{"id":3080,"date":"2010-11-30T09:29:00","date_gmt":"2010-11-30T09:29:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2010\/11\/pesquisa-revela-que-classe-d-ja-e-o-dobro-da-a-nas-ifes\/"},"modified":"2010-11-30T09:29:00","modified_gmt":"2010-11-30T09:29:00","slug":"pesquisa-revela-que-classe-d-ja-e-o-dobro-da-a-nas-ifes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2010\/11\/30\/pesquisa-revela-que-classe-d-ja-e-o-dobro-da-a-nas-ifes\/","title":{"rendered":"Pesquisa revela que Classe D j\u00e1 \u00e9 o dobro da A nas Ifes"},"content":{"rendered":"<p><!--[if gte mso 9]><xml>\n\n\n  Normal<br \/>\n  0<br \/>\n  21\n\n\n  <br \/>\n  false<br \/>\n  false<br \/>\n  false\n\n\n   \n\n\n   \n\n\n   \n\n\n  MicrosoftInternetExplorer4\n\n\n<\/xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><![endif]--><!--[if !mso]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\nst1\\:*{behavior:url(#ieooui) }\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><!--[if gte mso 10]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\n \/* Style Definitions *\/\n table.MsoNormalTable\n\t{mso-style-name:'Tabela normal';\n\tmso-style-parent:'';\n\tfont-size:10.0pt;'Times New Roman';}\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><\/p>\n<p>A classe D j&aacute; passou a classe A no n&uacute;mero total de estudantes nas universidades brasileiras p&uacute;blicas e privadas. Em 2002, havia 180 mil alunos da classe D no ensino superior. Sete anos depois, em 2009, eles eram quase cinco vezes mais e somavam 887,4 mil.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p>Em contrapartida, o total de universit&aacute;rios mais ricos caiu pela metade no per&iacute;odo, de 885,6 mil para 423, 4 mil. Os dados fazem parte de um estudo do instituto Data Popular. Renato Meirelles, respons&aacute;vel pela pesquisa, diz que essa &eacute; a primeira gera&ccedil;&atilde;o de universit&aacute;rios desta classe s&oacute;cioecon&ocirc;mica. &ldquo;Cerca de 100 mil estudantes da classe D ingressaram a cada ano nas faculdades brasileiras entre 2002 e 2009, e hoje temos a primeira gera&ccedil;&atilde;o de universit&aacute;rios desse estrato social&rdquo;.<\/p>\n<\/p>\n<p>Essa mudan&ccedil;a de perfil deve, segundo ele, ter impactos no mercado de consumo a m&eacute;dio prazo. Com maior n&iacute;vel de escolaridade, essa popula&ccedil;&atilde;o, que &eacute; a grande massa consumidora do pa&iacute;s, deve se tornar mais exigente na hora de ir &agrave;s compras.<\/p>\n<\/p>\n<p>O estudo, feito a partir dos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios) realizada pelo IBGE (do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica), revela, tamb&eacute;m, que as classes C e D atualmente respondem por 72,4% dos estudantes universit&aacute;rios. Em 2002, a participa&ccedil;&atilde;o dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p>S&atilde;o considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre um e tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos (de R$ 510 a R$ 1.530). Os estudantes da classe C t&ecirc;m rendimento familiar entre tr&ecirc;s e dez sal&aacute;rios m&iacute;nimos. J&aacute; na classe A, a renda est&aacute; acima de 20 sal&aacute;rios m&iacute;nimos (R$ 10.200).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A classe D j&aacute; passou a classe A no n&uacute;mero total de estudantes nas universidades brasileiras p&uacute;blicas e privadas. Em 2002, havia 180 mil alunos da classe D no ensino superior. 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