{"id":19260,"date":"2013-01-31T11:16:32","date_gmt":"2013-01-31T14:16:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=19260"},"modified":"2013-02-05T10:53:21","modified_gmt":"2013-02-05T13:53:21","slug":"alimentos-in-natura-pressionam-inflacao-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2013\/01\/31\/alimentos-in-natura-pressionam-inflacao-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Alimentos \u201cin natura\u201d pressionam infla\u00e7\u00e3o de janeiro"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-14877\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/02.10-ipc2.jpg\" width=\"224\" height=\"168\" \/>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC) da UFLA apontou uma infla\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 2,33% em janeiro. O \u00edndice \u00e9 menor que o de dezembro, que ficou em 2,98%. De acordo com o professor Ricardo Reis (<a href=\"http:\/\/www.dae.ufla.br\">DAE<\/a>), coordenador da pesquisa, a taxa de infla\u00e7\u00e3o do primeiro m\u00eas do ano foi puxada principalmente pelas despesas com alimenta\u00e7\u00e3o (3,01%), higiene pessoal (5,79%), material de limpeza (2,13%), e gastos com vestu\u00e1rio (9,69%).<\/p>\n<p>O custo da cesta b\u00e1sica de alimentos subiu 2,62% em janeiro. A medi\u00e7\u00e3o considera os pre\u00e7os de 17 produtos para uma cesta b\u00e1sica de alimentos para uma fam\u00edlia de quatro pessoas. Em janeiro, esta cesta passou a custar R$410,48, em compara\u00e7\u00e3o com o valor de dezembro, R$399,98. As altas nos pre\u00e7os do arroz, da carne de frango, dos \u00f3leos e do tomate foram os que mais influenciaram o aumento deste m\u00eas.<\/p>\n<p>Entre os alimentos, as maiores altas aconteceram nos produtos <i>in natura<\/i>, com aumento no m\u00eas de 10,94%. Os \u201cvil\u00f5es\u201d foram o tomate, (alta de 38,0%), couve-flor (22,68%), batata (17,77%), vagem (15,66%), piment\u00e3o (14,63%), mandioca (12,98%), cenoura (12,02%) e as frutas em geral.<\/p>\n<p>Os produtos industrializados ficaram mais caros 7,36%, principalmente os derivados do trigo, a\u00e7\u00facar e \u00f3leos em geral. No entanto, os semielaborados seguram em parte a alta dos alimentos, com quedas de pre\u00e7o do feij\u00e3o (-7,0%) e das carnes su\u00edna (-1,17%) e bovina (-5,06%). Os itens que tiveram alta nesta categoria foram o arroz, que ficou 11,97% mais caro para o consumidor, e a carne de frango, com aumento de 6,47%.<\/p>\n<p>J\u00e1 o setor de educa\u00e7\u00e3o, que normalmente pressiona a infla\u00e7\u00e3o no in\u00edcio do ano, praticamente se manteve est\u00e1vel, tendo um aumento m\u00e9dio de 0,02%.<\/p>\n<p>Os demais grupos pesquisados pela UFLA tiveram as seguintes varia\u00e7\u00f5es: bens de consumo dur\u00e1veis (eletroeletr\u00f4nicos, eletrodom\u00e9sticos, m\u00f3veis e inform\u00e1tica) apresentaram queda m\u00e9dia de pre\u00e7os de 1,6% e bebidas ficaram mais baratas 6,9%. As demais categorias do IPC da UFLA mantiveram, em m\u00e9dia, pre\u00e7os est\u00e1veis em janeiro: servi\u00e7os gerais (\u00e1gua, luz, telefone e g\u00e1s de cozinha), moradia, transporte e despesas de lazer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC) da UFLA apontou uma infla\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 2,33% em janeiro. O \u00edndice \u00e9 menor que o de dezembro, que ficou em 2,98%. 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