{"id":951,"date":"2007-09-17T00:00:00","date_gmt":"2007-09-17T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2007\/09\/confira-os-lancamentos-das-editoras-universitarias-7\/"},"modified":"2007-09-17T00:00:00","modified_gmt":"2007-09-17T00:00:00","slug":"confira-os-lancamentos-das-editoras-universitarias-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2007\/09\/17\/confira-os-lancamentos-das-editoras-universitarias-7\/","title":{"rendered":"Confira os lan\u00e7amentos das editoras universit\u00e1rias"},"content":{"rendered":"<p>\u201cGeografares \u2013 n\u00ba 5\u201d, publica\u00e7\u00e3o do Departamento de Geografia da Ufes \u2013 O n\u00famero cinco da revista Geografares trata de temas diversificados em territ\u00f3rios m\u00faltiplos. Uma primeira s\u00e9rie de artigos aborda quest\u00f5es ligadas \u00e0 agricultura e aos espa\u00e7os costeiros, estudos de comunidades vegetais e das formas de conhecimento tradicional dos ciclos da natureza, e as rela\u00e7\u00f5es conflituosas de certa agricultura com as popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas. (UFES)<\/p>\n<p>\u201cO comum e a experi\u00eancia da linguagem\u201d, Sabrina Sedlmayer; C\u00e9sar Guimar\u00e3es; Georg Otte (Org.) \u2013 explora as instigantes inven\u00e7\u00f5es conceituais de \u201cA comunidade que vem\u201d, de Giorgio Agamben, contempladas em seus aspectos est\u00e9ticos, \u00e9ticos e pol\u00edticos, nos dom\u00ednios da literatura, da filosofia e do cinema. Os textos s\u00e3o percorridos por uma indaga\u00e7\u00e3o que orienta insistentemente a perspectiva de Agamben: de que modo a experi\u00eancia da linguagem pode constituir uma comunidade cuja pot\u00eancia reside no fato de que nela o tra\u00e7o comum n\u00e3o se guia pelas no\u00e7\u00f5es de identidade e pertencimento? (UFMG)<\/p>\n<p>&#8216;Movimento Estudantil Brasileiro e a Educa\u00e7\u00e3o Superior&#8217;, Michel Zaidan Filho e Ot\u00e1vio Luiz Machado (Orgs.) \u2013 a publica\u00e7\u00e3o representa um esfor\u00e7o de pesquisadores de diversos campos de conhecimento que estudaram ou vivenciaram o movimento estudantil brasileiro a partir dos anos 1950, que buscam empreender uma an\u00e1lise hist\u00f3rica e sociol\u00f3gica dos seguintes aspectos: sociabilidade juvenil, aprendizagem extracurricular, participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, juventudes, movimentos estudantis, casas e rep\u00fablicas estudantis, impactos da educa\u00e7\u00e3o superior, repress\u00e3o e ditadura militar, o papel da universidade na sociedade brasileira, reforma universit\u00e1ria, esquerda revolucion\u00e1ria, express\u00f5es culturais dos estudantes, sonho revolucion\u00e1rio, carreira profissional e outras quest\u00f5es. (UFPE)<\/p>\n<p>\u201cComputa\u00e7\u00e3o, cogni\u00e7\u00e3o, semiose\u201d, \u00c2ngelo Loula, Jo\u00e3o Queiroz e Ricardo R. Gudwin (Orgs.) \u2013 a obra \u00e9 uma reuni\u00e3o de textos no qual fil\u00f3sofos, ling\u00fcistas, estudiosos da Semi\u00f3tica e cientistas cognitivos abordam no\u00e7\u00f5es de semiose, mente, aprendizagem e intelig\u00eancia estendida e ocupacional. O livro discute os processos semi\u00f3ticos dos novos modelos computacionais e coloca em quest\u00e3o a possibilidade de sistemas artificiais viverem em um mundo semi\u00f3tico (de acordo com a no\u00e7\u00e3o de Umwelt). Aborda tamb\u00e9m os problemas te\u00f3rico, emp\u00edricos e metodol\u00f3gicos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade de criaturas biol\u00f3gicas n\u00e3o humanas de usar signos. A tem\u00e1tica da obra circunda as no\u00e7\u00f5es de \u201csemiose genu\u00edna\u201d, \u201cmundo fenomenal\u201d, m\u00e1quina semi\u00f3tica e s\u00edmbolo. (UFBA)<\/p>\n<p>\u201cHist\u00f3ria Natural da Marambaia\u201d, Luis Fernando Tavares de Menezes, Ariane Luna Peixoto &#038; Dorothy Sue Dunn de Ara\u00fajo \u2013 o objetivo do livro \u00e9 reunir a maior quantidade poss\u00edvel de informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas sobre a Marambaia, no Rio de Janeiro. A regi\u00e3o constitui um trecho da paisagem fluminense que preserva registros do contato do homem pr\u00e9-hist\u00f3rico com a natureza, al\u00e9m de ser importante \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o de restinga, manguezais e floresta atl\u00e2ntica, de incr\u00edvel e peculiar biodiversidade. (UFRRJ) <\/p>\n<p>\u201cEst\u00e2ncias: a palavra e o fantasma na cultura ocidental\u201d, Giorgio Agamben \u2013 a partir da quest\u00e3o do lugar pr\u00f3prio dos produtos do fazer humano, este livro prop\u00f5e a reconstru\u00e7\u00e3o de quatro momentos fundamentais da cultura europ\u00e9ia: a teoria do fantasma na poesia de amor do s\u00e9culo 13; o conceito de melancolia, desde os pais da Igreja at\u00e9 Freud; a obra de arte frente ao dom\u00ednio da mercadoria; a forma emblem\u00e1tica, desde o s\u00e9culo 16 at\u00e9 o nascimento da semiologia. (UFMG)<\/p>\n<p>\u201cObitu\u00e1rio Arquitet\u00f4nico: Pernambuco modernista\u201d, Luiz Amorim \u2013 a publica\u00e7\u00e3o traz como tema a conserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio modernista do estado de Pernambuco, sob a \u00f3tica da demoli\u00e7\u00e3o e descaracteriza\u00e7\u00e3o de seus exemplares mais significativos. A perda destes exemplares \u00e9 interpretada como uma morte arquitet\u00f4nica, que \u00e9 revelada atrav\u00e9s de suas diversas facetas. (UFPE)<\/p>\n<p>\u201cDiscurso, intera\u00e7\u00e3o e aprendizagem matem\u00e1tica em ambientes virtuais a dist\u00e2ncia\u201d, de Marcelo Almeida Bairral \u2013 o autor aborda a aprendizagem matem\u00e1tica em ambientes virtuais. Discuss\u00f5es te\u00f3rico-pr\u00e1ticas s\u00e3o feitas ao longo da obra com o objetivo principal de preencher lacunas metodol\u00f3gicas sobre a an\u00e1lise do aprendizado em processos de forma\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia. Embora os exemplos venham da matem\u00e1tica, o leitor de uma \u00e1rea n\u00e3o afim poder\u00e1 compreender com facilidade o seu prop\u00f3sito. A publica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o se limita aos estudiosos da EaD (Educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia). (UFRRJ) <\/p>\n<p>(Lilian Saldanha &#8211; Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Andifes)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cGeografares \u2013 n\u00ba 5\u201d, publica\u00e7\u00e3o do Departamento de Geografia da Ufes \u2013 O n\u00famero cinco da revista Geografares trata de temas diversificados em territ\u00f3rios m\u00faltiplos. 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