{"id":333,"date":"2005-05-03T00:00:00","date_gmt":"2005-05-03T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2005\/05\/solo-amazonico-e-investigado\/"},"modified":"2005-05-03T00:00:00","modified_gmt":"2005-05-03T00:00:00","slug":"solo-amazonico-e-investigado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2005\/05\/03\/solo-amazonico-e-investigado\/","title":{"rendered":"Solo amaz\u00f4nico \u00e9 investigado"},"content":{"rendered":"<p>Estudar a biodiversidade do solo de modo a maximizar a contribui\u00e7\u00e3o dos processos biol\u00f3gicos para aumentar a sustentabilidade dos ecossistemas e garantir produtividade agr\u00edcola. Estas s\u00e3o as principais metas do projeto de Conserva\u00e7\u00e3o, manejo e sustentabilidade da biodiversidade do solo. A id\u00e9ia do projeto come\u00e7ou em 1995 quando um grupo de 44 cientistas de 15 pa\u00edses se reuniu em Hyderabad, India. Em 1998 ele foi submetido ao programa ambiental (Unep) da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas com sede em Washington e aprovado em 2002 quando ent\u00e3o foi implantado em sete pa\u00edses com predomin\u00e2ncia de florestas tropicais (Brasil, M\u00e9xico, Uganda, Costa do Marfim, Qu\u00eania, Indon\u00e9sia, \u00cdndia).<\/p>\n<p>Cerca de 80 especialistas de renome mundial, entre cientistas e pesquisadores da \u00e1rea participaram de um encontro, em Manaus\/AM para discutir a import\u00e2ncia das pesquisas realizadas em solo amaz\u00f4nico.<\/p>\n<p>Os investimentos vindas da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial das Na\u00e7\u00f5es Unidas somam US$ 9 milh\u00f5es. No Brasil, o projeto que recebeu verba de US$ 875 mil para ser utilizada durantes 5 anos (a partir de 2002), ganhou o nome de Bios Brasil (www.biosbrasil.ufla.br). Os 36 cientistas e mais de 70 pessoas ligadas ao projeto entre t\u00e9cnicos, estudantes de inicia\u00e7\u00e3o cientifica, mestrado e doutorado escolheram o Amazonas para o in\u00edcio das pesquisas.<\/p>\n<p>A prof\u00aa F\u00e1tima Maria Moreira, do Departamento de Ci\u00eancia do Solo, da Universidade Federal de Lavras (Ufla), coordenadora do Projeto, comenta que \u201c o solo de Benjamin Constant\/AM foi escolhido entre v\u00e1rios solos brasileiros por ser uma \u00e1rea preservada, sem aceso a estradas, onde existe ainda uma biodiversidade quase intocada, o que facilita o trabalho inicial\u201d. <\/p>\n<p>A meta \u00e9 estudar animais como minhocas, cupins e \u00e1caros, al\u00e9m de microrganismos (fungos e bact\u00e9rias) que desempenham papel fundamental para manter a fertilidade do solo. \u201cEsses animais e microrganismos se alimentam de mat\u00e9ria org\u00e2nica como: folhas e madeira e nutrem o solo, o que pode trazer benef\u00edcios espec\u00edficos aos agricultores\u201d, afirma a prof\u00aa  F\u00e1tima Moreira.<\/p>\n<p>(Extra\u00eddo do Jornal Amazonas em Tempo, 13\/04\/2005, texto de Mariana Rocha )<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudar a biodiversidade do solo de modo a maximizar a contribui\u00e7\u00e3o dos processos biol\u00f3gicos para aumentar a sustentabilidade dos ecossistemas e garantir produtividade agr\u00edcola. Estas s\u00e3o as principais metas do projeto de Conserva\u00e7\u00e3o, manejo e sustentabilidade da biodiversidade do solo. A id\u00e9ia do projeto come\u00e7ou em 1995 quando um grupo de 44 cientistas de 15 &hellip; <a href=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2005\/05\/03\/solo-amazonico-e-investigado\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Solo amaz\u00f4nico \u00e9 investigado<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-333","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/333","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=333"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/333\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=333"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=333"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=333"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}