{"id":143874,"date":"2017-10-17T17:36:55","date_gmt":"2017-10-17T19:36:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=143874"},"modified":"2017-10-20T09:15:00","modified_gmt":"2017-10-20T11:15:00","slug":"ufla-e-fundacao-apresentam-e-debatem-projetos-para-reperacao-da-bacia-do-rio-doce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2017\/10\/17\/ufla-e-fundacao-apresentam-e-debatem-projetos-para-reperacao-da-bacia-do-rio-doce\/","title":{"rendered":"UFLA e funda\u00e7\u00e3o apresentam e debatem projetos para recupera\u00e7\u00e3o da Bacia do Rio Doce"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_143879\" aria-describedby=\"caption-attachment-143879\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/reitor.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-143879\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/reitor-249x129.png\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"129\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/reitor-249x129.png 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/reitor-768x398.png 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/reitor-612x317.png 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/reitor-120x62.png 120w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/reitor.png 827w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-143879\" class=\"wp-caption-text\">Reitor Jos\u00e9 Roberto Soares Scolforo falou sobre unir a\u00e7\u00f5es para recupera\u00e7\u00e3o da Bacia do Rio Doce<\/figcaption><\/figure>\n<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Funda\u00e7\u00e3o Renova apresentaram nessa ter\u00e7a-feira (17\/10) seus respectivos projetos e programas de recupera\u00e7\u00e3o ambiental da Bacia do Rio Doce. Um semin\u00e1rio na Institui\u00e7\u00e3o reuniu professores, pesquisadores e profissionais envolvidos na repara\u00e7\u00e3o dos danos causados pelo rompimento da Barragem do Fund\u00e3o, na cidade hist\u00f3rica de Mariana, em 5 de novembro de 2015.<\/p>\n<p>A pouco menos de um m\u00eas para completar dois anos, o desastre socioambiental deixou 19 mortos e despejou 39 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos (m3) de rejeitos de min\u00e9rio de ferro na Bacia do Rio Doce. Parte dessa onda de lama e \u00e1gua chegou ao oceano, no litoral do Esp\u00edrito Santo, deixando um rastro de destrui\u00e7\u00e3o em munic\u00edpios mineiros e capixabas.<\/p>\n<p>Na UFLA, h\u00e1 cinco projetos em andamento que tratam da recupera\u00e7\u00e3o do Rio Doce, um dos principais cursos d\u2019\u00e1gua do estado. Essas a\u00e7\u00f5es s\u00e3o financiadas pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), envolvendo os departamentos de Ci\u00eancias Florestais (DCF), Ci\u00eancia do Solo (DCS) e Engenharia (DEG), segundo a professora Soraya Alvarenga Botelho, do DCF.<\/p>\n<p>Respons\u00e1vel pelo evento e coordenadora do Laborat\u00f3rio de Estudos em Silvicultura e Restaura\u00e7\u00e3o Florestal, a docente ressaltou que o objetivo do semin\u00e1rio foi exatamente apresentar \u00e0 comunidade acad\u00eamica e debater as propostas para recuperar as \u00e1reas degradas. &#8220;N\u00f3s estamos pesquisando e tentando encontrar boas solu\u00e7\u00f5es para recuperar ecossistemas florestais. \u00c9 um processo muito longo para gerar resultados mais aprofundados\u201d, disse. Os projetos capitaneados pela UFLA foram aprovados em 2016 e t\u00eam validade de dois anos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_143881\" aria-describedby=\"caption-attachment-143881\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/evento.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-143881\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/evento-249x128.png\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"128\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/evento-249x128.png 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/evento-768x395.png 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/evento-612x315.png 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/evento-120x62.png 120w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/evento.png 852w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-143881\" class=\"wp-caption-text\">Evento reuniu professores, ambientalistas, t\u00e9cnicos e estudantes<\/figcaption><\/figure>\n<p>O reitor da Universidade, professor Jos\u00e9 Roberto Soares Scolforo, participou da abertura do evento e enalteceu a necessidade de unir esfor\u00e7os a favor das comunidades atingidas pelo estouro da Barragem do Fund\u00e3o.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o professor considera fundamental unir conhecimento \u00e0s a\u00e7\u00f5es concretas para restabelecer os locais afetados pela onda de rejeitos da minera\u00e7\u00e3o. &#8220;A UFLA marca posi\u00e7\u00e3o com os seus cinco projetos, buscando dar a sua parcela de contribui\u00e7\u00e3o para o estado de Minas Gerais, para o pa\u00eds e para a gente daquela regi\u00e3o, tentando desenvolver conhecimentos para que tenhamos uma tecnologia peculiar para recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas afetadas pela lama&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>Representante da Funda\u00e7\u00e3o Renova, Juliana Bedoya, entende que o trabalho em conjunto com a UFLA \u00e9 importante para apresentar caminhos que levam \u00e0 efetiva recupera\u00e7\u00e3o ambiental da Bacia do Rio Grande. &#8220;Esse rompimento da barragem gerou um impacto t\u00e3o grande que a gente n\u00e3o tem uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica, uma solu\u00e7\u00e3o pronta. A gente precisa desenvolver solu\u00e7\u00f5es e \u00e9 fundamental a parceria com as universidades, onde o conhecimento \u00e9 produzido&#8221;.<\/p>\n<p>Juliana Bedoya explicou tamb\u00e9m que parte do trabalho da funda\u00e7\u00e3o se divide em duas vertentes: reparat\u00f3rias e compensat\u00f3rias. A primeira envolve, por exemplo, o manejo de rejeitos e pode levar at\u00e9 cinco para ser finalizada. J\u00e1 a segunda diz respeito \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o das nascentes atingidas pela lama, com previs\u00e3o de 10 anos para o t\u00e9rmino. Conforme ainda Juliana, a Renova desenvolve 41 a\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas destinadas \u00e0 Bacia do Rio Doce.<\/p>\n<p><strong>Texto: Rafael Passos &#8211; Jornalista\/bolsista &#8211; Fapemig<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Funda\u00e7\u00e3o Renova apresentaram nessa ter\u00e7a-feira (17\/10) seus respectivos projetos e programas de recupera\u00e7\u00e3o ambiental da Bacia do Rio Doce. 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