{"id":129407,"date":"2017-04-04T13:33:28","date_gmt":"2017-04-04T16:33:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=129407"},"modified":"2021-09-16T14:21:42","modified_gmt":"2021-09-16T17:21:42","slug":"leishmanioses-conheca-as-principais-informacoes-e-o-historico-do-trabalho-que-vem-sendo-desenvolvido-em-lavras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2017\/04\/04\/leishmanioses-conheca-as-principais-informacoes-e-o-historico-do-trabalho-que-vem-sendo-desenvolvido-em-lavras\/","title":{"rendered":"Leishmanioses \u2013 conhe\u00e7a as principais informa\u00e7\u00f5es e o hist\u00f3rico do trabalho que vem sendo desenvolvido em Lavras"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Leishmaniose.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-129456 alignleft\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Leishmaniose-249x187.jpg\" alt=\"\" width=\"221\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Leishmaniose-249x187.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Leishmaniose-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Leishmaniose-612x459.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Leishmaniose.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 221px) 100vw, 221px\" \/><\/a> No in\u00edcio de 2017, o diagn\u00f3stico do primeiro caso de &nbsp;leishmaniose visceral humana em Lavras (MG) &#8211; que foi tamb\u00e9m o primeiro do sul do estado de Minas Gerais &#8211; &nbsp;chamou a aten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e das autoridades de&nbsp;sa\u00fade para a doen\u00e7a. A not\u00edcia recente sobre mais um caso, que resultou na morte de um homem de 36 anos no \u00faltimo fim de semana, refor\u00e7a a import\u00e2ncia dos trabalhos que v\u00eam sendo realizados em torno do tema.<\/p>\n<p>Casos de leishmaniose tegumentar, outra forma cl\u00ednica da doen\u00e7a, tamb\u00e9m j\u00e1 foram diagnosticados em pacientes com les\u00f5es de pele residentes no munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA), por meio do Laborat\u00f3rio de Biologia Parasit\u00e1ria da UFLA (Biopar), vem atuando desde 2013 para compreender a epidemiologia das leishmanioses em Lavras e empregar esfor\u00e7os para o controle e &nbsp;combate a essas doen\u00e7as. O trabalho re\u00fane profissionais e estudantes dos departamentos de Medicina Veterin\u00e1ria (DMV), Sa\u00fade (DSA), Biologia (DBI) e Nutri\u00e7\u00e3o (DNU) e \u00e9 feito em parceria com a Vigil\u00e2ncia Ambiental e Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica da Secretaria de Sa\u00fade de Lavras.<\/p>\n<p>Para contribuir na divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es que precisam ser conhecidas pelo cidad\u00e3o, possibilitando que melhor compreenda os casos e que possa atuar na preven\u00e7\u00e3o e controle da doen\u00e7a, o Biopar resgata o hist\u00f3rico da mobiliza\u00e7\u00e3o, esclarecendo pontos importantes sobre as leishmanioses.<\/p>\n<p><strong>O combate \u00e0s leishmanioses em Lavras<\/strong><\/p>\n<p>Em 2013, casos de <strong>leishmaniose visceral<\/strong> em c\u00e3es foram identificados por meio de necropsias feitas no setor de Patologia do Hospital Veterin\u00e1rio da UFLA. Esse alerta, juntamente com a constata\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a do inseto transmissor da doen\u00e7a no munic\u00edpio, levou \u00e0 necessidade de se estabelecer na cidade a investiga\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica. Foi ent\u00e3o que a UFLA e a Vigil\u00e2ncia Ambiental iniciaram um trabalho conjunto, obtendo apoio do Estado, dentro do Programa Nacional de Controle da Leishmaniose Visceral.<\/p>\n<p>Lavras recebeu do Governo do Estado os kits para realiza\u00e7\u00e3o dos testes r\u00e1pidos para a detec\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o em c\u00e3es. Com o apoio da UFLA, os exames come\u00e7aram a ser realizados em v\u00e1rios bairros da cidade. No estado de Minas Gerais, a incid\u00eancia estimada seria de 2% de resultados positivos, mas em Lavras, naquele per\u00edodo, havia bairros com 20% de positividade.<\/p>\n<p>Os animais com exames que apresentavam resultados positivos no teste r\u00e1pido passavam por um teste confirmat\u00f3rio, conhecido como Elisa, realizado pelo laborat\u00f3rio de refer\u00eancia da Funda\u00e7\u00e3o Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte. A partir de dois resultados positivos, os propriet\u00e1rios eram orientados sobre a \u00fanica recomenda\u00e7\u00e3o preconizada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade \u00e0 \u00e9poca: a eutan\u00e1sia dos animais. Uma parceria entre a Vigil\u00e2ncia Ambiental e o Setor de Patologia da UFLA permitiu que os procedimentos de eutan\u00e1sia fossem realizados na institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_129413\" aria-describedby=\"caption-attachment-129413\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/mosquito-palha.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-129413 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/mosquito-palha-249x187.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"187\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/mosquito-palha-249x187.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/mosquito-palha-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/mosquito-palha-612x459.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/mosquito-palha.jpg 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-129413\" class=\"wp-caption-text\">O agente transmissor das leishmanioses \u00e9 a f\u00eamea do inseto conhecido como mosquito-palha.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Al\u00e9m de identificar os c\u00e3es infectados e orientar quanto aos procedimentos, as equipes instalaram armadilhas luminosas em algumas resid\u00eancias, para detectar a presen\u00e7a do inseto transmissor em regi\u00f5es espec\u00edficas da cidade. O acompanhamento sistem\u00e1tico ocorre nos bairros em que os casos de leishmaniose visceral canina ou humana s\u00e3o notificados. Durante dois anos, os mesmos locais s\u00e3o monitorados, com armadilhas permanecendo instaladas por tr\u00eas noites, pelo menos uma vez por m\u00eas. A equipe da UFLA recolhe as armadilhas e faz a an\u00e1lise dos insetos capturados, identificando as esp\u00e9cies e a poss\u00edvel infec\u00e7\u00e3o por parasitos do g\u00eanero <em>Leishmania<\/em>.<\/p>\n<p>O trabalho permanece cont\u00ednuo e envolve tamb\u00e9m a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade junto \u00e0 comunidade acad\u00eamica e lavrense.<\/p>\n<p><strong>Leishmanioses: diferen\u00e7as entre os tipos visceral e tegumentar<\/strong><\/p>\n<p>As leishmanioses s\u00e3o causadas por parasitos do g\u00eanero <em>Leishmania<\/em>, que, por sua vez, s\u00e3o transmitidos por insetos &#8211; os flebotom\u00edneos. Mas h\u00e1&nbsp;diferen\u00e7as importantes entre os dois tipos de leishmaniose:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Tabela-Leishmaniose-pdf.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-129416 size-large\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Tabela-Leishmaniose-2-612x671.jpg\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"671\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Tabela-Leishmaniose-2-612x671.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Tabela-Leishmaniose-2-227x249.jpg 227w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Tabela-Leishmaniose-2-768x842.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><\/a><\/p>\n<p>*O tratamento de c\u00e3es n\u00e3o deve, em hip\u00f3tese alguma, ser realizado com drogas destinadas ao tratamento humano. O tratamento autorizado a partir de 2017 deve ser realizado por um m\u00e9dico veterin\u00e1rio com acompanhamento sistem\u00e1tico e permanente do animal.<\/p>\n<figure id=\"attachment_129414\" aria-describedby=\"caption-attachment-129414\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/acao-educativa-leishmanioses.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-129414 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/acao-educativa-leishmanioses-249x195.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"195\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/acao-educativa-leishmanioses-249x195.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/acao-educativa-leishmanioses-768x602.jpg 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/acao-educativa-leishmanioses-612x479.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/acao-educativa-leishmanioses.jpg 941w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-129414\" class=\"wp-caption-text\">A\u00e7\u00e3o educativa realizada em 3\/4 na Pra\u00e7a Dr. Augusto Silva. Foto: Rafael Passos.<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>A\u00e7\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m das a\u00e7\u00f5es diretas de combate \u00e0 doen\u00e7a, o Biopar\/UFLA, a Vigil\u00e2ncia Ambiental e a Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica desenvolvem a\u00e7\u00f5es educativas permanentes com a &nbsp;popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pelo projeto \u201cPesquisador Mirim\u201d, por exemplo, o tema \u00e9 trabalhado nas escolas das redes p\u00fablica e privada, informando as crian\u00e7as sobre as doen\u00e7as e incentivando uma postura preventiva e proativa.<\/p>\n<p>A\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade tamb\u00e9m s\u00e3o realizados pelo projeto Minuto da Sa\u00fade, que visa levar \u00e0 sociedade o conhecimento gerado na academia. A a\u00e7\u00e3o tem o apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).&nbsp;<\/p>\n<p>Eventos na Pra\u00e7a Dr. Augusto Silva e outros locais da cidade refor\u00e7am a mensagem junto a toda a popula\u00e7\u00e3o. No dia 19\/2, as equipes compartilharam informa\u00e7\u00f5es com a popula\u00e7\u00e3o por meio da a\u00e7\u00e3o educativa \u201cLeishmaniose Visceral \u2013 conhecer, informar e prevenir\u201d. Outra a\u00e7\u00e3o ocorreu nessa segunda-feira (3\/7), com a <strong><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/2017\/04\/04\/ufla-participa-de-projeto-de-combate-a-leishmaniose-tegumentar-e-a-hanseniase\/\">Carreta da Sa\u00fade<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Capacita\u00e7\u00f5es dos profissionais de sa\u00fade do munic\u00edpio tamb\u00e9m fazem parte do roteiro de a\u00e7\u00f5es que visam contribuir com a atualiza\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es relativas \u00e0s leishmanioses, auxiliando no r\u00e1pido diagn\u00f3stico e institui\u00e7\u00e3o precoce do tratamento adequado.<\/p>\n<p><strong>Sobre o \u00f3bito registrado<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade da Prefeitura de Lavras, no \u00faltimo fim de semana, foi registrada no munic\u00edpio a primeira morte humana por leishmaniose visceral, sendo tamb\u00e9m a primeira do sul de Minas. A v\u00edtima tinha 36 anos, era moradora do bairro Joaquim Sales e estava em tratamento h\u00e1 duas semanas.<\/p>\n<p>O diretor de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade, J\u00falio Cesar Cardoso, destaca a import\u00e2ncia da mobiliza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o neste momento. \u201cDiferentemente do mosquito que transmite a dengue, que voa em um raio de at\u00e9 200 metros, o mosquito-palha \u00e9 local, deslocando-se em pequenas dist\u00e2ncias. Por isso \u00e9 fundamental o cuidado que as pessoas devem ter na limpeza de seu pr\u00f3prio quintal e nos cuidados com seus c\u00e3es. A colabora\u00e7\u00e3o entre vizinhos, neste sentido, tamb\u00e9m \u00e9 essencial\u201d.<\/p>\n<p>A prefeitura dar\u00e1 seguimento \u00e0s estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 doen\u00e7a, que envolvem mutir\u00f5es nos bairros para retirada de entulho, inqu\u00e9rito sorol\u00f3gico canino, &nbsp;pulveriza\u00e7\u00f5es de inseticida (de acordo com o preconizado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade) e &nbsp;a\u00e7\u00f5es de sensibiliza\u00e7\u00e3o da comunidade.<\/p>\n<p><strong>Assista \u00e0 entrevista realizada pela TVU Lavras sobre o tema:<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Entrevista com a professora do Depto. de Sa\u00fade da Ufla, Joziana Muniz de Paiva Bar\u00e7ante\" width=\"474\" height=\"267\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0j8Wk5X3mhA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Esse conte\u00fado de populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia foi produzido com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa de Minas Gerais &#8211; Fapemig.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No in\u00edcio de 2017, o diagn\u00f3stico do primeiro caso de  leishmaniose visceral humana em Lavras (MG) &#8211; que foi tamb\u00e9m o primeiro do sul do estado de Minas Gerais &#8211;  chamou a aten\u00e7\u00e3o (&#8230;)<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1,10],"tags":[],"class_list":["post-129407","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","category-menores"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129407","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=129407"}],"version-history":[{"count":21,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129407\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":159076,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129407\/revisions\/159076"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=129407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=129407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=129407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}