{"id":2854,"date":"2010-07-22T16:47:00","date_gmt":"2010-07-22T16:47:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2010\/07\/federais-mineiras-debatem-formacao-do-primeiro-consorcio-de-universidades-do-brasil\/"},"modified":"2010-07-22T16:47:00","modified_gmt":"2010-07-22T16:47:00","slug":"federais-mineiras-debatem-formacao-do-primeiro-consorcio-de-universidades-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2010\/07\/22\/federais-mineiras-debatem-formacao-do-primeiro-consorcio-de-universidades-do-brasil\/","title":{"rendered":"Federais mineiras debatem forma\u00e7\u00e3o do primeiro cons\u00f3rcio de universidades do Brasil"},"content":{"rendered":"<div>Reitores e representantes de universidades mineiras debateram com o ministro da Educa&ccedil;&atilde;o, Fernando Haddad, essa semana, a proposta de cria&ccedil;&atilde;o de um cons&oacute;rcio de institui&ccedil;&otilde;es federais de educa&ccedil;&atilde;o superior. O encontro reuniu reitores e representantes das universidades federais de Alfenas &#8211; UNIFAL, Itajub&aacute; &#8211; UNIFEI, Juiz de Fora &#8211; UFJF, Lavras &#8211; UFLA, S&atilde;o Jo&atilde;o del-Rei &#8211; UFSJ, Ouro Preto &ndash; UFOP e Vi&ccedil;osa &#8211; UFV, todas localizadas na regi&atilde;o sudeste de Minas Gerais.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Na proposta em debate, essas institui&ccedil;&otilde;es manteriam sua autonomia, mas formulariam um Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) comum &agrave;s sete IFES, conforme o PDI de cada uma. O poss&iacute;vel cons&oacute;rcio entre as institui&ccedil;&otilde;es mineiras permitiria a integra&ccedil;&atilde;o nos campos do ensino, gera&ccedil;&atilde;o de conhecimento, inova&ccedil;&atilde;o, extens&atilde;o e na transfer&ecirc;ncia de tecnologias, contribuindo ainda mais&nbsp;para o desenvolvimento regional e do pa&iacute;s. Esse cons&oacute;rcio possibilitaria, tamb&eacute;m, a cria&ccedil;&atilde;o de formas mais eficientes e eficazes para a utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos; parcerias para o desenvolvimento e troca de tecnologias e atua&ccedil;&atilde;o em &aacute;reas estrat&eacute;gicas.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div><strong>Parceria do &ldquo;ganha-ganha&rdquo;<\/strong><\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>O reitor da UFLA, prof. Ant&ocirc;nio Nazareno Guimar&atilde;es Mendes, que preside o FORIPES &ndash; F&oacute;rum de Dirigentes das Institui&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas de Ensino Superior de Minas Gerais (12 federais e 2 estaduais), reuniu-se, ainda,&nbsp;com o ministro Fernando Haddad, o secret&aacute;rio executivo do MEC, Henrique Paim, a secret&aacute;ria da SESu, Maria Paula Dallari e o presidente da Capes, Jorge Guimar&atilde;es, para discutir a proposta.&nbsp; Na ocasi&atilde;o, foram discutidas a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, a qualidade, a complementaridade de a&ccedil;&otilde;es das universidades e o potencial de cria&ccedil;&atilde;o do cons&oacute;rcio ainda em 2010. O reitor Nazareno apresentou os quantitativos das sete IFES em recursos humanos (docentes e t&eacute;cnicos administrativos altamente qualificados), cursos de gradua&ccedil;&atilde;o e de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o e localiza&ccedil;&atilde;o dos campi para o ensino presencial e na modalidade a dist&acirc;ncia.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>De acordo com o reitor, universidades em pa&iacute;ses da Europa e mesmo nos EUA j&aacute; experimentam este modelo de cons&oacute;rcio h&aacute; anos, com destaque nos rankings internacionais. A expectativa &eacute; que o Cons&oacute;rcio de Universidades Mineiras passe a figurar neste ranking, a m&eacute;dio prazo, pois &ldquo;somente as tr&ecirc;s universidades estaduais paulistas &ndash; USP, UNESP e UNICAMP &ndash; e outras tr&ecirc;s federais &ndash; UFMG, UFRJ e UFRGS &#8211; s&atilde;o citadas entre as 500 melhores do mundo. A sinergia resultante deste Cons&oacute;rcio possibilitar&aacute; que nossas IFES tenham escala, o que hoje somente &eacute; alcan&ccedil;ado pelas grandes universidades como as citadas acima. Estamos confiantes no sucesso desta iniciativa&rdquo;, diz ele.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>&ldquo;Poderemos otimizar recursos humanos, f&iacute;sicos, financeiros e materiais em programas de pesquisa e de extens&atilde;o, al&eacute;m de oferecer cursos, disciplinas e forma&ccedil;&atilde;o na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em conjunto, se for o caso. As sete universidades t&ecirc;m perfis distintos quanto &agrave;s &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o em que det&ecirc;m maior compet&ecirc;ncia instalada, sendo complementares. Al&eacute;m do que, esse projeto respeita as caracter&iacute;sticas e a autonomia de cada universidade, raz&atilde;o de confiarmos na aprecia&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel pelos nossos Conselhos Superiores, pr&oacute;ximo passo a ser dado. Todos os segmentos das comunidades universit&aacute;rias ser&atilde;o beneficiados (estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s), professores e t&eacute;cnicos administrativos. &Eacute; uma parceria do tipo ganha-ganha, juntos seremos mais fortes para dar respostas &agrave; sociedade, pois o que pretendemos &eacute; que o todo seja maior que a soma das partes&rdquo;, diz o prof. Nazareno.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div><strong>N&uacute;meros das universidades <\/strong><\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Em conjunto, essas institui&ccedil;&otilde;es possuem campus em 17 munic&iacute;pios e atendem p&oacute;los de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia em 55 cidades. Elas re&uacute;nem 3,5 mil professores, quatro mil t&eacute;cnicos administrativos, 41 mil estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o e 5,3 mil de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, oferecem 15,6 mil vagas de ingresso anual para 260 cursos presenciais de gradua&ccedil;&atilde;o e mais 111 cursos de mestrado e 59 de doutorado.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>As universidades s&atilde;o ainda reconhecidas pela qualidade dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s. Na gradua&ccedil;&atilde;o, todas contam com &iacute;ndice geral de cursos (IGC) entre quatro e cinco. A UFLA &eacute; a primeira deste ranking. Na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, 15 programas t&ecirc;m n&iacute;vel cinco; cinco t&ecirc;m n&iacute;vel seis e dois n&iacute;vel sete, o mais alto.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reitores e representantes de universidades mineiras debateram com o ministro da Educa&ccedil;&atilde;o, Fernando Haddad, essa semana, a proposta de cria&ccedil;&atilde;o de um cons&oacute;rcio de institui&ccedil;&otilde;es federais de educa&ccedil;&atilde;o superior. 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