{"id":419,"date":"2006-04-18T00:00:00","date_gmt":"2006-04-18T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2006\/04\/ex-aluno-da-ufla-orienta-pesquisa-que-quantifica-componentes-do-solo-por-satelite\/"},"modified":"2006-04-18T00:00:00","modified_gmt":"2006-04-18T00:00:00","slug":"ex-aluno-da-ufla-orienta-pesquisa-que-quantifica-componentes-do-solo-por-satelite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2006\/04\/18\/ex-aluno-da-ufla-orienta-pesquisa-que-quantifica-componentes-do-solo-por-satelite\/","title":{"rendered":"Ex-aluno da Ufla orienta pesquisa que quantifica componentes do solo por sat\u00e9lite"},"content":{"rendered":"<p>Por meio de sensores localizados a aproximadamente 800 Km da superf\u00edcie da terra, uma proposta in\u00e9dita revela uma t\u00e9cnica alternativa e complementar para se distinguir um solo argiloso de um arenoso por interm\u00e9dio de fotos de um sat\u00e9lite. Tradicionalmente, as amostras de terra s\u00e3o analisadas em laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>A tese de doutorado que indica que o procedimento \u00e9 poss\u00edvel \u00e9 de Marcos Nanni. O aluno desenvolveu a pesquisa no Laborat\u00f3rio de Sensoriamento Remoto, do departamento de Solos e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas da ESALQ, orientado pelo professor Jos\u00e9 Alexandre M. Dematt\u00ea.<\/p>\n<p>Como exemplo da t\u00e9cnica utilizada, os pesquisadores mostram que a luz do sol incide na amostra de terra e interage em diferentes comprimentos de onda da natureza. O mais conhecido \u00e9 aquele detectado pelo olho humano, o vis\u00edvel. Entretanto, os equipamentos sensores captam a energia refletida pela amostra de terra nos mais diversos comprimentos de onda, inclusive aqueles que o olho humano n\u00e3o pode enxergar. <\/p>\n<p>Os componentes da amostra de terra (areia, argila e mat\u00e9ria org\u00e2nica) interagem com a luz nos diferentes comprimentos de onda permitindo que a mesma seja captada pelo sensor. Esse resultado ent\u00e3o \u00e9 analisado e interpretado, gerando modelos matem\u00e1ticos que visam estimar o quanto tem de cada componente na amostra de terra.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o desta an\u00e1lise permite gerar ao int\u00e9rprete informa\u00e7\u00f5es mais r\u00e1pidas sobre a terra que deseja avaliar, tornando-as \u00fateis para o conhecimento do solo e base para o desenvolvimento agr\u00edcola e ambiental.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da instala\u00e7\u00e3o de sensores em laborat\u00f3rios ou em sat\u00e9lites, a id\u00e9ia dos pesquisadores \u00e9 a coloca\u00e7\u00e3o destes sensores tamb\u00e9m em tratores para medi\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica dos componentes do solo.<\/p>\n<p>Vale destacar que um artigo cient\u00edfico com base na tese de doutorado de Marcos Nanni e de seu orientador, professor Alexandre Dematt\u00ea, foi publicado na mais conceituada revista do mundo na \u00e1rea de ci\u00eancia do solo, Soil Science Society of Am\u00e9rica Journal. O assunto foi motivo de capa na revista.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es: jamdemat@carpa.ciagri.usp.br<\/p>\n<p>\n <\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por meio de sensores localizados a aproximadamente 800 Km da superf\u00edcie da terra, uma proposta in\u00e9dita revela uma t\u00e9cnica alternativa e complementar para se distinguir um solo argiloso de um arenoso por interm\u00e9dio de fotos de um sat\u00e9lite. Tradicionalmente, as amostras de terra s\u00e3o analisadas em laborat\u00f3rio. 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