{"id":5672,"date":"2011-09-08T15:06:08","date_gmt":"2011-09-08T18:06:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=5672"},"modified":"2011-09-19T08:46:05","modified_gmt":"2011-09-19T11:46:05","slug":"desaceleracoes-nos-precos-dos-alimentos-e-promocoes-de-vestuario-influenciam-a-inflacao-de-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2011\/09\/08\/desaceleracoes-nos-precos-dos-alimentos-e-promocoes-de-vestuario-influenciam-a-inflacao-de-agosto\/","title":{"rendered":"Desacelera\u00e7\u00f5es nos pre\u00e7os dos alimentos e promo\u00e7\u00f5es de vestu\u00e1rio influenciam a infla\u00e7\u00e3o de agosto"},"content":{"rendered":"<p>No m\u00eas de agosto, a taxa de infla\u00e7\u00e3o estimada pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) ficou negativa em 0,64%, ou seja, houve defla\u00e7\u00e3o; no m\u00eas passado, o \u00edndice de infla\u00e7\u00e3o foi de 0,03%. Como explica o professor Ricardo Reis, coordenador da pesquisa, \u201cdefla\u00e7\u00e3o \u00e9 o inverso da infla\u00e7\u00e3o, n\u00e3o implicando que os pre\u00e7os de todos os produtos e servi\u00e7os que comp\u00f5em o \u00edndice tenham ca\u00eddo\u201d. Na defla\u00e7\u00e3o, o que cai \u00e9 a m\u00e9dia dos pre\u00e7os pesquisados, conforme sua pondera\u00e7\u00e3o (cada pre\u00e7o tem um peso no IPC).<\/p>\n<p>O professor afirma que a defla\u00e7\u00e3o de agosto ficou localizada em v\u00e1rios setores da economia, desde os alimentos, cuja queda m\u00e9dia foi de 0,14%, como as despesas com material de limpeza (-3,8%), gastos com higiene pessoal (-0,16%), vestu\u00e1rio (-2,85%), bens de consumo dur\u00e1veis \u2013 eletroeletr\u00f4nicos, eletrodom\u00e9sticos, m\u00f3veis e inform\u00e1tica, com redu\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os de 3,16% e despesas com transporte, cuja queda foi de 0,11%.<\/p>\n<p>No m\u00eas de agosto, a defla\u00e7\u00e3o dos alimentos ficou localizada nos produtos <em>in natura<\/em> (1,88%) e nos industrializados (1,08%). J\u00e1 os alimentos semielaborados tiveram alta de 1,26%.<\/p>\n<p>Entre os principais alimentos que tiveram queda em agosto, destacam-se: batata (6,81%); vagem (4,57%); alho (17,42%); quiabo (16,39%) e cebola (15,56%). De uma maneira geral, as frutas tiveram alta no m\u00eas. Entre os produtos <em>in natura<\/em>, a pesquisa identificou principalmente quedas nos pre\u00e7os da carne de frango (4,55). J\u00e1 o arroz teve alta de 2,34% e a carne su\u00edna, aumento m\u00e9dio de 6,81%. E entre os produtos industrializados, as maiores quedas ficaram nos seguintes itens: farinha de trigo, fub\u00e1, polvilho, macarr\u00e3o, margarina, mortadela, presunto e palmito.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as promo\u00e7\u00f5es da moda inverno foi outro setor pesquisado que ajudou a segurar a infla\u00e7\u00e3o de agosto. O prof. Ricardo explica que de cada R$100,00 gastos por um consumidor, R$27,00 s\u00e3o com alimentos e R$14,80 com despesas de vestu\u00e1rio. Praticamente quase a metade do or\u00e7amento dos consumidores s\u00e3o gastos com estas duas categorias. E os \u00faltimos indicadores de inadimpl\u00eancia indica um n\u00edvel preocupante no pagamento das presta\u00e7\u00f5es, o que leva o varejo a reduzir os pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Apesar do comportamento de baixa da maioria dos pre\u00e7os dos alimentos, o custo da cesta b\u00e1sica de alimentos para uma fam\u00edlia de quatro pessoas teve uma alta de 1,21%. Em julho, seu valor foi de R$ 368,50 e no m\u00eas de agosto, esta despesa subiu para R$ 372,96. Os maiores aumentos foram do a\u00e7\u00facar, arroz, derivados l\u00e1cteos e carne su\u00edna.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas de agosto, a taxa de infla\u00e7\u00e3o estimada pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) ficou negativa em 0,64%, ou seja, houve defla\u00e7\u00e3o; no m\u00eas passado, o \u00edndice de infla\u00e7\u00e3o foi de 0,03%. 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