{"id":3100,"date":"2010-12-13T08:58:00","date_gmt":"2010-12-13T08:58:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2010\/12\/pesquisas-da-ufla-vencem-premiacao-estadual\/"},"modified":"2010-12-13T08:58:00","modified_gmt":"2010-12-13T08:58:00","slug":"pesquisas-da-ufla-vencem-premiacao-estadual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2010\/12\/13\/pesquisas-da-ufla-vencem-premiacao-estadual\/","title":{"rendered":"Pesquisas da Ufla vencem premia\u00e7\u00e3o estadual"},"content":{"rendered":"<p><!--[if gte mso 9]><xml>\n\n\n  Normal<br \/>\n  0<br \/>\n  21\n\n\n  <br \/>\n  false<br \/>\n  false<br \/>\n  false\n\n\n   \n\n\n   \n\n\n   \n\n\n  MicrosoftInternetExplorer4\n\n\n<\/xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><![endif]--><!--[if !mso]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\nst1\\:*{behavior:url(#ieooui) }\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><!--[if gte mso 10]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\n \/* Style Definitions *\/\n table.MsoNormalTable\n\t{mso-style-name:'Tabela normal';\n\tmso-style-parent:'';\n\tfont-size:10.0pt;'Times New Roman';}\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><\/p>\n<p>Duas pesquisas desenvolvidas na Ufla foram vencedoras no 9&ordm; Pr&ecirc;mio Furnas Ouro Azul, promovido pelo Jornal Estado de Minas. Na categoria n&iacute;vel superior, o estudante Lucas Bragan&ccedil;a de Carvalho ficou em primeiro lugar. J&aacute; na modalidade Mestrado e Doutorado, a doutoranda em Agroqu&iacute;mica Maria Cristina Silva venceu a premia&ccedil;&atilde;o pelo segundo ano consecutivo. Os estudos foram baseados no uso racional dos recursos h&iacute;dricos.<\/p>\n<\/p>\n<p>O trabalho realizado por Maria Cristina oferece uma alternativa aos processos tradicionais voltados para o tratamento&nbsp;de efluentes coloridos&nbsp;por meio da biorremedia&ccedil;&atilde;o, processo que utiliza micro-organismos ou&nbsp; enzimas para degradar compostos poluentes. Ela testou uma enzima presente no nabo (peroxidase) capaz de atuar na descolora&ccedil;&atilde;o do corante Turqueza Remazol G 133%. A pesquisa foi orientada pela prof&ordf; Angelita Duarte Corr&ecirc;a, do Departamento de Qu&iacute;mica (DQI).<\/p>\n<\/p>\n<p>Segundo a estudante, o processo desenvolvido nesse projeto apresentou v&aacute;rias vantagens, quando comparado &agrave;s outras tecnologias que visam &agrave; remo&ccedil;&atilde;o da cor em solu&ccedil;&otilde;es aquosas. &ldquo;Os resultados esperados no uso e na conserva&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos est&atilde;o ligados &agrave; remo&ccedil;&atilde;o da cor de efluentes coloridos, permitindo o seu descarte no meio ambiente, ou mesmo a reutiliza&ccedil;&atilde;o dos banhos de tingimento, evitando uma s&eacute;rie de impactos ambientais decorrentes do descarte deles em corpos receptores de &aacute;gua&rdquo;.<\/p>\n<\/p>\n<div><strong>&nbsp;<\/strong><\/div>\n<\/p>\n<div><strong>T&eacute;cnica de baixo custo<\/strong><\/div>\n<\/p>\n<p>O estudante Lucas Bragan&ccedil;a de Carvalho, do curso de Qu&iacute;mica, utilizou a t&eacute;cnica da adsor&ccedil;&atilde;o, uma das mais empregadas para a remo&ccedil;&atilde;o efetiva da cor. Utilizando uma combina&ccedil;&atilde;o entre as propriedades das ciclodextrinas e s&iacute;licas, ele verificou que elas s&atilde;o capazes de remover o azul de metileno, com potencial para substituir outras t&eacute;cnicas de alto custo, devido &agrave; facilidade de obten&ccedil;&atilde;o, e boas propriedades de adsor&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<\/p>\n<p>Lucas foi orientado pela prof&ordf;. Luciana de Matos Alves Pinto, tamb&eacute;m do DQI. Ela explica que o trabalho contribui com a redu&ccedil;&atilde;o de impactos ambientais gerados pelo descarte indiscriminado de efluentes nos meios aquosos e diminui os custos com tratamento dos rejeitos a serem descartados ou reutilizados nos processos de produ&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O desenvolvimento de tecnologia adequada para o tratamento desses rejeitos tem sido alvo de interesse devido ao aumento da conscientiza&ccedil;&atilde;o e rigidez das regulamenta&ccedil;&otilde;es ambientais&rdquo;.<\/p>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div><strong>Furnas Ouro Azul <\/strong><\/div>\n<\/p>\n<p>O Pr&ecirc;mio Furnas Ouro Azul tem como objetivo valorizar projetos que se destaquem como exemplos de empresas e cidad&atilde;os quanto ao uso racional e &agrave; prote&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos em Minas Gerais. &Eacute; uma iniciativa dos Di&aacute;rios Associados, por meio do jornal Estado de Minas. Os projetos inscritos devem conter propostas de revitaliza&ccedil;&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos, com o envolvimento da comunidade com as quest&otilde;es ambientais, por meio de pr&aacute;ticas de conscientiza&ccedil;&atilde;o e estrat&eacute;gias que permitam o melhor aproveitamento desses recursos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas pesquisas desenvolvidas na Ufla foram vencedoras no 9&ordm; Pr&ecirc;mio Furnas Ouro Azul, promovido pelo Jornal Estado de Minas. Na categoria n&iacute;vel superior, o estudante Lucas Bragan&ccedil;a de Carvalho ficou em primeiro lugar. J&aacute; na modalidade Mestrado e Doutorado, a doutoranda em Agroqu&iacute;mica Maria Cristina Silva venceu a premia&ccedil;&atilde;o pelo segundo ano consecutivo. 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