{"id":953,"date":"2007-09-17T00:00:00","date_gmt":"2007-09-17T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2007\/09\/procura-por-ensino-superior-cresce-na-rede-privada\/"},"modified":"2007-09-17T00:00:00","modified_gmt":"2007-09-17T00:00:00","slug":"procura-por-ensino-superior-cresce-na-rede-privada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2007\/09\/17\/procura-por-ensino-superior-cresce-na-rede-privada\/","title":{"rendered":"Procura por ensino superior cresce na rede privada"},"content":{"rendered":"<p>Portal Terra, 14\/09\/07<\/p>\n<p>O n\u00famero de estudantes no ensino superior cresceu 13,2% de 2005 para 2006 segundo levantamento conduzido pelo IBGE para a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD), apresentada nesta sexta-feira. Nos demais n\u00edveis, houve decr\u00e9scimos (-4,5% no pr\u00e9-escolar e -0,9% no ensino m\u00e9dio) e um ligeiro aumento (0,5% no ensino fundamental). O IBGE acredita que uma das causas desse fen\u00f4meno \u00e9 envelhecimento populacional.<\/p>\n<p>Apesar de o n\u00famero de estudantes da rede p\u00fablica ainda ser significativamente maior que o da rede privada (43,7 milh\u00f5es contra 11,2 milh\u00f5es, respectivamente), de 2005 para 2006, o total de estudantes na rede particular cresceu 7,5%; enquanto na rede p\u00fablica diminuiu 0,7%.<\/p>\n<p>A tese do IBGE corrobora a expans\u00e3o da rede privada no n\u00edvel superior, que foi de 15,3%. Na amostragem por idade, o crescimento do ensino superior privado foi mais forte entre os alunos com mais de 25 anos: 5,5%.<\/p>\n<p>Norte e Centro-Oeste t\u00eam eleva\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Do total de pessoas de 5 anos ou mais no Brasil (173 milh\u00f5es), cerca de 54,9 milh\u00f5es (32%) freq\u00fcentavam escola em 2006, um aumento de 0,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2005. A eleva\u00e7\u00e3o no percentual de estudantes foi maior nas regi\u00f5es Norte e Centro-Oeste (1,3%, em cada).<\/p>\n<p>O IBGE cr\u00ea que essa informa\u00e7\u00e3o indique o maior ingresso ou perman\u00eancia na escola. O relat\u00f3rio destaca ainda que parte desse crescimento se deu com o aumento do n\u00famero de pessoas em idade escolar.<\/p>\n<p>AL e MS: cai n\u00famero de crian\u00e7as na escola<\/p>\n<p>Em rea\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de crian\u00e7as de 5 e seis anos de idade na escola, havia grandes diferen\u00e7as nos dados quando separados Estados. Em Rond\u00f4nia, 60,7% das crian\u00e7as entre 5 e 6 anos de idade estavam na escola em 2006 (2,9 pontos percentuais a mais que em 2005). J\u00e1 no Cear\u00e1, a taxa ficou em 93,2%, 2,1 pontos percentuais superior \u00e0 de 2005.<\/p>\n<p>Em Alagoas e Mato Grosso do Sul, por\u00e9m, houve redu\u00e7\u00f5es de 1,6 e 0,4 ponto percentual, respectivamente, nesse indicador, de 2005 para 2006, quando as taxas ficaram em 75,2% e 75,7% respectivamente. Foi no Esp\u00edrito Santo que a freq\u00fc\u00eancia de crian\u00e7as de 5 a 6 anos de idade \u00e0 escola ou creche mais cresceu em rela\u00e7\u00e3o a 2005: 9,2 pontos percentuais, atingindo 85,7%, em 2006.<\/p>\n<p>Para as pessoas de 18 a 24 e de 25 anos ou mais de idade, as participa\u00e7\u00f5es no sistema educacional em 2006 eram de 31,7% e 5,6%, respectivamente. Nas regi\u00f5es Norte (32,6% e 7,7%) e Nordeste (33,8% e 6,6%), estavam os maiores percentuais.<\/p>\n<p>Em todos os grupos de idade, as mulheres tinham um percentual maior de freq\u00fc\u00eancia \u00e0 escola que os homens. Para o grupo em idade escolar, de 5 a 17 anos de idade, as propor\u00e7\u00f5es de estudantes eram 92,4% entre as mulheres e 91,9% para os homens. Em todas as regi\u00f5es, a diferen\u00e7a ocorreu, n\u00e3o sendo muito significativa apenas no Centro-Oeste (0,1 ponto percentual).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portal Terra, 14\/09\/07 O n\u00famero de estudantes no ensino superior cresceu 13,2% de 2005 para 2006 segundo levantamento conduzido pelo IBGE para a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD), apresentada nesta sexta-feira. Nos demais n\u00edveis, houve decr\u00e9scimos (-4,5% no pr\u00e9-escolar e -0,9% no ensino m\u00e9dio) e um ligeiro aumento (0,5% no ensino fundamental). 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