{"id":92994,"date":"2015-08-12T16:01:13","date_gmt":"2015-08-12T19:01:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=92994"},"modified":"2015-08-17T15:07:55","modified_gmt":"2015-08-17T18:07:55","slug":"chuva-de-meteoros-perseidas-podera-ser-observada-entre-128-e-148","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2015\/08\/12\/chuva-de-meteoros-perseidas-podera-ser-observada-entre-128-e-148\/","title":{"rendered":"Chuva de Meteoros Perseidas poder\u00e1 ser observada entre 12\/8 e 14\/8"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_92995\" aria-describedby=\"caption-attachment-92995\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/chuva-meteoros-perseida.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-92995 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/chuva-meteoros-perseida-249x166.jpg\" alt=\"chuva-meteoros-perseida\" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/chuva-meteoros-perseida-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/chuva-meteoros-perseida-612x407.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/chuva-meteoros-perseida.jpg 846w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-92995\" class=\"wp-caption-text\">Meteoro da chuva de meteoros Perseida (2009). Foto extra\u00edda da Wikipedia.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Depois da <a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/2015\/07\/31\/professores-do-projeto-a-magia-da-fisica-e-do-universo-comentam-o-fenomeno-lua-azul\/\">Lua Azul<\/a>, outro fen\u00f4meno astron\u00f4mico \u00e9 esperado para os pr\u00f3ximos dias \u2013 a chuva de meteoros Perseidas, conhecida como <em>L\u00e1grimas de San Lorenzo<\/em>. Novamente, os professores coordenadores do projeto \u201cA Magia da F\u00edsica e do Universo\u201d, Karen Luz Burgoa Rosso e Jos\u00e9 Nogales, d\u00e3o sua contribui\u00e7\u00e3o para dissemina\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico, explicando o que o observador poder\u00e1 contemplar no c\u00e9u, principalmente no pico do fen\u00f4meno: entre 12\/8 e 14\/8.<\/p>\n<p>Os interessados em contemplar o movimento de 60 meteoros por hora devem olhar na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Perseu, localizada entre o norte e leste. Essa observa\u00e7\u00e3o deve ser feita a partir das duas horas da madrugada. A lua crescente tamb\u00e9m dever\u00e1 estar vis\u00edvel, mas n\u00e3o impedir\u00e1 a observa\u00e7\u00e3o da chuva de meteoros. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio nenhum equipamento especial, como telesc\u00f3pios e bin\u00f3culos, para identificar o fen\u00f4meno. \u00c9 recomend\u00e1vel apenas que a pessoa esteja em um local escuro, longe da polui\u00e7\u00e3o luminosa das cidades. Um quintal que permita a observa\u00e7\u00e3o do horizonte e esteja livre de luzes pode ser uma boa op\u00e7\u00e3o, mas recomenda-se ficar por cerca de 30 minutos na escurid\u00e3o, para que haja dilata\u00e7\u00e3o das pupilas e, assim, a possibilidade de enxergar os meteoros de brilho menos intenso.<\/p>\n<p>Esta chuva de meteoros ocorre anualmente, quando a Terra cruza a \u00f3rbita do cometa Swift-Tuttle, que tem um per\u00edodo de transla\u00e7\u00e3o \u00e0 volta do Sol de 130 anos. Essa \u00f3rbita cont\u00e9m part\u00edculas pequenas como gr\u00e3os de areia e materiais rochosos. Elas foram liberadas da cauda do cometa quando de suas passagens pr\u00f3ximas ao Sol. Quando essas part\u00edculas entram na atmosfera da Terra, s\u00e3o aquecidas pelo atrito e se d\u00e1 a combust\u00e3o, fazendo com que elas brilhem por alguns segundos e deixem rastros de luz (assemelham-se a estrelas em movimento, por isso s\u00e3o chamadas estrelas cadentes).<\/p>\n<p>Entre os objetos celestes que passam perto da Terra por v\u00e1rias vezes, o cometa Swif-Tuttle \u00e9 o maior. Quando, em 69 a.C., os chineses observaram um comenta, provavelmente era o\u00a0Swif-Tuttle. A previs\u00e3o \u00e9 de que apare\u00e7a novamente em 2126. O que ser\u00e1 observado em agosto de 2015, portanto, \u00e9 apenas a \u201cchuva\u201d provocada por part\u00edculas que est\u00e3o em sua \u00f3rbita.<\/p>\n<p><strong>Para registrar o fen\u00f4meno<\/strong><\/p>\n<p>Uma forma de contar os meteoros durante o fen\u00f4meno \u00e9 fotograf\u00e1-los. \u00c9 necess\u00e1rio utilizar lentes grande angulares, em exposi\u00e7\u00f5es de longa dura\u00e7\u00e3o, com uso de trip\u00e9. Depois, \u00e9 s\u00f3 contar os tra\u00e7os aparecer\u00e3o nas fotos.<\/p>\n<p>Outra experi\u00eancia poss\u00edvel durante a chuva de meteoros \u00e9 com o r\u00e1dio. Sintonizando-o em uma esta\u00e7\u00e3o distante e fora de alcance, observa-se que o r\u00e1dio passa a funcionar bem quando os meteoritos entram na atmosfera, j\u00e1 que ionizam camadas de ar que refletem o sinal.<\/p>\n<p><strong>Associa\u00e7\u00e3o \u00e0s l\u00e1grimas de S\u00e3o Louren\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Louren\u00e7o foi um m\u00e1rtir cat\u00f3lico que viveu em Roma no segundo s\u00e9culo depois de Cristo. Seguindo persegui\u00e7\u00f5es do imperador romano Valeriano, foi queimado vivo. Nas noites seguintes \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, ocorreu a chuva de meteoros Perseidas e as pessoas associaram as imagens \u00e0s l\u00e1grimas do m\u00e1rtir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois da Lua Azul, outro fen\u00f4meno astron\u00f4mico \u00e9 esperado para os pr\u00f3ximos dias \u2013 a chuva de meteoros Perseidas, conhecida como L\u00e1grimas de San Lorenzo. 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