{"id":24004,"date":"2013-07-16T09:41:45","date_gmt":"2013-07-16T12:41:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=24004"},"modified":"2014-10-29T17:14:46","modified_gmt":"2014-10-29T20:14:46","slug":"pesquisa-desenvolvida-na-ufla-sobre-os-beneficios-da-casca-de-jabuticaba-e-destaque-no-estado-de-minas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2013\/07\/16\/pesquisa-desenvolvida-na-ufla-sobre-os-beneficios-da-casca-de-jabuticaba-e-destaque-no-estado-de-minas\/","title":{"rendered":"Pesquisa desenvolvida na UFLA sobre os benef\u00edcios da casca de jabuticaba \u00e9 destaque no Estado de Minas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/16.07-jabuticaba.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-24006\" alt=\"16.07 jabuticaba\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/16.07-jabuticaba-249x165.jpg\" width=\"249\" height=\"165\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/16.07-jabuticaba-249x165.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/16.07-jabuticaba.jpg 472w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a>Na edi\u00e7\u00e3o dessa segunda-feira (15), o jornal Estado de Minas trouxe reportagem especial sobre a pesquisa da professora Angelita Duarte Corr\u00eaa, do Departamento de Qu\u00edmica (DQI\/UFLA), que ressalta os benef\u00edcios da casca da jabuticaba para a sa\u00fade.<\/p>\n<p>Leia alguns trechos da reportagem:<\/p>\n<p>Rica em antioxidantes, a casca da jabuticaba \u00e9 objeto de uma s\u00e9rie de pesquisas voltadas para a explora\u00e7\u00e3o cada vez mais efetiva de seus benef\u00edcios para a alimenta\u00e7\u00e3o. Na Universidade Federal de Lavras (UFLA), no Sul de Minas Gerais, uma equipe de pesquisadores do Departamento de Qu\u00edmica refor\u00e7a os estudos sobre o fruto nativo do Brasil com avan\u00e7os importantes que j\u00e1 renderam, inclusive, patente registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A equipe chegou \u00e0 composi\u00e7\u00e3o de uma farinha e extrato da casca da jabuticaba que ser\u00e3o usados n\u00e3o apenas como corante, mas tamb\u00e9m como aditivos para enriquecer alimentos. At\u00e9 agora, j\u00e1 foram realizados testes com iogurtes e apresuntados, mas j\u00e1 h\u00e1 outros produtos na lista de experimentos.<\/p>\n<p>A professora e membro do grupo de pesquisas, Angelita Duarte Corr\u00eaa, conta que o detalhamento sobre a composi\u00e7\u00e3o nutricional da jabuticaba come\u00e7ou h\u00e1 mais de sete anos. \u201cUma aluna de doutorado fez a caracteriza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do fruto e de suas fra\u00e7\u00f5es (casca, poupa e semente). Constatamos a partir da\u00ed, que a casca era rica em compostos fen\u00f3licos, fibras \u2013 especialmente as sol\u00faveis \u2013 e tamb\u00e9m minerais\u201d, detalha a estudiosa.<\/p>\n<p>Os compostos fen\u00f3licos s\u00e3o justamente aqueles que concentram grupos de antioxidantes, respons\u00e1veis principalmente pelo combate de radicais livres, agentes no processo de envelhecimento celular. As fibras, por sua vez, auxiliam no trato digest\u00f3rio e as sol\u00faveis atuam na redu\u00e7\u00e3o do colesterol e na absor\u00e7\u00e3o de glicose. Quanto aos minerais, as concentra\u00e7\u00f5es mais expressivas registradas foram de ferro, pot\u00e1ssio, magn\u00e9sio e mangan\u00eas.<\/p>\n<p>Com o detalhamento realizado, o pr\u00f3ximo passo seria a extra\u00e7\u00e3o da riqueza presente na parte do fruto que normalmente \u00e9 descartada durante o consumo. \u201cVeio ent\u00e3o um segundo trabalho que culminou com a formula\u00e7\u00e3o da farinha e extrato da casca\u201d, explica Angelita. Para chegar a esses produtos finais, era fundamental que a extra\u00e7\u00e3o dos compostos fen\u00f3licos, fibras e minerais fosse a mais eficiente poss\u00edvel, mantendo os altos \u00edndices de concentra\u00e7\u00e3o. Para isso, chegou-se \u00e0 conclus\u00e3o que seria necess\u00e1rio secar a casca da jabuticaba em baixa temperatura. \u201cUtilizamos um processo chamado de liofiliza\u00e7\u00e3o, que seria o mais indicado uma vez que manteria grande parte dos constituintes da casca, se assemelhando \u00e0 composi\u00e7\u00e3o da forma in natura\u201d, detalha Angelita.<\/p>\n<p>O processo, por\u00e9m, \u00e9 muito oneroso. A alternativa para reduzir os custos foi partir para o secador de alimentos, no qual foram testadas temperaturas distintas. \u201cTrabalhamos com 30, 45 e 60 graus. Quer\u00edamos saber qual seria a outra op\u00e7\u00e3o que, ainda que apresentasse perdas, teria boas condi\u00e7\u00f5es e bons teores dos constituintes do fruto. Entre as tr\u00eas, o melhor resultado foi verificado naquela de 45 graus\u201d, explica a professora. Definida a forma de desidrata\u00e7\u00e3o utilizada, a casca segue para tritura\u00e7\u00e3o, onde ganhar\u00e1 cara de farinha.<\/p>\n<p>Conclu\u00edda a moagem, o produto passa por peneiras onde \u00e9 determinada a granulometria. Neste momento, tem-se a amostra de trabalho que ser\u00e1 aplicada nos alimentos. \u201cNo caso do iogurte, escolhemos concentra\u00e7\u00f5es da farinha que n\u00e3o alterariam o sabor do produto. Assim como part\u00edculas muito pequenas que n\u00e3o comprometeriam a quest\u00e3o sensorial\u201d, observa a pesquisadora.<\/p>\n<p>Texto:\u00a0Paula Takahashi<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/tecnologia\/2013\/07\/15\/interna_tecnologia,422654\/pesquisa-feita-em-lavras-mostra-todo-o-poder-da-casca-da-jabuticaba.shtml\">Leia a reportagem completa<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na edi\u00e7\u00e3o dessa segunda-feira (15), o jornal Estado de Minas trouxe reportagem especial sobre a pesquisa da professora Angelita Duarte Corr\u00eaa, do Departamento de Qu\u00edmica (DQI\/UFLA), que ressalta os benef\u00edcios da casca da jabuticaba para a sa\u00fade. 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