{"id":158950,"date":"2018-07-06T10:58:52","date_gmt":"2018-07-06T13:58:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/?p=158950"},"modified":"2018-07-06T11:05:05","modified_gmt":"2018-07-06T14:05:05","slug":"cerne-crescimento-do-fator-de-impacto-faz-de-revista-cientifica-da-ufla-a-melhor-do-brasil-na-area-de-ciencias-florestais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2018\/07\/06\/cerne-crescimento-do-fator-de-impacto-faz-de-revista-cientifica-da-ufla-a-melhor-do-brasil-na-area-de-ciencias-florestais\/","title":{"rendered":"Cerne: crescimento no fator de impacto faz de revista cient\u00edfica da UFLA a melhor do Brasil em Ci\u00eancias Florestais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-158953\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne-249x180.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne-249x180.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne-120x87.jpg 120w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne.jpg 585w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a>O novo fator de impacto da revista cient\u00edfica Cerne, editada na Universidade Federal de Lavras (UFLA), colocou o peri\u00f3dico em posi\u00e7\u00e3o de destaque internacional, por meio de classifica\u00e7\u00e3o realizada pela base Web of Science. Com o resultado, a Cerne ocupa hoje a primeira posi\u00e7\u00e3o entre as revistas brasileiras da \u00e1rea de Ci\u00eancias Florestais com reconhecido fator de impacto. O desempenho da publica\u00e7\u00e3o, mensurado pelo \u00edndice denominado JCR, vem crescendo anualmente, com eleva\u00e7\u00f5es que oscilam entre 20% e 30% a partir de 2015. \u201cO JCR de 0.5 divulgado na \u00faltima semana de junho \u00e9 o maior da nossa hist\u00f3ria. Trata-se de uma conquista in\u00e9dita para n\u00f3s\u201d, comemora o editor-chefe da revista, professor Lucas Gomide.<\/p>\n<p>O resultado contribui para as a\u00e7\u00f5es de internacionaliza\u00e7\u00e3o da Universidade, porque o reconhecimento da qualidade do peri\u00f3dico aumenta a visibilidade dos artigos no cen\u00e1rio internacional, projetando o trabalho da institui\u00e7\u00e3o e dos autores, e colaborando para que as pesquisas divulgadas possam dar uma contribui\u00e7\u00e3o ainda maior \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do conhecimento, j\u00e1 que um p\u00fablico mais extenso de acad\u00eamicos tender\u00e1 a buscar por esses trabalhos e cit\u00e1-los.<\/p>\n<p><strong>Sobre o fator de impacto<\/strong><\/p>\n<p>A <em>Journal Citation Reports<\/em> (JCR) \u00e9 um \u00edndice calculado pela editora Thomson Reuters, tendo por base o n\u00famero de artigos publicados por uma revista cient\u00edfica e o n\u00famero de cita\u00e7\u00f5es feitas a esses artigos. \u00c9 uma classifica\u00e7\u00e3o que identifica os peri\u00f3dicos mais expressivos da literatura acad\u00eamica mundial.<\/p>\n<p>Segundo o c\u00e1lculo, quanto mais cita\u00e7\u00f5es os artigos de um peri\u00f3dico recebem, proporcionalmente ao total de publica\u00e7\u00f5es feitas, maior ser\u00e1 o JCR, ou fator de impacto. Revistas que possuem fator de impacto passam a ter maior reconhecimento internacional, j\u00e1 que existe um expressivo n\u00famero de peri\u00f3dicos que n\u00e3o chega a esse patamar. Para aquelas que avan\u00e7am nessa estat\u00edstica, a proje\u00e7\u00e3o internacional s\u00f3 aumenta. \u00c9 o que vem ocorrendo com a revista Cerne. Nos anos de 2015 e 2016, per\u00edodo que serviu \u00e0s mensura\u00e7\u00f5es do JCR atual, os artigos da revista da UFLA foram citados por trabalhos publicados em peri\u00f3dicos de diferentes partes do mundo, como Estados Unidos, Ir\u00e3, Portugal, Argentina, Uruguai, Turquia, Espanha e outros.<\/p>\n<figure id=\"attachment_158955\" aria-describedby=\"caption-attachment-158955\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-158955 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne3-249x186.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"186\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne3-249x186.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne3-612x458.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne3-120x90.jpg 120w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cerne3.jpg 708w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-158955\" class=\"wp-caption-text\">Em constante evolu\u00e7\u00e3o, a Cerne evoluiu em diagrama\u00e7\u00e3o ao longo tempo. Atualmente, a revista \u00e9 publicada apenas no formato digital.<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Os diferenciais da Cerne <\/strong><\/p>\n<p>O professor Lucas Gomide, que est\u00e1 na equipe da revista desde 2012 (atuando como editor-chefe a partir de 2014), comenta que o resultado alcan\u00e7ado em 2017 \u00e9 fruto de um esfor\u00e7o cont\u00ednuo e de grande dedica\u00e7\u00e3o. Ele relata a s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es que v\u00eam sendo empreendidas pela equipe e que foram essenciais para o crescimento da revista. \u201cUm ponto fundamental foi a ado\u00e7\u00e3o, no segundo semestre de 2015, do ingl\u00eas como idioma necess\u00e1rio para a submiss\u00e3o. Textos publicados em ingl\u00eas ficam mais acess\u00edveis ao interc\u00e2mbio com o mundo. Fomos a primeira revista brasileira da \u00e1rea a adotar esse crit\u00e9rio. A partir dessa implementa\u00e7\u00e3o, registramos um aumento de cerca de 20% em nossas publica\u00e7\u00f5es de autores estrangeiros. S\u00e3o pesquisadores filiados a institui\u00e7\u00f5es de pa\u00edses como Alemanha, Chile, Portugal, al\u00e9m de empresas\/organiza\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais\u201d, explica. Desde 2015 foram computados quase 52.000 acessos ao site.<\/p>\n<p>Outras a\u00e7\u00f5es determinantes para o avan\u00e7o da Cerne na base internacional foram:<\/p>\n<p>&#8211; &nbsp;Defini\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o de protocolos bem definidos para todos os processos internos da Cerne;<\/p>\n<p>&#8211; A submiss\u00e3o tornou-se mais simples e acess\u00edvel, a partir da utiliza\u00e7\u00e3o do sistema OJS. Atualmente a revista utiliza a vers\u00e3o mais atual do OJS, que permite uma melhor interface com celulares e tablets, tornando a revista uma das mais modernas nesse quesito. Os autores podem acompanhar, inclusive por meio de dispositivos m\u00f3veis, toda a tramita\u00e7\u00e3o de seu trabalho ap\u00f3s a submiss\u00e3o. O novo site, lan\u00e7ado em 2017, proporciona maior intera\u00e7\u00e3o com o internauta e tamb\u00e9m colabora com a transpar\u00eancia dos processos;<\/p>\n<p>&#8211; Ado\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios mais r\u00edgidos na sele\u00e7\u00e3o dos artigos, o que foi determinante para que o peri\u00f3dico hoje re\u00fana apenas estudos de alta qualidade;<\/p>\n<p>&#8211; Avan\u00e7os na redu\u00e7\u00e3o do per\u00edodo de tempo entre a submiss\u00e3o e a publica\u00e7\u00e3o dos artigos. Hoje, esse per\u00edodo m\u00e9dio \u00e9 de 4 meses, o que segue padr\u00f5es internacionais;<\/p>\n<p>&#8211; Utiliza\u00e7\u00e3o do identificador DOI (<em>Digital Object Identifier<\/em>) foi incorporada nos artigos, bem como a ado\u00e7\u00e3o do ORCID (<em>Open Researcher and Contributor ID<\/em>) dos autores;<\/p>\n<p>&#8211; Transforma\u00e7\u00f5es no projeto gr\u00e1fico da revista, o que contribui para que a leitura dos artigos seja mais agrad\u00e1vel e organizada, seguindo as tend\u00eancias internacionais;<\/p>\n<p>&#8211; Os artigos incorporaram novas tecnologias como o uso do QR Code, para que o leitor de um trabalho impresso possa localiz\u00e1-lo rapidamente na internet.<\/p>\n<p>De acordo com Lucas Gomide, o aumento progressivo do fator de impacto deve-se, ainda, ao empenho de todo a equipe de trabalho. \u201cAgradecemos o esfor\u00e7o dos editores, autores, professores do Departamento de Ci\u00eancias Florestais (DCF), revisores <em>ad hoc<\/em> e da servidora que fez todo o trabalho de secretaria da revista, Danielle Alc\u00e2ntara\u201d.<\/p>\n<p><strong>Mais sobre a Cerne<\/strong><\/p>\n<p>O peri\u00f3dico recebe a submiss\u00e3o de cerca de 250 artigos anualmente. Em torno de 60 deles s\u00e3o selecionados para publica\u00e7\u00e3o, distribu\u00eddos em edi\u00e7\u00f5es trimestrais.<\/p>\n<p>A revista Cerne publica seus trabalhos em 15 diferentes indexadores nacionais e internacionais, incluindo a base de dados&nbsp;<em>SciELO<\/em>, uma das mais rigorosas do mundo. No ranking Qualis-Capes, que avalia aspectos editoriais e t\u00e9cnicos dos peri\u00f3dicos da comunidade cient\u00edfica brasileira, a revista alcan\u00e7a o patamar A2 em duas \u00e1reas do conhecimento (Ci\u00eancias ambientais e Planejamento urbano e regional \/ demografia) e B1 em outras quatro \u00e1reas, entre elas Ci\u00eancias Agr\u00e1rias I.<\/p>\n<p>Fundada em 1992, seu primeiro volume foi impresso em 1994, sendo composto por um \u00fanico n\u00famero e 16 artigos cient\u00edficos. Hoje, seguindo uma perspectiva sustent\u00e1vel e de expans\u00e3o pela internet, realiza publica\u00e7\u00f5es totalmente digitais.<\/p>\n<p>A submiss\u00e3o dos artigos \u00e9 gratuita, levando em considera\u00e7\u00e3o a miss\u00e3o do peri\u00f3dico de se comprometer com a publica\u00e7\u00e3o de trabalhos originais que contribuam para o conhecimento da ci\u00eancia florestal. Sua pol\u00edtica editorial preza pela transpar\u00eancia e impessoalidade no processo, com a utiliza\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo&nbsp;<em>Double Blind Review<\/em>, em que redatores e revisores desconhecem seus pares de trabalho.<\/p>\n<figure id=\"attachment_158958\" aria-describedby=\"caption-attachment-158958\" style=\"width: 592px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/acessosmundo4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-158958 size-full\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/acessosmundo4.jpg\" alt=\"\" width=\"592\" height=\"210\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/acessosmundo4.jpg 592w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/acessosmundo4-249x88.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/acessosmundo4-120x43.jpg 120w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-158958\" class=\"wp-caption-text\">Uma ferramenta dispon\u00edvel no site da Cerne permite visualizar as regi\u00f5es do mundo que est\u00e3o acessando o dom\u00ednio da revista na internet. Pelas imagens, \u00e9 poss\u00edvel observar o interesse de autores dos cinco continentes pela publica\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure>\n<h5>Para outras informa\u00e7\u00f5es acesse o site: http:\/\/cerne.ufla.br\/site\/index.php\/cerne<\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O novo fator de impacto da revista cient\u00edfica Cerne, editada na Universidade Federal de Lavras (UFLA), colocou o peri\u00f3dico em posi\u00e7\u00e3o de destaque internacional, por meio de (&#8230;)<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[8,1],"tags":[],"class_list":["post-158950","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/158950","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=158950"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/158950\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":158961,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/158950\/revisions\/158961"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=158950"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=158950"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=158950"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}