{"id":2828,"date":"2010-06-29T08:59:00","date_gmt":"2010-06-29T08:59:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2010\/06\/investimento-em-inovacao-deve-superar-numeros-historicos\/"},"modified":"2010-06-29T08:59:00","modified_gmt":"2010-06-29T08:59:00","slug":"investimento-em-inovacao-deve-superar-numeros-historicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2010\/06\/29\/investimento-em-inovacao-deve-superar-numeros-historicos\/","title":{"rendered":"Investimento em inova\u00e7\u00e3o deve superar n\u00fameros hist\u00f3ricos"},"content":{"rendered":"<p>\n<meta content='text\/html; charset=utf-8' http-equiv='Content-Type' \/><br \/>\n<meta name='ProgId' content='Word.Document' \/><br \/>\n<meta name='Generator' content='Microsoft Word 11' \/><br \/>\n<meta name='Originator' content='Microsoft Word 11' \/><\/p>\n<link rel='File-List' href='file:\/\/\/C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml' \/>\n<p>\n<!--[if gte mso 9]><xml>\n\n\n  Normal<br \/>\n  0<br \/>\n  21\n\n\n  <br \/>\n  false<br \/>\n  false<br \/>\n  false\n\n\n   \n\n\n   \n\n\n   \n\n\n  MicrosoftInternetExplorer4\n\n\n<\/xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><![endif]--><!--[if !mso]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\nst1\\:*{behavior:url(#ieooui) }\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><\/p>\n<style type='text\/css'>\n<p><!--\n \/* Style Definitions *\/\n p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal\n\t{mso-style-parent:'';\n\tmargin:0cm;\n\tmargin-bottom:.0001pt;\n\tfont-size:12.0pt;'Times New Roman';\n\tmso-fareast-'Times New Roman';}\n@page Section1\n\t{size:595.3pt 841.9pt;\n\tmargin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;}\ndiv.Section1\n\t{page:Section1;}\n--><\/style>\n<\/p>\n<p>\n<!--[if gte mso 10]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\n \/* Style Definitions *\/\n table.MsoNormalTable\n\t{mso-style-name:'Tabela normal';\n\tmso-style-parent:'';\n\tfont-size:10.0pt;'Times New Roman';}\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><\/p>\n<p>Os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inova&ccedil;&atilde;o (PD&amp;I) crescem a cada ano no Brasil. Dados parciais do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (MCT) apontam para resultados ainda mais positivos para o relat&oacute;rio deste ano. A Secretaria de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico e Inova&ccedil;&atilde;o (Setec) espera, no caso da aplica&ccedil;&atilde;o da Lei do Bem, contabilizar cerca de 800 empresas e R$ 10 bilh&otilde;es de investimentos na &aacute;rea, relativos a 2009.<\/p>\n<\/p>\n<div>\nOs valores s&atilde;o significativamente maiores na compara&ccedil;&atilde;o com 2006, quando 130 empresas gastaram em torno de R$ 2 bilh&otilde;es em processos inovativos. Em 2007, eram 300 empresas e R$ 5,1 bilh&otilde;es de investimentos. O recorde foi superado em 2008, com um total de 460 ades&otilde;es e R$ 8,1 bilh&otilde;es investidos.<\/div>\n<\/p>\n<div>\nA previs&atilde;o, referente a 2009, est&aacute; baseada nas primeiras informa&ccedil;&otilde;es repassadas pelas empresas &agrave; Setec. O prazo para enviar os dados ao departamento encerra no final de julho, mas na avalia&ccedil;&atilde;o do secret&aacute;rio Ronaldo Mota j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel dizer que, felizmente, a crise financeira mundial teve pouco reflexo no sentido de estancar a trajet&oacute;ria da inova&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s. &ldquo;Tudo indica que as empresas brasileiras reagiram positivamente &agrave; crise, aumentando o seu n&iacute;vel de investimento, especialmente em inova&ccedil;&atilde;o. Podemos imaginar esses n&uacute;meros, com uma boa margem de acerto; e isso &eacute; significativo, algo da ordem de 0,30% do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma das riquezas do Pa&iacute;s)&rdquo;, calcula.<\/div>\n<\/p>\n<div>\nO crescimento de empresas inovadoras chegou a 350%, entre 2006 e 2008.&nbsp; Mota atribui as ades&otilde;es das empresas, durante o per&iacute;odo, aos novos incentivos fiscais e tribut&aacute;rios concedidos pelo governo Federal; por interm&eacute;dio da Lei de Inova&ccedil;&atilde;o e da Lei do Bem, entre outras iniciativas. &ldquo;A Lei de Inova&ccedil;&atilde;o, de 2004, abriu a possibilidade de ter processos de subven&ccedil;&atilde;o e a Lei do Bem, de 2005, disciplinou esse processo, entre outros aspectos; porque permitiu &agrave;s empresas declarantes do lucro real a terem um mecanismo efetivo de se isentarem de impostos proporcionalmente ao investimento feito em pesquisa desenvolvimento e inova&ccedil;&atilde;o&rdquo;, esclarece o secret&aacute;rio.<\/div>\n<\/p>\n<div>\nAs informa&ccedil;&otilde;es repassadas pelas empresas s&atilde;o avaliadas pela Setec que, ao final da an&aacute;lise, encaminha um relat&oacute;rio consolidado &agrave; Receita Federal. A empresa contabiliza os investimentos feitos, durante o exerc&iacute;cio fiscal, depois preenche um formul&aacute;rio, especificando as linhas de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico e os respectivos disp&ecirc;ndios, justificando o abatimento no imposto de renda e na Contribui&ccedil;&atilde;o Social sobre o Lucro L&iacute;quido (CSLL), bem como os c&aacute;lculos realizados, e envia &agrave; secretaria.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div><font color='#000080'><strong>Novos mecanismos <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<div>\nMota cita outras formas utilizadas pelo MCT para estimular a inova&ccedil;&atilde;o. Entre elas, a subven&ccedil;&atilde;o direta e concorrencial, feita por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao MCT. A ag&ecirc;ncia define as &aacute;reas priorit&aacute;rias e um comit&ecirc; de julgamento avalia o projeto apresentado pelas empresas. &ldquo;O financiamento &eacute; a fundo perdido, diretamente para a empresa, e permite que ela leve adiante a execu&ccedil;&atilde;o do plano de inova&ccedil;&atilde;o. A subven&ccedil;&atilde;o decorre da Lei de Inova&ccedil;&atilde;o. J&aacute; estamos pr&oacute;ximos de R$ 2 bilh&otilde;es de investimentos nesta modalidade&rdquo;, afirma.<\/div>\n<\/p>\n<div>\nMota diferencia ainda o termo inovar de modernizar. &ldquo;Modernizar &eacute; comprar equipamentos e adquirir instrumentos. Inovar &eacute; apostar em pesquisa, contratar ou se associar a produtores de conhecimento, ci&ecirc;ncia e tecnologia&rdquo;, explica.O Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec), criado pelo Decreto 6.259 de 20 de novembro de 2007, &eacute; um dos elementos que auxilia nessa trajet&oacute;ria, ao melhorar a organiza&ccedil;&atilde;o da oferta de conhecimentos, principalmente baseado nas demandas, aumentando a sinergia das a&ccedil;&otilde;es destinadas ao apoio &agrave;s empresas.<\/div>\n<\/p>\n<div>\nNeste sentido, o MCT investe na capacita&ccedil;&atilde;o de mais de 400 laborat&oacute;rios de calibra&ccedil;&atilde;o, ensaios e an&aacute;lises que ofertar&atilde;o &agrave;s empresas servi&ccedil;os de avalia&ccedil;&atilde;o da conformidade. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; oferecer o apoio necess&aacute;rio para garantir produtos brasileiros com selo de qualidade e condi&ccedil;&otilde;es de competir no mercado nacional e internacional.<\/div>\n<\/p>\n<p>Outra frente de a&ccedil;&atilde;o, no &acirc;mbito do Sibratec, est&aacute; presente em 22 estados com a implementa&ccedil;&atilde;o das redes estaduais de extens&atilde;o tecnol&oacute;gica que s&atilde;o destinadas a solucionar pequenos gargalos na gest&atilde;o tecnol&oacute;gica, projeto, desenvolvimento e produ&ccedil;&atilde;o das micro, pequenas e m&eacute;dias empresas. O sistema viabiliza o contato com institutos de tecnologia, centros de pesquisa e universidades, que possam prestar atendimentos tecnol&oacute;gicos por valores razoavelmente limitados, de at&eacute; R$ 30 mil.<\/p>\n<\/p>\n<p>&ldquo;O Sibratec constr&oacute;i uma ponte entre a academia (a excel&ecirc;ncia da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o) e o setor produtivo para facilitar a transfer&ecirc;ncia do conhecimento. Foram organizadas 14 redes de centros de inova&ccedil;&atilde;o em todo o Pa&iacute;s, em v&aacute;rias &aacute;reas do conhecimento que propiciam &agrave;s empresas desenvolver projetos cooperativos inovativos. O Sibratec\/Finep aportar&aacute; at&eacute; 95% do valor desses projetos, de acordo com o porte da empresa&rdquo;, acrescenta.<\/p>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div><font color='#000080'><strong>Inova&ccedil;&atilde;o recente <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o de Mota, apesar do crescimento verificado nos &uacute;ltimos anos, a tradi&ccedil;&atilde;o inovadora &eacute; recente no Brasil e precisa avan&ccedil;ar ainda mais para garantir o crescimento sustent&aacute;vel no futuro. Ele justifica que o processo de transfer&ecirc;ncia do conhecimento &eacute; fr&aacute;gil. O Pa&iacute;s &eacute; respons&aacute;vel por 2,4% da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica mundial, mas responde apenas por 0,2% do registro de patentes em todo o mundo.<\/p>\n<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; correto dizer que o Brasil investe pouco em pesquisa e inova&ccedil;&atilde;o porque a din&acirc;mica &eacute; acentuada e favor&aacute;vel. O que podemos dizer &eacute; que o h&aacute;bito, a pr&aacute;tica, a tradi&ccedil;&atilde;o da inova&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s, especialmente nas empresas, ainda &eacute; bastante recente, em especial no segmento industrial. Isso est&aacute; se dando num processo muito acelerado, mas &eacute; uma das nossas grandes dificuldades&rdquo;, reconhece.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inova&ccedil;&atilde;o (PD&amp;I) crescem a cada ano no Brasil. Dados parciais do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (MCT) apontam para resultados ainda mais positivos para o relat&oacute;rio deste ano. A Secretaria de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico e Inova&ccedil;&atilde;o (Setec) espera, no caso da aplica&ccedil;&atilde;o da Lei do Bem, contabilizar cerca de 800 &hellip; <a href=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2010\/06\/29\/investimento-em-inovacao-deve-superar-numeros-historicos\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Investimento em inova\u00e7\u00e3o deve superar n\u00fameros hist\u00f3ricos<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2828","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2828","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2828"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2828\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2828"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2828"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2828"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}