{"id":154731,"date":"2018-04-30T09:35:03","date_gmt":"2018-04-30T12:35:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/?p=154731"},"modified":"2021-09-20T14:02:51","modified_gmt":"2021-09-20T17:02:51","slug":"departamento-de-ciencias-florestais-mapeia-maior-diversidade-de-mamiferos-em-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2018\/04\/30\/departamento-de-ciencias-florestais-mapeia-maior-diversidade-de-mamiferos-em-minas-gerais\/","title":{"rendered":"Departamento de Ci\u00eancias Florestais mapeia maior diversidade de mam\u00edferos em Minas Gerais"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_154732\" aria-describedby=\"caption-attachment-154732\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/IMG_7469.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-154732 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/IMG_7469-249x140.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"140\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/IMG_7469-249x140.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/IMG_7469-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/IMG_7469-612x344.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/IMG_7469-120x68.jpg 120w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/IMG_7469.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-154732\" class=\"wp-caption-text\">Trabalho, apresentado no 3 \u00baworkshop&nbsp;do P&amp;D456, catalogou 29 mam\u00edferos em onze \u00e1reas de floresta estacional semidecidual<\/figcaption><\/figure>\n<p>O estudo da biodiversidade brasileira deu um grande salto, com um trabalho que registrou 29 esp\u00e9cies de mam\u00edferos no sul de Minas Gerais. O n\u00famero representa 59% das esp\u00e9cies de mam\u00edferos de m\u00e9dio e grande porte encontradas em todo o Estado. \u00c9 o maior invent\u00e1rio desses tipos de animais j\u00e1 desenvolvido de uma s\u00f3 vez em territ\u00f3rio mineiro.<\/p>\n<p>O trabalho foi apresentado no 3 \u00ba&nbsp;workshop&nbsp;<em>do P&amp;D456, <\/em>Modelo Fitogeogr\u00e1fico do Rio Grande,&nbsp;realizado no anfiteatro do Laborat\u00f3rio de Estudos e Projetos em Manejo Florestal (Lemaf), vinculado ao Departamento de Ci\u00eancias Florestais (DCF) da Universidade Federal de Lavras (UFLA).&nbsp; O evento \u00e9 uma parceria entre UFLA e Cemig, com o objetivo de difundir os resultados da revitaliza\u00e7\u00e3o da Bacia do Rio Grande.<\/p>\n<p>O mapeamento foi elaborado por uma equipe do DCF, sob coordena\u00e7\u00e3o do professor da \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o e manejo de fauna, Ant\u00f4nio Carlos da Silva Zanzini. Para elaborar o estudo, primeiramente foi realizada a identifica\u00e7\u00e3o das trilhas de mam\u00edferos existentes em onze fragmentos de floresta estacional semidecidual (mata fechada caracterizada por \u00e1rvores altas) que perdem folhas na \u00e9poca de seca. Em seguida, armadilhas fotogr\u00e1ficas com sensores capazes de detectar movimento e calor foram colocadas nas \u00e1reas durante 30 dias.<\/p>\n<p>Com o monitoramento, foram descobertas seis esp\u00e9cies em risco de extin\u00e7\u00e3o: on\u00e7a-parda, jaguatirica, lobo-guar\u00e1, cateto, gato-do-mato-pequeno e cachorro- do-mato. &nbsp;&nbsp;Al\u00e9m das dispersoras de sementes \u2013 por exemplo, guaxinim e quati. Entre mam\u00edferos predadores foram catalogados gato mourisco, raposa-amarela, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Avan\u00e7o do desmatam<\/strong><strong>ento<\/strong><\/p>\n<p>O levantamento tamb\u00e9m traz um alerta contra o avan\u00e7o do desmatamento. \u201cExiste apenas um caminho para os animais silvestres com a derrubada das \u00e1rvores. Eles migram para as fazendas em busca de comida e algumas esp\u00e9cies, como capivara e javali, destroem as lavouras. Por isso, \u00e9 fundamental manter a floresta intacta\u201d, destaca Zanzini.<\/p>\n<p>Um filhote de javali foi encontrado em Passa Quatro. \u201cIsso significa que os pais est\u00e3o por perto. O estudo apontou que houve expans\u00e3o do animal em Minas Gerais. O dado \u00e9 preocupante porque javali \u00e9 agressivo ao ser humano, al\u00e9m de cavar at\u00e9 destruir as nascentes dos rios e atacar v\u00e1rios plantios\u201d, afirmou.&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Pollyanna Dias, jornalista, bolsista Dcom\/Fapemig.&nbsp;<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Esse conte\u00fado de populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia foi produzido com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa de Minas Gerais &#8211; Fapemig.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo da biodiversidade brasileira deu um grande salto, com um trabalho que registrou 29 esp\u00e9cies de mam\u00edferos no sul de Minas Gerais. 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