institut de Recherche pour le Développement (IRD). Referência em melhoramento genético do cafeeiro, Charrier apresentou resultados de pesquisas para a descoberta de novas espécies de Coffea, principalmente na África e Madagascar. Citando a existência de 124 espécies de Coffea, comentou que conhecemos ainda pouco de todo o café selvagem existente no mundo.
Andre Charrier: conhecemos ainda pouco de todo o café selvagem existente no mundo
Ao apresentar a variabilidade genética nas espécies cultivadas e selvagens, o pesquisador fez um alerta para o risco de os programas de melhoramento andarem em descompasso com a velocidade com que as florestas que abrigam espécies selvagens são destruídas.
Para ampliar o número de acessos nos bancos de germoplasma brasileiros, Charrier sugere aos pesquisadores identificarem a relevância de determinada espécie para seus programas e a buscarem a associação em grupos de pesquisas interinstitucionais e internacionais. Hoje, o IRD mantém parcerias de pesquisas com instituições como o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e Embrapa Café.
Biodiversidade nos Estados
O pesquisador do Consórcio Pesquisa Café, Luiz Carlos Fazuoli (pesquisador aposentado do IAC), apresentou a cafeicultura no Estado de São Paulo, reforçando que mais de 90% das lavouras paulistas, dispersas em 200 mil hectares, são da variedade Mundo Novo e Catuaí. Ele destacou que existe uma gama de cultivares promissoras, mas que não são adotadas e não chegam ao campo.
Problema semelhante ao enfrentado em Minas Gerais, como apontou o pesquisador da Epamig e um dos mais conceituados melhoristas do Estado, Antônio Alves Pereira. Coordenador do Banco de Germoplasma de Café da Epamig, em Patrocínio, com 1576 acessos, Tonico, como é conhecido entre seus pares, comenta que depois do Catuaí, que significa “muito bom”, tornou-se difícil atrair a atenção dos cafeicultores para outras cultivares, desenvolvidas por diferentes instituições e ainda pouco aproveitadas.
Já no Estado do Paraná, o uso diversificado de cultivares é questão de sobrevivência. Segundo o pesquisador Tumoru Sera, do Iapar, o programa de melhoramento paranaense utilizou materiais provenientes de outros estados para o desenvolvimento de 14 cultivares que tem atendido de forma satisfatória os cafeicultores. Com problemas de chuva durante a colheita, torna-se necessário o plantio de variedades com diferentes estágios de maturação para reduzir o risco e o custo de produção com infraestrutura e mão de obra.
Café robusta de qualidade
Contrário ao pensamento de que todo café robusta tem baixa qualidade de bebida, o pesquisador Romário Gava Ferrão, do Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural (Incaper), apresentou as especificidades do programa de melhoramento no Espírito Santo que, em apenas 28 anos, foi capaz de promover um aumento de mais de 300% na produtividade das lavouras, saindo de 8 para 34 sacas/ha.
Vencido o desafio da produtividade, o programa de melhoramento agora tem como foco o uso da variabilidade genética para a identificação de materiais promissores no quesito qualidade e em compasso com as demandas da indústria. Entre os desafios do estado, está o desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o manejo da irrigação e de maquinários que permitam a colheita mecanizada.
Biodiversidade e sistemas de produção
O pesquisador do IAC, Oliveiro Guerreiro Filho apresentou um modelo de aplicação e uso da biodiversidade no desenvolvimento de novas variedades de café, em especial, no manejo de pragas como o bicho mineiro. Questionado sobre novas variedades, Guerreiro disse que existe a previsão de uma variedade com baixo teor de cafeína estar disponível para o plantio comercial em 2015.
O coordenador técnico estadual da Emater-MG, Julian Silva Carvalho, apresentou a biodiversidade em sistemas de produção integrados de café no Brasil, com ênfase no Programa Certifica Minas Café, que promove e incentiva a sustentabilidade da produção no Estado.
A planária Cafeicultura e Biodiversidade teve a coordenação dos professores de cafeicultura da UFLA Antônio Nazareno Guimarães Mendes e Rubens José Guimarães, com o apoio do Núcleo de Estudos em Cafeicultura – Necaf.
Na quarta-feira (4), os participantes da Plenária fizeram uma visita técnica à Fundação Procafé, em Varginha, e em uma grande fazenda de café de Alfenas. Na quinta-feira (5), o grupo visitou mais quatro fazendas de café na região.
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De 2 a 4 de setembro, a Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizou o Simpósio Internacional de Biodiversidade, como parte da programação da Semana de Ciência, Cultura e Arte, que celebra os 105 anos da Instituição. Durante três dias de intensa programação, estudantes e pesquisadores do Brasil e do exterior participaram de palestras, mesas-redondas e minicursos com a abordagem de seis temas principais: Biodiversidade do Solo; Biodiversidade Microbiana e Inovações para a Indústria; Diversidade Cultural e Biodiversidade no Brasil; Coleções de Culturas e Taxonomia de Cogumelos e Algas; Café e Biodiversidade; e Biodiversidade dos Biomas.
Ao todo, foram 27 prelecionistas de instituições renomadas no cenário nacional e 14 palestrantes convidados de oito países. Cada plenária contou com a participação de pesquisadores de referência em diferentes áreas, visando à discussão de assuntos relevantes e à ampliação de parcerias para a busca de soluções que tragam impacto no cenário ambiental e no agronegócio brasileiro.
Durante o evento, estudantes, pesquisadores e alunos de escolas públicas de Lavras percorreram a Feira Planeta Futuro: Cultura e Sustentabilidade, com a exposição de produtos e tecnologias em diversos estandes e apresentações culturais. Seis núcleos de Estudos da universidade também apresentaram resultados de pesquisa com a interação dos visitantes.
O reitor da UFLA, professor José Roberto Scolforo, avaliou o Sinbio de forma positiva, em especial por propiciar um fórum entre estudantes e pesquisadores sobre temas da atualidade que influenciam o desenvolvimento humano e a preservação da biodiversidade, favorecendo novos contatos e parcerias de pesquisa com renomados pesquisadores. Além disso, o Sinbio foi uma oportunidade para alunos de Lavras visitarem a Universidade, incentivando-os a prosseguirem os estudos com a possibilidade de inserção no ensino superior.
Para o pró-reitor de Pesquisa, professor José Maria de Lima, o Sinbio foi uma oportunidade de mesclar cultura, arte e ciência, favorecendo parcerias em pesquisas que vão ao encontro do projeto de internacionalização da UFLA. A coordenadora do evento, professora Rosane Freitas Schwan, enalteceu o Sinbio pela proposta de chamar a atenção de estudantes e docentes para a biodiversidade brasileira.
O Simpósio representa uma preparação para o Congresso Internacional de Biodiversidade, que a UFLA sediará em 2015.
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