{"id":2642,"date":"2010-03-12T09:40:00","date_gmt":"2010-03-12T09:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2010\/03\/adufla-entra-no-combate-contra-o-mosquito-da-dengue\/"},"modified":"2010-03-12T09:40:00","modified_gmt":"2010-03-12T09:40:00","slug":"adufla-entra-no-combate-contra-o-mosquito-da-dengue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2010\/03\/12\/adufla-entra-no-combate-contra-o-mosquito-da-dengue\/","title":{"rendered":"Adufla entra no combate contra o mosquito da dengue"},"content":{"rendered":"<p>\n<meta content='text\/html; charset=utf-8' http-equiv='Content-Type' \/><br \/>\n<meta content='Word.Document' name='ProgId' \/><br \/>\n<meta content='Microsoft Word 11' name='Generator' \/><br \/>\n<meta content='Microsoft Word 11' name='Originator' \/><\/p>\n<link href='file:\/\/\/C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml' rel='File-List' \/>\n<p>\n<!--[if gte mso 9]><xml>\n\n\n  Normal<br \/>\n  0<br \/>\n  21\n\n\n  <br \/>\n  false<br \/>\n  false<br \/>\n  false\n\n\n   \n\n\n   \n\n\n   \n\n\n  MicrosoftInternetExplorer4\n\n\n<\/xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><![endif]--><!--[if !mso]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\nst1\\:*{behavior:url(#ieooui) }\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><\/p>\n<p><style type='text\/css'>\n<!--\n \/* Style Definitions *\/\n p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal\n\t{mso-style-parent:'';\n\tmargin:0cm;\n\tmargin-bottom:.0001pt;\n\tfont-size:12.0pt;'Times New Roman';\n\tmso-fareast-'Times New Roman';}\n@page Section1\n\t{size:595.3pt 841.9pt;\n\tmargin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;}\ndiv.Section1\n\t{page:Section1;}\n-->\n<\/style>\n<\/p>\n<p>\n<!--[if gte mso 10]><\/p>\n\n\n\n\n<style>\n \/* Style Definitions *\/\n table.MsoNormalTable\n\t{mso-style-name:'Tabela normal';\n\tmso-style-parent:'';\n\tfont-size:10.0pt;'Times New Roman';}\n<\/style>\n\n\n\n\n<p>\n<![endif]--><\/p>\n<p>A Associa&ccedil;&atilde;o dos Professores da Ufla (Adufla) alerta a todos os seus associados e a comunidade acad&ecirc;mica para uma situa&ccedil;&atilde;o que preocupa toda a popula&ccedil;&atilde;o. Os casos de dengue t&ecirc;m sido cada vez mais constantes e, por isso, &eacute; importante que cada um se conscientize de seu papel na luta contra a doen&ccedil;a. Diante desse cen&aacute;rio, a Adufla realiza no pr&oacute;ximo domingo, &agrave;s 09:30h, em sua sede campestre, uma palestra com o educador da Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica da Prefeitura de Lavras, Tadeu Alexandre Pereira e Costa.<\/p>\n<\/p>\n<div>O palestrante vai esclarecer as formas de contamina&ccedil;&atilde;o da dengue e mostrar que a &uacute;nica maneira de evitar a doen&ccedil;a &eacute; eliminar criadouros. Logo ap&oacute;s, os participantes v&atilde;o realizar um mutir&atilde;o na sede do clube para realizar a limpeza e eliminar poss&iacute;veis focos.<\/div>\n<\/p>\n<div>\n<p>Confira abaixo alguns esclarecimentos feitos pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de sobre a Dengue.<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n<div><font color='#003366'>&nbsp;<strong>1) O que &eacute; dengue? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>A dengue &eacute; uma doen&ccedil;a febril aguda. A pessoa pode adoecer quando o v&iacute;rus da dengue penetra no organismo, pela picada de um mosquito infectado, o <em>Aedes aegypti<\/em>.<\/p>\n<\/p>\n<p><font color='#003366'><strong>2) Quanto tempo depois de ser picado aparece a doen&ccedil;a? <\/strong><\/font><\/p>\n<\/p>\n<p>Se o mosquito estiver infectado, o per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o varia de 3 a 15 dias, sendo em m&eacute;dia de 5 a 6 dias.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>3) Quais s&atilde;o os sintomas da dengue? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>Os sintomas mais comuns s&atilde;o febre, dores no corpo, principalmente nas articula&ccedil;&otilde;es, e dor de cabe&ccedil;a. Tamb&eacute;m podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento, mais comum nas gengivas.<\/p>\n<\/p>\n<p><font color='#003366'><strong>4) O que devo fazer se aparecer alguns desses sintomas? <\/strong><\/font><\/p>\n<\/p>\n<div>Buscar o servi&ccedil;o de sa&uacute;de mais pr&oacute;ximo.<\/div>\n<\/p>\n<div>\n<p><font color='#003366'><strong>5) Como &eacute; feito o tratamento da dengue? <\/strong><\/font><\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n<p>N&atilde;o h&aacute; tratamento espec&iacute;fico para o paciente com dengue cl&aacute;ssico. O m&eacute;dico deve tratar os sintomas, como as dores de cabe&ccedil;a e no corpo, com analg&eacute;sicos e antit&eacute;rmicos (paracetamol e dipirona). Devem ser evitados os salicilatos, como o AAS e a Aspirina, j&aacute; que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifesta&ccedil;&otilde;es hemorr&aacute;gicas. &Eacute; importante tamb&eacute;m que o paciente fique em repouso e ingira bastante l&iacute;quido.<\/p>\n<\/p>\n<p>J&aacute; os pacientes com Febre Hemorr&aacute;gica do Dengue (FHD) devem ser observados cuidadosamente para identifica&ccedil;&atilde;o dos primeiros sinais de choque, como a queda de press&atilde;o. O per&iacute;odo cr&iacute;tico ocorre durante a transi&ccedil;&atilde;o da fase febril para a sem febre, geralmente ap&oacute;s o terceiro dia da doen&ccedil;a. A pessoa deixa de ter febre e isso leva a uma falsa sensa&ccedil;&atilde;o de melhora, mas em seguida o quadro cl&iacute;nico do paciente piora. Em casos menos graves, quando os v&ocirc;mitos amea&ccedil;arem causar desidrata&ccedil;&atilde;o, a reidrata&ccedil;&atilde;o pode ser feita em n&iacute;vel ambulatorial. A SVS alerta que alguns dos sintomas da dengue s&oacute; podem ser diagnosticados por um m&eacute;dico.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>6) A pessoa que pegar dengue pode morrer? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>A dengue, mesmo na forma cl&aacute;ssica, &eacute; uma doen&ccedil;a s&eacute;ria. Caso a pessoa seja portadora de alguma doen&ccedil;a cr&ocirc;nica, como problemas card&iacute;acos, devem ser tomados cuidados especiais. No entanto, ela &eacute; mais grave quando se apresenta na forma hemorr&aacute;gica. Nesse caso, quando tratada a tempo a pessoa n&atilde;o corre risco de morte.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>7) Quais os cuidados para n&atilde;o se pegar dengue? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>Como &eacute; praticamente imposs&iacute;vel eliminar o mosquito, &eacute; preciso identificar objetos que possam se transformar em criadouros do Aedes. Por exemplo, uma bacia no p&aacute;tio de uma casa &eacute; um risco, porque, com o ac&uacute;mulo da &aacute;gua da chuva, a f&ecirc;mea do mosquito poder&aacute; depositar os ovos neste local. Ent&atilde;o, o &uacute;nico modo &eacute; limpar e retirar tudo que possa acumular &aacute;gua e oferecer risco. Em 90% dos casos, o foco do mosquito est&aacute; nas resid&ecirc;ncias.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>8) O que devo fazer para evitar o mosquito da dengue?<\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>Para evitar o mosquito da dengue &eacute; preciso eliminar os focos do Aedes. A SVS preparou uma lista das medidas que as pessoas podem adotar para evitar que o Aedes se reproduza em sua casa.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>9) Depois de termos dengue, podemos pegar novamente?<\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>Sim, podemos, mas nunca do mesmo tipo de v&iacute;rus. Ou seja, a pessoa fica imune contra o tipo de v&iacute;rus que provocou a doen&ccedil;a, mas ela ainda poder&aacute; ser contaminada pelas outras tr&ecirc;s formas conhecidas do v&iacute;rus da dengue.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>10) Posso pegar dengue de uma pessoa doente? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>Em hip&oacute;tese alguma. N&atilde;o h&aacute; transmiss&atilde;o por contato direto de um doente ou de suas secre&ccedil;&otilde;es com uma pessoa sadia, nem de fontes de &aacute;gua ou alimento.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>11) Quantos tipos de v&iacute;rus da dengue existem? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>S&atilde;o conhecidos quatro sorotipos: 1, 2, 3 e 4, sendo que no Brasil n&atilde;o existe circula&ccedil;&atilde;o do tipo 4.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>12) Existe vacina contra a dengue? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>Ainda n&atilde;o, mas a comunidade cient&iacute;fica internacional e brasileira est&aacute; trabalhando firme neste prop&oacute;sito. Estimativas indicam que deveremos ter um imunizante contra a dengue em cinco anos. A vacina contra a dengue &eacute; mais complexa que as demais. A dengue, com quatro v&iacute;rus identificados at&eacute; o momento, &eacute; um desafio para os pesquisadores. Ser&aacute; necess&aacute;rio fazer uma combina&ccedil;&atilde;o de todos os v&iacute;rus para que se obtenha um imunizante realmente eficaz contra a doen&ccedil;a.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>13) Por que essa doen&ccedil;a ocorre no Brasil? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>&Eacute; um s&eacute;rio problema de sa&uacute;de p&uacute;blica em todo o mundo, especialmente nos pa&iacute;ses tropicais como o nosso, onde as condi&ccedil;&otilde;es do meio ambiente, aliado a caracter&iacute;sticas urbanas, favorecem o desenvolvimento e a prolifera&ccedil;&atilde;o do mosquito transmissor, o Aedes aegypti. Mais de 100 pa&iacute;ses em todos os continentes, exceto a Europa, registram a presen&ccedil;a do mosquito e casos da doen&ccedil;a.<\/p>\n<\/p>\n<div><font color='#003366'><strong>14) O Brasil est&aacute; com uma epidemia de dengue? <\/strong><\/font><\/div>\n<\/p>\n<p>N&atilde;o. No primeiro semestre do ano de 2004 n&atilde;o foram observados surtos ou epidemias no pa&iacute;s. Durante esse per&iacute;odo observamos uma redu&ccedil;&atilde;o de cerca de 80% nos casos notificados de dengue.<\/p>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Associa&ccedil;&atilde;o dos Professores da Ufla (Adufla) alerta a todos os seus associados e a comunidade acad&ecirc;mica para uma situa&ccedil;&atilde;o que preocupa toda a popula&ccedil;&atilde;o. Os casos de dengue t&ecirc;m sido cada vez mais constantes e, por isso, &eacute; importante que cada um se conscientize de seu papel na luta contra a doen&ccedil;a. 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