{"id":2024,"date":"2009-04-02T15:51:00","date_gmt":"2009-04-02T15:51:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2009\/04\/estudo-aborda-efeitos-do-cafe-na-saude-de-diabeticos\/"},"modified":"2009-04-02T15:51:00","modified_gmt":"2009-04-02T15:51:00","slug":"estudo-aborda-efeitos-do-cafe-na-saude-de-diabeticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2009\/04\/02\/estudo-aborda-efeitos-do-cafe-na-saude-de-diabeticos\/","title":{"rendered":"Estudo aborda efeitos do caf\u00e9 na sa\u00fade de diab\u00e9ticos"},"content":{"rendered":"<div>Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de Lavras (Ufla) quer comprovar os efeitos do caf&eacute; como alimento funcional no tratamento da Diabetes Melito tipo II. Os trabalhos est&atilde;o sendo desenvolvidos pela mestranda em Ci&ecirc;ncias dos Alimentos, Danielly Mesquita Figueiredo que, na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, dia 07, &agrave;s 19h, ministra uma palestra sobre o assunto na Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo (Selt), com o apoio da Associa&ccedil;&atilde;o de Diab&eacute;ticos de Lavras. A entrada &eacute; gratuita e aberta a toda comunidade.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>Intitulada &ldquo;Consumo de caf&eacute; e seus efeitos sobre par&acirc;metros bioqu&iacute;micos, fisiol&oacute;gicos e atropom&eacute;tricos de indiv&iacute;duos adultos portadores de Diabetes Melito tipo II&rdquo;, a pesquisa &eacute; in&eacute;dita no Brasil e pretende avaliar os benef&iacute;cios do consumo de caf&eacute; e de diferentes compostos bioprotetores presentes na bebida. De acordo com a pesquisadora, o produto &eacute; um dos mais consumidos no mundo e h&aacute; muita especula&ccedil;&atilde;o sobre seu impacto na qualidade de vida. &ldquo;Muito se fala sobre caf&eacute; e sa&uacute;de, mas at&eacute; hoje n&atilde;o existe nenhum experimento cient&iacute;fico que comprove seus poss&iacute;veis benef&iacute;cios e malef&iacute;cios. Por isso a import&acirc;ncia do trabalho para desmitificar muitos boatos que existem sobre o caf&eacute;&rdquo;.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>A realiza&ccedil;&atilde;o da palestra faz parte das atividades do projeto. Seu objetivo, al&eacute;m de esclarecer algumas d&uacute;vidas sobre a bebida, &eacute; de conquistar a ades&atilde;o de volunt&aacute;rios que tenham a diabetes tipo II para participa&ccedil;&atilde;o nos experimentos. Segundo Danielly, os participantes ser&atilde;o divididos em tr&ecirc;s grupos. O primeiro ficar&aacute; sem tomar caf&eacute; e nenhum outro produto que contenha cafe&iacute;na; o segundo grupo estar&aacute; livre para consumir a bebida. J&aacute; o terceiro poder&aacute; apenas fazer uso do produto descafeinado. Os dois &uacute;ltimos ainda ser&atilde;o divididos em sub-grupos, considerando os n&iacute;veis de consumo di&aacute;rio de caf&eacute; e a freq&uuml;&ecirc;ncia de atividades f&iacute;sicas semanais.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>No in&iacute;cio dos experimentos, todos os volunt&aacute;rios ser&atilde;o submetidos a exames de hemograma, urina e teste ergom&eacute;trico. A cada dois meses, todos passam por uma avalia&ccedil;&atilde;o, para verificar o peso e as medidas. Ao final da pesquisa, que tem a dura&ccedil;&atilde;o de seis meses, os exames iniciais ser&atilde;o repetidos para se verificar, de forma comparativa, os efeitos do caf&eacute; no organismo.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>A mestranda esclarece a import&acirc;ncia do projeto, uma vez que o &iacute;ndice de pessoas que possuem a doen&ccedil;a vem aumentando a cada dia. &ldquo;Estima-se que cerca de 330 milh&otilde;es de pessoas no mundo todo estejam com esse tipo de diabetes em 2010. Se n&atilde;o houver uma preocupa&ccedil;&atilde;o em estudar e desvendar uma forma de comprovar que o caf&eacute; pode ser um alimento funcional que contribui para a qualidade de vida dessas pessoas, esse n&uacute;mero pode aumentar ainda mais&rdquo;.<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>A pesquisa faz parte do projeto &ldquo;Caf&eacute; e Sa&uacute;de&rdquo;, desenvolvido na Ufla sob a coordena&ccedil;&atilde;o geral do professor Carlos Jos&eacute; Pimenta. Al&eacute;m dos estudos com diabetes tipo II, outras seis linhas de pesquisa est&atilde;o inseridas no trabalho, com parceria com a Unilavras, Fagamon, UFMG e Epamig. Os experimentos s&atilde;o financiados pelo Cons&oacute;rcio Brasileiro de Pesquisas e Desenvolvimento do caf&eacute; (CBP&amp;D\/Caf&eacute;).<\/div>\n<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p>\n<div>A Selt fica na Rua Jo&atilde;o Pom&aacute;rico, s\/n, bairro Centen&aacute;rio.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><input type='image' height='205' alt='Mestranda Danielly Mesquita Figueiredo ' width='306' src='http:\/\/www.ascom.ufla.br\/_adm\/upload\/image\/foto.jpg' \/><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de Lavras (Ufla) quer comprovar os efeitos do caf&eacute; como alimento funcional no tratamento da Diabetes Melito tipo II. 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