{"id":1360,"date":"2008-03-05T00:00:00","date_gmt":"2008-03-05T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2008\/03\/mec-testara-projeto-de-intercambio-entre-federais\/"},"modified":"2008-03-05T00:00:00","modified_gmt":"2008-03-05T00:00:00","slug":"mec-testara-projeto-de-intercambio-entre-federais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2008\/03\/05\/mec-testara-projeto-de-intercambio-entre-federais\/","title":{"rendered":"MEC testar\u00e1 projeto de interc\u00e2mbio entre federais"},"content":{"rendered":"<p>Expectativa \u00e9 estimular troca cultural entre estudantes no 2\u00ba semestre <\/p>\n<p>Inspirado por um movimento internacional para estimular estudantes a fazer interc\u00e2mbio entre universidades de um mesmo pa\u00eds ou de um bloco econ\u00f4mico, como \u00e9 o caso do Tratado de Bolonha, o MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o) criou um projeto para fomentar o interc\u00e2mbio entre os alunos das Ifes (Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino Superior Brasileiras). O projeto piloto, que deve sair do papel no segundo semestre deste ano, prev\u00ea que estudantes possam cursar parte de sua gradua\u00e7\u00e3o em outra universidade conveniada ao programa. Caber\u00e1 ao MEC entrar com recursos para garantir a estadia do aluno fora de sua terra natal e \u00e0s Ifes se organizarem para adequar os curr\u00edculos. <\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do secret\u00e1rio da SESu\/MEC (Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Superior do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o), Ronaldo Mota, criar um programa como esse n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 poss\u00edvel como se faz urgente j\u00e1 que, fora do pa\u00eds, este \u00e9 um movimento em franca expans\u00e3o. Ele cita como experi\u00eancia positiva o programa MARCA (Programa de Mobilidade Acad\u00eamica Regional em Cursos Creditados) desenvolvido e implantado pelo SEM (Setor Educacional do MERCOSUL). <\/p>\n<p>&#8216;O MARCA \u00e9 uma das a\u00e7\u00f5es voltadas para a mobilidade e coopera\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, envolve cursos de gradua\u00e7\u00e3o que passaram pelo crivo de qualidade acad\u00eamica do pr\u00f3prio SEM&#8217;, explica Mota. Em 2006, o programa envolveu o interc\u00e2mbio de 58 alunos entre cursos de Agronomia em 17 institui\u00e7\u00f5es do Brasil, Argentina, Paraguai Uruguai, Bol\u00edvia e Chile. Em 2008, o MARCA incorporar\u00e1 cursos de Engenharia e Medicina, o que deve agregar um total de 44 institui\u00e7\u00f5es e mais de 150 estudantes. As institui\u00e7\u00f5es participantes far\u00e3o a sele\u00e7\u00e3o de estudantes em seus respectivos cursos durante o m\u00eas de outubro para o rein\u00edcio do interc\u00e2mbio no primeiro semestre de 2008. <\/p>\n<p>&#8216;Este programa \u00e9 uma prova de que \u00e9 poss\u00edvel desenvolver um projeto nacional de interc\u00e2mbio bem-sucedido. Por essa raz\u00e3o o MEC pretende apresentar a proposta para os reitores das Ifes e contar com uma ades\u00e3o significativa. Se o MARCA deu certo, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que podemos implementar com mais facilidade um programa de sucesso dentro do pa\u00eds&#8217;, afirma Mota. Nos pr\u00f3ximos dias 6 e 7 de mar\u00e7o, h\u00e1 uma reuni\u00e3o agendada pelo MEC com a finalidade de discutir o Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestrutura\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o das Universidades) e apresentar \u00e0 Andifes a proposta do MEC sobre interc\u00e2mbio estudantil. <\/p>\n<p>O que prev\u00ea o projeto do MEC?<\/p>\n<p>Segundo a proposta do MEC, as universidades federais ter\u00e3o total autonomia para estabelecer programas de interc\u00e2mbio entre as mais diversas institui\u00e7\u00f5es. Caber\u00e1 a elas otimizar os processos burocr\u00e1ticos para agilizar as propostas de interc\u00e2mbio. Feito isso, a decis\u00e3o quanto \u00e0 sele\u00e7\u00e3o dos estudantes ser\u00e1 feita pela universidade. <\/p>\n<p>O MEC, por sua vez, entrar\u00e1 com recursos para estimular a ades\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o dos estudantes. Segundo Mota, para o projeto piloto, ser\u00e3o convocados 100 estudantes que receber\u00e3o uma bolsa de estudos fornecida pelo MEC para que eles possam custear suas despesas fora de sua cidade natal. &#8216;Poder\u00e3o participar alunos a partir do segundo ano da universidade que j\u00e1 tenham alguma viv\u00eancia com o ambiente acad\u00eamico e que possam experimentar o interc\u00e2mbio como se deve. Quanto ao valor das bolsas, pensamos em algo em torno de R$ 350 mensais&#8217;, explica Mota. <\/p>\n<p>A expectativa, segundo o secret\u00e1rio, \u00e9 mudar a mentalidade do aluno brasileiro. &#8216;Hoje, a regra \u00e9 o estudante entrar num curso e complet\u00e1-lo sem nunca ter feito uma disciplina fora da universidade. Queremos fazer com que a regra seja que o aluno saia da universidade com a viv\u00eancia de um interc\u00e2mbio. Al\u00e9m do embasamento te\u00f3rico de seu curso, queremos que o estudante tenha uma vis\u00e3o mais pr\u00e1tica da vida, que \u00e9 o que se espera de um graduado&#8217;, explica Mota. <\/p>\n<p>Interc\u00e2mbio x recursos <\/p>\n<p>Atualmente, a Andifes j\u00e1 mant\u00e9m um programa de Mobilidade Acad\u00eamica que re\u00fane 48 institui\u00e7\u00f5es federais. (Clique aqui e confira a lista das participantes). A iniciativa possibilita que alunos regularmente matriculados a partir do segundo ano letivo da gradua\u00e7\u00e3o realizem parte dos estudos em outra institui\u00e7\u00e3o federal. &#8216;Isso fortalece a forma\u00e7\u00e3o do nosso estudante, tornando-a mais cr\u00edtica e mais consciente&#8217;, explica a presidente da comiss\u00e3o de desenvolvimento acad\u00eamico da Andifes e reitora da UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), Malvina Tuttman. <\/p>\n<p>Segundo a reitora, o programa obt\u00e9m bons resultados, mas ainda sofre com a lentid\u00e3o de algumas universidades para a adequa\u00e7\u00e3o dos curr\u00edculos e com a falta de aporte financeiro para estimular os alunos a sa\u00edrem de suas regi\u00f5es e conclu\u00edrem parte de seus estudos em uma universidade distante. &#8216;Hoje, a maior dificuldade est\u00e1 mais na quest\u00e3o financeira. N\u00e3o h\u00e1 uma previs\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria para que a universidade a qual o aluno perten\u00e7a possa dar sustentabilidade a ele para estudar numa outra institui\u00e7\u00e3o fora da sua cidade. Para que este programa seja efetivamente democr\u00e1tico, \u00e9 necess\u00e1rio ter or\u00e7amento suficiente, bolsas de uma universidade ou outra, ou as duas op\u00e7\u00f5es&#8217;, defende Malvina. <\/p>\n<p>No caso da adequa\u00e7\u00e3o dos curr\u00edculos, Malvina explica que existem disciplinas obrigat\u00f3rias, eletivas (que a universidade escolhe) e as disciplinas optativas. As disciplinas optativas s\u00e3o livres, comp\u00f5em o curr\u00edculo do aluno de forma opcional. Quando o aluno entra no processo de mobilidade, ele vai procurar na outra universidade o aprofundamento de uma \u00e1rea. No caso das disciplinas obrigat\u00f3rias \u00e9 maior a dificuldade em compatibilizar curr\u00edculos. Fora isso, ela defende que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma burocracia para a participa\u00e7\u00e3o no programa, basta fazer uma solicita\u00e7\u00e3o \u00e0 institui\u00e7\u00e3o anfitri\u00e3, j\u00e1 que o programa depende da aprova\u00e7\u00e3o dos conselhos das reitorias. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso que haja uma resolu\u00e7\u00e3o aprovada em cada uma das universidades que pretendem fazer esse interc\u00e2mbio para normatizar cada universidade e guardar a autonomia de cada uma. &#8216;Existe uma resolu\u00e7\u00e3o que estabelece quais s\u00e3o os crit\u00e9rios b\u00e1sicos para essa mobilidade. E isso se d\u00e1 entre as pr\u00f3-reitorias acad\u00eamicas de cada universidade&#8217;, explica. <\/p>\n<p>O secret\u00e1rio Ronaldo Mota enfatiza que a quest\u00e3o do interc\u00e2mbio \u00e9 muito mais uma conseq\u00fc\u00eancia da articula\u00e7\u00e3o das universidades, do que da depend\u00eancia de verba para sair do papel. &#8216;Se o problema fosse recurso, as seis universidades do Rio de Janeiro funcionariam entre si nesse sentido. A id\u00e9ia \u00e9 convidar cada vez mais universidades a assumir este compromisso e estimular seus alunos a ter essa viv\u00eancia. O programa n\u00e3o ser\u00e1 obrigat\u00f3rio para nenhuma institui\u00e7\u00e3o. Faremos um convite e a universidade que desejar participar ter\u00e1 de assumir o compromisso para se articular com seus pares para garantir a revalida\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos e o sucesso do interc\u00e2mbio do estudante&#8217;, afirma ele. <\/p>\n<p>Mota arriscou dizer ainda que n\u00e3o haver\u00e1 empecilhos para que, no futuro, o projeto de interc\u00e2mbio de estudantes possa acontecer tanto em universidades estaduais com em institui\u00e7\u00f5es privadas de Ensino Superior. Segundo ele, caber\u00e1 \u00e0s institui\u00e7\u00f5es estabelecerem seus acordos para que os estudantes tenham mais essa flexibilidade. &#8216;Em tese, n\u00e3o pode haver nenhum procedimento burocr\u00e1tico para que isso n\u00e3o aconte\u00e7a. Pode haver casos de estudantes da PUCRS (Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul) que queiram desenvolver parte de seus estudos na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), por exemplo. N\u00f3s n\u00e3o podemos inibir isso. Mas as universidades ter\u00e3o de estabelecer acordos j\u00e1 que se trata de uma institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica e outra privada. Algu\u00e9m ter\u00e1 de arcar com os custos das mensalidades. Por hora, nosso projeto envolve apenas as Ifes&#8217;, diz Mota. <\/p>\n<p>O secret\u00e1rio revelou ainda que o MEC tem planos de ampliar este programa de interc\u00e2mbio das federais para os professores universit\u00e1rios. Neste caso, o valor das bolsas seria um pouco maior do que o das bolsas de gradua\u00e7\u00e3o. &#8216;Por se tratar de um sistema mais complexo, que envolve ainda outras quest\u00f5es, \u00e9 s\u00f3 uma id\u00e9ia. N\u00e3o h\u00e1 nada programado e nenhum projeto piloto para eles&#8217;, declara Mota. <\/p>\n<p>Na opini\u00e3o da presidente do FAUBAI (F\u00f3rum de Assessorias das Universidades Brasileiras para Assuntos Internacionais), Luciane Stalivieri, a iniciativa do MEC em fomentar um programa de interc\u00e2mbio nacional \u00e9 muito bem-vinda porque estimula que mais estudantes possam viver essa experi\u00eancia sem o custo e os entraves de um interc\u00e2mbio internacional, como por exemplo: dificuldade com outro idioma, adapta\u00e7\u00e3o a outra cultura, entre outros fatores. &#8216;O interc\u00e2mbio no Brasil \u00e9 absolutamente vi\u00e1vel se pensarmos nas dimens\u00f5es de nosso Pa\u00eds. As possibilidades s\u00e3o infinitas. Hoje, as universidades j\u00e1 fazem muito bem seus programas de interc\u00e2mbio internacional que demandam cuidado excessivo quanto \u00e0 escolha das universidades parceiras, o reconhecimento dos cr\u00e9ditos e o processo de envio e recebimento de alunos. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que, com apoio do MEC, as institui\u00e7\u00f5es ir\u00e3o desempenhar um excelente trabalho tamb\u00e9m dentro de nossas fronteiras&#8217;, acredita. <\/p>\n<p>Para Luciane, ainda que o projeto de interc\u00e2mbio do MEC n\u00e3o inclua de imediato a participa\u00e7\u00e3o de universidades privadas, ela entende que \u00e9 poss\u00edvel fomentar este tipo de iniciativa, desde que sejam estudadas propostas de adequa\u00e7\u00e3o de curr\u00edculos e tamb\u00e9m a viabilidade da quest\u00e3o, j\u00e1 que s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es de setores diferentes: p\u00fablico e privado, este \u00faltimo, dependente do custeio de mensalidades por parte dos alunos. &#8216;N\u00e3o podemos ter uma vis\u00e3o ut\u00f3pica sobre a quest\u00e3o. \u00c9 claro que as universidades t\u00eam custo ao promover este tipo de iniciativa e, sendo de setores diferentes, as necessidades s\u00e3o distintas. Entendo, por\u00e9m, que n\u00e3o \u00e9 um acordo imposs\u00edvel. Basta que t\u00e9cnicos se debrucem sobre a quest\u00e3o para encontrar uma alternativa&#8217;, defende Luciane. <\/p>\n<p>Na UCS (Universidade de Caxias do Sul), por exemplo, onde Luciane \u00e9 coordenadora do escrit\u00f3rio de rela\u00e7\u00f5es internacionais, j\u00e1 est\u00e3o previstos dois acordos de coopera\u00e7\u00e3o com universidades particulares da Bahia a fim de que os estudantes de Turismo da institui\u00e7\u00e3o possam complementar seu aprendizado naquele estado e vice-versa. &#8216;Imagine o qu\u00e3o rico isto \u00e9 para o estudante. Ele nem vai precisar sair do pa\u00eds para obter mais esta experi\u00eancia. No futuro, caminhamos para que essa mobilidade seja uma realidade em nossa institui\u00e7\u00e3o e at\u00e9 uma obrigatoriedade no curr\u00edculo de nossos estudantes&#8217;, diz. <\/p>\n<p>Para que o projeto de coopera\u00e7\u00e3o entre as institui\u00e7\u00f5es baianas e a UCS possa ser implementado, Luciane explica que as universidades est\u00e3o em negocia\u00e7\u00e3o para estabelecer um acordo quanto aos cr\u00e9ditos concedidos por hora aula de acordo com as grades curriculares das institui\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m para procurar uma alternativa para estabelecer como fica o pagamento das mensalidades. Hoje, um custo totalmente arcado pelo aluno. &#8216;Volto a dizer que as universidades brasileiras s\u00e3o totalmente capazes de desenvolver este tipo de projeto. Dentro do Brasil, \u00e9 facilitador o fato de n\u00e3o termos barreiras ling\u00fc\u00edsticas ou dificuldades alfandeg\u00e1rias. O Brasil est\u00e1 dentro de um processo de globaliza\u00e7\u00e3o em que envia e recebe estudantes estrangeiros com maestria. Est\u00e1 mais do que na hora de criarmos uma estrat\u00e9gia para que, em territ\u00f3rio nacional, nossos alunos possam explorar as in\u00fameras oportunidades que nosso pa\u00eds oferece&#8217;, aposta ela. <\/p>\n<p>Como funcionam os cr\u00e9ditos?<\/p>\n<p>Hoje, a revalida\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos, tanto em \u00e2mbito nacional como internacional, depende de quanto ela exige do aluno em termos de hora-aula para cada disciplina e como isso \u00e9 acordado entre institui\u00e7\u00f5es para que o aluno n\u00e3o seja prejudicado. <\/p>\n<p>As Ifes (Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino Superior), assim como as institui\u00e7\u00f5es privadas de Ensino Superior, t\u00eam total liberdade para definir qual a carga hor\u00e1ria de cada uma de suas disciplinas. Para fazer o interc\u00e2mbio, por\u00e9m, \u00e9 preciso que as institui\u00e7\u00f5es estabele\u00e7am como ser\u00e1 a compensa\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos, caso haja diferen\u00e7a nas grades das institui\u00e7\u00f5es em quest\u00e3o. <\/p>\n<p>Assim, caso esse acordo seja estabelecido, se um estudante da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) decidir passar seis meses na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), mas a universidade pernambucana n\u00e3o oferecer em sua grade curricular a mesma disciplina que o aluno tinha antes, ele n\u00e3o tem sua formatura adiada. <\/p>\n<p>Segundo a presidente do FAUBAI (F\u00f3rum de Assessorias das Universidades Brasileiras para Assuntos Internacionais), Luciane Satalivieri, antes da partida do aluno, as universidades estabelecem de que forma os cr\u00e9ditos ser\u00e3o compensados, seja com o curso de uma nova disciplina na outra universidade ou receber licen\u00e7a do restante de horas-aula a ser cumprido em sua institui\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso respeitar apenas o padr\u00e3o m\u00ednimo estabelecido pelo MEC para cada curso: 3200 horas-aula em 4 anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Expectativa \u00e9 estimular troca cultural entre estudantes no 2\u00ba semestre Inspirado por um movimento internacional para estimular estudantes a fazer interc\u00e2mbio entre universidades de um mesmo pa\u00eds ou de um bloco econ\u00f4mico, como \u00e9 o caso do Tratado de Bolonha, o MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o) criou um projeto para fomentar o interc\u00e2mbio entre os alunos &hellip; <a href=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2008\/03\/05\/mec-testara-projeto-de-intercambio-entre-federais\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">MEC testar\u00e1 projeto de interc\u00e2mbio entre federais<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1360","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1360"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1360\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}