{"id":2204,"date":"2009-07-03T13:39:00","date_gmt":"2009-07-03T13:39:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2009\/07\/mec-estuda-mudar-regras-para-professores-das-universidades\/"},"modified":"2009-07-03T13:39:00","modified_gmt":"2009-07-03T13:39:00","slug":"mec-estuda-mudar-regras-para-professores-das-universidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2009\/07\/03\/mec-estuda-mudar-regras-para-professores-das-universidades\/","title":{"rendered":"MEC estuda mudar regras para professores das Universidades"},"content":{"rendered":"<div>O governo discute mudan&ccedil;as na carreira dos professores das universidades federais. A ideia &eacute; enviar projeto de lei ao Congresso definindo regras para a atua&ccedil;&atilde;o dos docentes contratados em regime de dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva. Uma das propostas &eacute; permitir que esses profissionais incorporem a seus sal&aacute;rios, dentro do limite constitucional de R$ 24.500, qualquer remunera&ccedil;&atilde;o por servi&ccedil;os que prestem a empresas privadas e &oacute;rg&atilde;os governamentais.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Quem optar por trabalhar na universidade em regime de dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva poder&aacute; ganhar uma nova gratifica&ccedil;&atilde;o. O assunto est&aacute; em discuss&atilde;o nos Minist&eacute;rios da Educa&ccedil;&atilde;o, Planejamento e Ci&ecirc;ncia e Tecnologia. Sindicatos de professores e reitores tamb&eacute;m j&aacute; foram consultados.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>A iniciativa de disciplinar a dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva, conhecida pela sigla DE, tem origem em ac&oacute;rd&atilde;o do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o que disciplina a rela&ccedil;&atilde;o das universidades federais com suas funda&ccedil;&otilde;es de apoio.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Atualmente, &eacute; comum que professores contratados em regime de DE participem de projetos de pesquisa intermediados pelas funda&ccedil;&otilde;es de apoio. Desse modo, eles recebem uma remunera&ccedil;&atilde;o extra via funda&ccedil;&atilde;o. Para o TCU, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; irregular.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>O tribunal concluiu que muitos projetos s&atilde;o contratados sem aprova&ccedil;&atilde;o nas inst&acirc;ncias acad&ecirc;micas das universidades, numa total falta de transpar&ecirc;ncia que abre brechas para desvios.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>O TCU entende que o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o j&aacute; paga um valor adicional por ter professores em DE.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Uma das propostas &eacute; que os professores em DE disponham de oito horas semanais para dedicar a projetos externos e incorporem a remunera&ccedil;&atilde;o &agrave; folha de pagamento das universidades, o que daria mais transpar&ecirc;ncia ao processo.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Outra proposta previa que, nesse caso, os professores perderiam o status de DE e seriam contratados pelo regime de 40 horas semanais.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div><strong>Mudan&ccedil;as no ensino m&eacute;dio ainda provocam d&uacute;vidas<\/strong><\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Quem acompanha a discuss&atilde;o diz que essa proposta foi abandonada e que o debate est&aacute; verde: &mdash; Estamos num momento de di&aacute;logo. N&atilde;o h&aacute; uma decis&atilde;o &mdash; disse um dos participantes do debate sobre o assunto.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>As mudan&ccedil;as no ensino m&eacute;dio aprovadas quarta-feira pelo Conselho Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o (CNE) ainda provocam d&uacute;vidas entre especialistas. A doutora Maria Sylvia Sim&otilde;es Bueno, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), criticou ontem o MEC por querer implantar o projeto, inicialmente, em cem escolas de todo o pa&iacute;s, que receber&atilde;o entre R$ 50 milh&otilde;es e R$ 100 milh&otilde;es do governo federal.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>&mdash; V&atilde;o financiar apenas cem escolas. S&oacute; aqui em S&atilde;o Paulo temos mais de 5 mil escolas de ensino m&eacute;dio. Eles falam no texto que n&atilde;o ser&atilde;o escolas-modelo, que &eacute; para come&ccedil;ar uma experi&ecirc;ncia. Esse tipo de projeto me cheira a politicagem.<\/div>\n<\/p>\n<div>Miriam Abramovay, coordenadora de pesquisa da Rede de Informa&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica LatinoAmericana (Ritla), disse que falta &agrave; escola entender o que os jovens pensam e falam: &mdash; Acho que &eacute; a primeira vez que est&aacute; se tentando dar voz &agrave; juventude. Eles (os alunos) podem escolher 20% das mat&eacute;rias, mas os professores t&ecirc;m que estar preparados para entender quem s&atilde;o esses jovens. Sen&atilde;o, eles escolhem as mat&eacute;rias, mas a escola continua chata.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo discute mudan&ccedil;as na carreira dos professores das universidades federais. A ideia &eacute; enviar projeto de lei ao Congresso definindo regras para a atua&ccedil;&atilde;o dos docentes contratados em regime de dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva. 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