{"id":147875,"date":"2018-01-10T10:58:29","date_gmt":"2018-01-10T13:58:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=147875"},"modified":"2021-09-17T23:17:13","modified_gmt":"2021-09-18T02:17:13","slug":"professor-da-ufla-esclarece-as-diferencas-entre-ovos-caipiras-e-industriais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2018\/01\/10\/professor-da-ufla-esclarece-as-diferencas-entre-ovos-caipiras-e-industriais\/","title":{"rendered":"Professor da UFLA esclarece as diferen\u00e7as entre ovos caipiras e industriais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/bertechini-c\u00f3pia.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-147876\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/bertechini-c\u00f3pia-249x166.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/bertechini-c\u00f3pia-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/bertechini-c\u00f3pia-768x513.jpg 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/bertechini-c\u00f3pia-612x409.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/bertechini-c\u00f3pia-120x80.jpg 120w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/bertechini-c\u00f3pia.jpg 798w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a>Com o maior acesso da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 internet, diversos mitos circulam nas redes, e, muitas vezes, sem nenhum fundamento cient\u00edfico. Diante disso, o Programa de Educa\u00e7\u00e3o Tutorial (<a href=\"http:\/\/www.dzo.ufla.br\/pet\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PET<\/a>) do curso de Zootecnia e a Diretoria de Comunica\u00e7\u00e3o (<a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/dcom\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DCom<\/a>), da Universidade Federal de Lavras (UFLA), t\u00eam realizado um trabalho em conjunto com o intuito de esclarecer diversas d\u00favidas e levar informa\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade com base em pesquisas realizadas na Universidade.<\/p>\n<p>No v\u00eddeo abaixo, o professor Ant\u00f4nio Gilberto Bertechini (<a href=\"http:\/\/www.dzo.ufla.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DZO<\/a>) esclarece as caracter\u00edsticas dos ovos produzidos em granjas comerciais e dos produzidos nas ro\u00e7as, denominados caipiras. Ele afirma que a composi\u00e7\u00e3o de ambos os tipos \u00e9 muito semelhante e que os dois s\u00e3o de alta qualidade nutricional.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a, segundo Bertechini, est\u00e1 na maneira como as galinhas s\u00e3o mantidas durante o ciclo reprodutivo. As de granja s\u00e3o mantidas em gaiolas, e os ovos, ao serem botados, n\u00e3o t\u00eam contato com os excrementos. J\u00e1 os ovos das galinhas caipiras possuem um contato maior com impurezas, devido \u00e0 maneira como os animais formam seus ninhos.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 colora\u00e7\u00e3o da gema, fator muito comentado entre os adeptos dos ovos caipiras, Bertechini ressalta que a cor \u00e9 caracter\u00edstica da alimenta\u00e7\u00e3o das aves e o alaranjado intenso se d\u00e1 devido ao verde que as galinhas caipiras consomem, mas isso n\u00e3o significa que a alimenta\u00e7\u00e3o das galinhas de granja tamb\u00e9m n\u00e3o seja de alto valor nutricional. &#8220;Colocamos alimentos naturais na ra\u00e7\u00e3o das galinhas, como uma pimenta vermelha, por exemplo, que faz com que a gema fique bem vermelha. N\u00e3o \u00e9 a cor que diz sobre a qualidade do ovo. A cor \u00e9 para os olhos das pessoas que consomem&#8221;, ressalta o professor.<\/p>\n<p>Gilberto comenta que o pre\u00e7o dos ovos caipiras \u00e9 mais alto por causa do custo de produ\u00e7\u00e3o: &#8220;A galinha bota pouco e, para produzir uma d\u00fazia de ovos industriais, se gasta cerca de 1,3 kg de ra\u00e7\u00e3o, enquanto a galinha caipira necessita de 3 a 4 kg de ra\u00e7\u00e3o para a mesma quantidade de ovos\u2013 e a alimenta\u00e7\u00e3o representa 70% do custo&#8221;.<\/p>\n<p>O professor conclui que a limpeza dos ovos caipiras deve ser feita com \u00e1gua morna. &#8220;Se lavar o ovo em temperatura baixa, a parte interna retrai e &#8216;chupa&#8217; todos os microrganismos dos poros, que s\u00e3o cerca de 35 mil e ficam cheios de bact\u00e9rias. Por\u00e9m, ao ser frito ou cozido, todo risco de infec\u00e7\u00e3o \u00e9 eliminado, at\u00e9 mesmo o da salmonela, que \u00e9 considerada a vil\u00e3 dos ovos.&#8221;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Diferen\u00e7as entre ovos caipiras e industriais\" width=\"474\" height=\"267\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fW-MfwGgKm4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h5>Panmela Oliveira &#8211; comunicadora e bolsista Dcom\/Fapemig<\/h5>\n<p>Esse conte\u00fado de populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia foi produzido com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa de Minas Gerais &#8211; Fapemig.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o maior acesso da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 internet, diversos mitos circulam nas redes, e, muitas vezes, sem nenhum fundamento cient\u00edfico. O professor Ant\u00f4nio Gilberto Bertechini (DZO) esclarece as caracter\u00edsticas dos ovos produzidos em granjas comerciais e dos produzidos nas ro\u00e7as, denominados caipiras.<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1,10],"tags":[174,166,896,2126,237],"class_list":["post-147875","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","category-menores","tag-ensino-2","tag-estudantes","tag-ex-alunos","tag-ingressantes","tag-servidores"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147875","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=147875"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147875\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":159137,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147875\/revisions\/159137"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=147875"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=147875"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=147875"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}