{"id":3219,"date":"2011-04-04T08:24:00","date_gmt":"2011-04-04T08:24:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2011\/04\/desaceleracao-nos-precos-dos-alimentos-influenciam-inflacao\/"},"modified":"2011-04-04T08:24:00","modified_gmt":"2011-04-04T08:24:00","slug":"desaceleracao-nos-precos-dos-alimentos-influenciam-inflacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2011\/04\/04\/desaceleracao-nos-precos-dos-alimentos-influenciam-inflacao\/","title":{"rendered":"Desacelera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos alimentos influenciam infla\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><!--[if gte mso 9]><xml>\n\n\n  Normal<br \/>\n  0<br \/>\n  21\n\n\n  <br \/>\n  false<br \/>\n  false<br \/>\n  false\n\n\n   \n\n\n   \n\n\n   \n\n\n  MicrosoftInternetExplorer4\n\n\n<\/xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><![endif]--><!--[if !mso]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\nst1\\:*{behavior:url(#ieooui) }\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><!--[if gte mso 10]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\n \/* Style Definitions *\/\n table.MsoNormalTable\n\t{mso-style-name:'Tabela normal';\n\tmso-style-parent:'';\n\tfont-size:10.0pt;'Times New Roman';}\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><\/p>\n<p>A taxa de infla&ccedil;&atilde;o medida pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor (IPC), do Departamento de Administra&ccedil;&atilde;o e Economia da Universidade Federal de Lavras (DAE\/Ufla), ficou em 0,16% no m&ecirc;s de mar&ccedil;o. Em janeiro, essa taxa inflacion&aacute;ria foi de 0,82%, e em fevereiro fechou em 0,3%.<\/p>\n<\/p>\n<p>Essa desacelera&ccedil;&atilde;o nos pre&ccedil;os em mar&ccedil;o ficou localizada nos alimentos semielaborados, que tiveram uma queda m&eacute;dia de 1,24%, puxadas pelas cota&ccedil;&otilde;es do arroz, que ficou mais barato para o consumidor, 4,56%, carne su&iacute;na, queda de 5,62% e carne bovina, cuja baixa foi de 1,72%. J&aacute; o pre&ccedil;o do feij&atilde;o teve uma alta de 13,72%. Em mar&ccedil;o, os alimentos industrializados tamb&eacute;m tiveram uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de pre&ccedil;os inferior a de fevereiro, cuja queda foi de 0,11%. E os produtos in natura mantiveram a tend&ecirc;ncia de alta no varejo, com aumento de 0,46%. No geral, a queda dos alimentos em mar&ccedil;o foi de 0,53%.<\/p>\n<\/p>\n<p>Al&eacute;m do feij&atilde;o, entre alimentos que tiveram as maiores altas para o consumidor em mar&ccedil;o, est&atilde;o os pre&ccedil;os do piment&atilde;o (14,65%), da couve (8,01%), do quiabo (11,44%), da cebola (17,66%) e das frutas em geral. E entre os industrializados, as altas concentraram na farinha de milho (6,37%), nos &oacute;leos de cozinha (6,69%) e no extrato de tomate, com aumento de 5,4%.<\/p>\n<\/p>\n<p>Mas os grandes vil&otilde;es da infla&ccedil;&atilde;o medida pela Ufla em mar&ccedil;o foram os setores de bebidas, cuja alta m&eacute;dia atingiu 1,62%, principalmente a cerveja (aumento de 4,36%), as despesas com transportes, com acr&eacute;scimo m&eacute;dio de 2,75%, puxadas pelos combust&iacute;veis (alta de 6,45%). Os produtos de material de limpeza tamb&eacute;m ficaram mais caros 1,62%, higiene pessoal, 0,68% e vestu&aacute;rio, com alta de 0,37%.<\/p>\n<\/p>\n<p>Entre as demais categorias que comp&otilde;em o IPC da Ufla, os itens que integram a categoria bens de consumo dur&aacute;veis (eletrodom&eacute;sticos, eletroeletr&ocirc;nicos, m&oacute;veis e inform&aacute;tica) ficaram mais baratos 0,65%; os demais setores pesquisados em mar&ccedil;o praticamente n&atilde;o tiveram altera&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os, como servi&ccedil;os gerais (&aacute;gua, luz, telefone e g&aacute;s de cozinha) e despesas com&nbsp;moradia, lazer e educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de.<\/p>\n<\/p>\n<p>O custo da cesta b&aacute;sica de alimentos para uma fam&iacute;lia de quatro pessoas teve uma alta em mar&ccedil;o de 0,4%, passando a valer R$374,68 contra o custo de R$373,18 em fevereiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de infla&ccedil;&atilde;o medida pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor (IPC), do Departamento de Administra&ccedil;&atilde;o e Economia da Universidade Federal de Lavras (DAE\/Ufla), ficou em 0,16% no m&ecirc;s de mar&ccedil;o. 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