{"id":5549,"date":"2011-09-05T14:29:37","date_gmt":"2011-09-05T17:29:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=5549"},"modified":"2011-09-06T19:18:32","modified_gmt":"2011-09-06T22:18:32","slug":"ferrugem-instituicoes-reforcam-necessidade-de-cooperacao-com-cifc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2011\/09\/05\/ferrugem-instituicoes-reforcam-necessidade-de-cooperacao-com-cifc\/","title":{"rendered":"Ferrugem: Institui\u00e7\u00f5es refor\u00e7am necessidade de coopera\u00e7\u00e3o com CIFC"},"content":{"rendered":"<p>Cibele Aguiar<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/05.09-V\u00e1rzeas-e-Sobral.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-5550\" title=\"05.09 V\u00e1rzeas e Sobral\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/05.09-V\u00e1rzeas-e-Sobral-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/05.09-V\u00e1rzeas-e-Sobral-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/05.09-V\u00e1rzeas-e-Sobral-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/05.09-V\u00e1rzeas-e-Sobral.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A ferrugem do cafeeiro (<em>H. Vastatrix<\/em>) nunca deixou de ser uma amea\u00e7a \u00e0 cafeicultura no Brasil, embora existam formas alternativas de conviv\u00eancia com a doen\u00e7a. Uma destas alternativas \u00e9 o uso de cultivares resistentes \u00e0 doen\u00e7a. Por\u00e9m, descobertas recentes na \u00cdndia indicam que as fontes de resist\u00eancia da maioria das variedades tornaram-se suscept\u00edveis nos \u00faltimos anos, representando uma amea\u00e7a para as cultivares derivadas destes h\u00edbridos. Al\u00e9m disso, surgem com frequencia novas ra\u00e7as de ferrugens, com potencial superior de virul\u00eancia e agressividade. Assim, existem alguns desafios ao Brasil: Qual ser\u00e1 a capacidade de ataque destas novas ra\u00e7as em lavouras brasileiras e o quanto as cultivares desenvolvidas conseguir\u00e3o manter uma resist\u00eancia duradoura?<\/p>\n<p>Depois de fazer uma apresenta\u00e7\u00e3o no VII Simp\u00f3sio Brasileiro de Pesquisas dos Caf\u00e9s do Brasil, em Arax\u00e1, o pesquisador do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o das Ferrugens do Cafeeiro (CIFC- Portugal), V\u00edtor V\u00e1rzea, fez uma apresenta\u00e7\u00e3o na sede da Unidade Sul de Minas da Epamig, em Lavras, para pesquisadores e estudantes que se dedicam ao tema. Tamb\u00e9m visitou o setor de cafeicultura da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em especial o Polo de Excel\u00eancia do Caf\u00e9, acompanhado do pr\u00f3-reitor de Extens\u00e3o e Cultura, professor Magno Patto Ramalho e do pesquisador da Epamig, Ant\u00f4nio Alves Pereira, o Tonico, uma das refer\u00eancias brasileiras no desenvolvimento de cultivares resistentes \u00e0 ferrugem.<\/p>\n<p>Na Epamig, a apresenta\u00e7\u00e3o de V\u00edtor V\u00e1rzea teve o objetivo de incentivar o debate sobre os novos desafios da doen\u00e7a, refor\u00e7ando a necessidade de intera\u00e7\u00e3o entre as institui\u00e7\u00f5es brasileiras e o CIFC para se buscar uma estrat\u00e9gia de conviv\u00eancia com este inimigo que continua como uma forte amea\u00e7a os cafeeiros. Em sua explana\u00e7\u00e3o, o pesquisador ressaltou a vulnerabilidade do cafeeiro \u00e0 ferrugem, o que exige uma estrat\u00e9gia conjunta de defesa para desvendar a forma como as novas ra\u00e7as se originam, bem como os aspectos envolvidos na perda de resist\u00eancia \u00e0 doen\u00e7a. Entre os participantes da reuni\u00e3o, o professor do Departamento de Fitopatologia da UFLA, M\u00e1rio Sobral.\u00a0<\/p>\n<p>O pesquisador do CIFC refor\u00e7ou a necessidade de um trabalho conjunto para que sejam identificados os genes de virul\u00eancia das ra\u00e7as locais, assim como a capacidade de desenvolvimento de novas ra\u00e7as no Brasil. O conhecimento de novas ra\u00e7as poder\u00e1 orientar novas fontes de resist\u00eancia. \u201cA ferrugem tem uma capacidade tremenda de sobreviv\u00eancia e de muta\u00e7\u00e3o para atacar o cafeeiro\u201d, sinaliza o pesquisador, lembrando \u00a0que a pesquisa deve estar atenta aos novos desafios, mesmo que seja para encontrar uma maneira eficiente de conviver com a doen\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ferrugem do cafeeiro (H. Vastatrix) nunca deixou de ser uma amea\u00e7a \u00e0 cafeicultura no Brasil, embora existam formas alternativas de conviv\u00eancia com a doen\u00e7a. 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