{"id":505,"date":"2006-10-25T00:00:00","date_gmt":"2006-10-25T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2006\/10\/alimentos-continuam-pressionando-inflacao\/"},"modified":"2006-10-25T00:00:00","modified_gmt":"2006-10-25T00:00:00","slug":"alimentos-continuam-pressionando-inflacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2006\/10\/25\/alimentos-continuam-pressionando-inflacao\/","title":{"rendered":"Alimentos continuam pressionando infla\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>\tA infla\u00e7\u00e3o medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC) da Universidade Federal de Lavras (UFLA) ficou em 0,34%, no m\u00eas de outubro. Em setembro, esse \u00edndice havia sido de 0,52%. Com essas varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os, a infla\u00e7\u00e3o medida pela UFLA, em 2006, est\u00e1 acumulada em 4,77%. <br \/>\n\tNovamente, o grupo alimentos voltou a influenciar a infla\u00e7\u00e3o mensal. Em outubro, os alimentos ficaram, em m\u00e9dia, mais caros 1,87%, lembrando que, no m\u00eas anterior, j\u00e1 haviam subido 2,37%. <br \/>\n\tDe acordo com o prof. Ricardo Reis, coordenador da pesquisa, o setor de alimentos \u00e9 o que mais pesa no or\u00e7amento das fam\u00edlias e essas altas influenciaram na infla\u00e7\u00e3o dos dois \u00faltimos meses; de cada R$100,00 gastos, R$26,83 s\u00e3o com g\u00eaneros aliment\u00edcios. Afirma, ainda, que at\u00e9 o m\u00eas de agosto, o grupo alimentos foi o que segurou a taxa inflacion\u00e1ria. De janeiro a agosto, esta categoria teve uma queda m\u00e9dia de pre\u00e7os de 2,28% e, nos dois \u00faltimos meses, subiu 4,29%. No acumulado do ano, a alta do setor est\u00e1 em 1,91%.<br \/>\n\tEm outubro, os produtos in natura subiram 0,7%, os semi-elaborados ficaram mais caros 5,02% e os industrializados tiveram uma queda de 0,31%. Na an\u00e1lise por itens, os maiores aumentos do m\u00eas ficaram com as carnes: a de frango aumentou 6,51%, a bovina, 5,55% e a carne su\u00edna, 3,45%. O pre\u00e7o do arroz teve uma alta de 6,03%, o do leite longa vida, 5,02%, o da manteiga, 4,18%, e o do p\u00e3o franc\u00eas, 2,4%. <br \/>\n\tEstes e outros aumentos do grupo aliment\u00edcio levaram, em 2006, \u00e0 maior varia\u00e7\u00e3o mensal de alta da cesta b\u00e1sica de alimentos para uma fam\u00edlia de quatro pessoas. Em outubro, esta varia\u00e7\u00e3o foi de 4,6%, e a cesta passou a custar para o consumidor R$249,89, contra R$238,89 no m\u00eas passado. De acordo com a pesquisa da UFLA, dos 17 produtos que comp\u00f5em esta cesta de alimentos, 12 tiveram aumentos de pre\u00e7os no m\u00eas.<br \/>\n \tA taxa de infla\u00e7\u00e3o de outubro s\u00f3 n\u00e3o foi maior devido \u00e0 queda nos pre\u00e7os da maioria dos grupos pesquisados: as bebidas ca\u00edram, em m\u00e9dia, 1,78%; a categoria bens de consumo dur\u00e1veis (eletrodom\u00e9sticos, m\u00f3veis e inform\u00e1tica), variou -0,46%; as despesas com transporte tiveram queda de 0,92%; produtos de higiene pessoal, -0,18%; material de limpeza, -1,82%; vestu\u00e1rio, -0,18% e educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, varia\u00e7\u00e3o negativa de 0,03%. <br \/>\n\tO levantamento mensal de pre\u00e7os n\u00e3o constatou varia\u00e7\u00e3o na m\u00e9dia dos pre\u00e7os que comp\u00f5em o setor de servi\u00e7os gerais (\u00e1gua, luz, telefone e g\u00e1s de cozinha), mas identificou altas nos gastos com lazer (0,11%) e moradia (0,07%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A infla\u00e7\u00e3o medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC) da Universidade Federal de Lavras (UFLA) ficou em 0,34%, no m\u00eas de outubro. 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