{"id":127089,"date":"2017-01-05T15:30:48","date_gmt":"2017-01-05T18:30:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=127089"},"modified":"2017-01-12T10:19:02","modified_gmt":"2017-01-12T13:19:02","slug":"projeto-ecologico-desenvolvido-na-usina-hidreletrica-peixe-angical-garante-conservacao-da-flora-regional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2017\/01\/05\/projeto-ecologico-desenvolvido-na-usina-hidreletrica-peixe-angical-garante-conservacao-da-flora-regional\/","title":{"rendered":"Projeto Ecol\u00f3gico desenvolvido na Usina Hidrel\u00e9trica Peixe Angical garante conserva\u00e7\u00e3o da flora regional"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_127090\" aria-describedby=\"caption-attachment-127090\" style=\"width: 612px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/levantamento-flora.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-127090 size-large\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/levantamento-flora-612x367.jpg\" width=\"612\" height=\"367\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/levantamento-flora-612x367.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/levantamento-flora-249x149.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/levantamento-flora-768x460.jpg 768w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/levantamento-flora.jpg 890w\" sizes=\"auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-127090\" class=\"wp-caption-text\">Levantamentos flor\u00edsticos &#8211; bioma Cerrado &#8211; na \u00e1rea de abrang\u00eancia da Usina Hidrel\u00e9trica Peixe Angical, localizada no Rio Tocantins<\/figcaption><\/figure>\n<p>A Usina Hidrel\u00e9trica Peixe Angical, localizada no Rio Tocantins, entre os munic\u00edpios de Peixe, S\u00e3o Salvador do Tocantins e Paran\u00e3, completou sua entrada em opera\u00e7\u00e3o comercial em setembro de 2006. Dez anos depois, o professor Ant\u00f4nio Carlos da Silva Zanzini, do Departamento de Ci\u00eancias Florestais da Universidade Federal de Lavras (UFLA), faz um resgate e avalia\u00e7\u00e3o do Projeto Flora \u2013 levantamento flor\u00edstico do bioma Cerrado, produ\u00e7\u00e3o e reflorestamento na \u00e1rea de aproveitamento da hidrel\u00e9trica. Um projeto ambiental de longa dura\u00e7\u00e3o &#8211; 2004\/2012, um dos 30 Programas Ambientais implementados pela UHE Peixe Angical.<\/p>\n<p>O Programa envolveu levantamentos flor\u00edsticos, estudos fitossociol\u00f3gicos, resgate de germoplasma vegetal, implanta\u00e7\u00e3o do viveiro de mudas de esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas, reflorestamento convencional, plano de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e mapeamento de \u00e1reas de soltura de animais silvestres.<\/p>\n<p>Sob a coordena\u00e7\u00e3o do professor Zanzini, o projeto foi resultado de um processo de licita\u00e7\u00e3o p\u00fablica do consorcio Enerpeixe\/Furnas\/EDP Brasil, empresa binacional concession\u00e1ria de servi\u00e7os p\u00fablicos de energia el\u00e9trica, tendo como intermedi\u00e1rias as funda\u00e7\u00f5es de apoio da UFLA (Faepe, Fundecc e Coopeufla). O Projeto Flora Angical, como ficou conhecido, envolveu trabalhos com esp\u00e9cies arb\u00f3reas e orquid\u00e1ceas do bioma Cerrado em um raio de 300 quil\u00f4metros no entorno da UHE Peixe Angical.<\/p>\n<figure id=\"attachment_127091\" aria-describedby=\"caption-attachment-127091\" style=\"width: 210px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mudas-tocantins.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-127091\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mudas-tocantins-210x249.jpg\" alt=\"\" width=\"210\" height=\"249\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mudas-tocantins-210x249.jpg 210w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mudas-tocantins.jpg 384w\" sizes=\"auto, (max-width: 210px) 100vw, 210px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-127091\" class=\"wp-caption-text\">Produ\u00e7\u00e3o de mudas no viveiro constru\u00eddo pelo projeto &#8211; 200 mil mudas foram plantadas<\/figcaption><\/figure>\n<p>Durante o estudo foram catalogadas 306 esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas dos tipos fision\u00f4micos de vegeta\u00e7\u00e3o: Mata Ciliar, Mata de Galeria, Cerrado <em>stricto sensu<\/em>, Cerrad\u00e3o e Vereda. Foram resgatadas aproximadamente 450 mil sementes provenientes de \u00e1rvores matrizes selecionadas e mapeadas, pertencentes a mais de 50 esp\u00e9cies para a produ\u00e7\u00e3o de mudas. No reflorestamento convencional, foram definidos 100 hectares de \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente, onde foram plantadas mais de 200 mil mudas de esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas do bioma Cerrado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foram implantados pomares de esp\u00e9cies frut\u00edferas nos tr\u00eas munic\u00edpios localizados na \u00e1rea de influ\u00eancia da Usina. Os pomares comunit\u00e1rios disponibilizam, em um mosaico rural de 30 hectares, \u00e1rvores produtoras de frutas da regi\u00e3o (mangueiras, cajueiros, coqueiros, buritizeiros e bananeiras, dentre outras), escolhidas pela popula\u00e7\u00e3o local, e tamb\u00e9m esp\u00e9cies novas, que passaram a fazer parte da nutri\u00e7\u00e3o local, como laranja variedade P\u00eara-lisa e tangerina. Tamb\u00e9m foi introduzido o Tamarindo, considerado pelas popula\u00e7\u00f5es locais com propriedades nutricionais e funcionais semelhantes a uma fruta nativa da regi\u00e3o, a Cagaita.<\/p>\n<p><strong>Sobre a Hidrel\u00e9trica <\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_127092\" aria-describedby=\"caption-attachment-127092\" style=\"width: 325px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/enerpeixe.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-127092\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/enerpeixe-249x128.jpg\" width=\"325\" height=\"168\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/enerpeixe-249x128.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/enerpeixe.jpg 574w\" sizes=\"auto, (max-width: 325px) 100vw, 325px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-127092\" class=\"wp-caption-text\">A barragem tem seis quil\u00f4metros de comprimento e altura de 41,35 metros, com 294,1 quil\u00f4metros quadrados de \u00e1rea inundada<\/figcaption><\/figure>\n<p>As tr\u00eas turbinas do complexo Peixe Angical totalizam uma pot\u00eancia instalada de 452 MW, suficiente para abastecer uma cidade com cerca de quatro milh\u00f5es de habitantes, equivalente a duas vezes o consumo de Bras\u00edlia. A energia produzida \u00e9 transferida ao Sistema El\u00e9trico Brasileiro, atrav\u00e9s da subesta\u00e7\u00e3o de&nbsp;FURNAS&nbsp;em Gurupi (TO).&nbsp;A barragem tem seis quil\u00f4metros de comprimento e altura de 41,35 metros, com 294,1 quil\u00f4metros quadrados de \u00e1rea inundada. Ao todo, foram implantados 30 programas ambientais, pertinentes aos meios f\u00edsico, bi\u00f3tico e socioecon\u00f4mico.<\/p>\n<p>Segundo o professor Zanzini, o projeto visou minimizar os efeitos ambientais do empreendimento, garantindo o levantamento das esp\u00e9cies mais comuns na \u00e1rea que foi inundada e o posterior aproveitamento na \u00e1rea de reflorestamento. O projeto contribuiu para a forma\u00e7\u00e3o de estudantes da UFLA e garantiu a troca de experi\u00eancias que enriqueceram as disciplinas que o professor ministra: Conserva\u00e7\u00e3o e Manejo da Fauna Silvestre e An\u00e1lises Estat\u00edsticas de Riqueza e Diversidade Biol\u00f3gica.<\/p>\n<figure id=\"attachment_127093\" aria-describedby=\"caption-attachment-127093\" style=\"width: 164px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/reflorestamento-tocantins2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-127093\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/reflorestamento-tocantins2.jpg\" alt=\"\" width=\"164\" height=\"210\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-127093\" class=\"wp-caption-text\">Professor Zanzini &#8211; o objetivo foi minimizar os efeitos ambientais do empreendimento, garantindo o levantamento das esp\u00e9cies e seu reflorestamento<\/figcaption><\/figure>\n<p>Segundo o professor Zanzini, o Projeto Flora Angical visou minimizar parte dos impactos ambientais do empreendimento sobre as comunidades florestais, por meio do levantamento das esp\u00e9cies arb\u00f3reas de maior import\u00e2ncia e o posterior aproveitamento nas \u00e1reas de reflorestamento convencional.<\/p>\n<p>O Projeto contribuiu para a gera\u00e7\u00e3o de empregos na regi\u00e3o, contrata\u00e7\u00e3o de engenheiros florestais e bi\u00f3logos, incluindo a forma\u00e7\u00e3o extracurricular de estudantes da UFLA e da Universidade Federal do Tocantins. Al\u00e9m disso, possibilitou a aquisi\u00e7\u00e3o de uma ampla variedade de equipamentos de alta complexidade para fins de aulas pr\u00e1ticas. Tamb\u00e9m fomentou a integra\u00e7\u00e3o Universidade-Empresa, cuja troca de informa\u00e7\u00f5es enriqueceram as disciplinas que o professor ministra atualmente: Conserva\u00e7\u00e3o e Manejo da Fauna Silvestre e An\u00e1lises Estat\u00edsticas de Riqueza e Diversidade Biol\u00f3gica.<\/p>\n<p><strong>Matriz energ\u00e9tica<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o do Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME), quando considerada a oferta de energia el\u00e9trica \u2013 subconjunto da matriz energ\u00e9tica, as energias renov\u00e1veis chegam em torno de 80% de participa\u00e7\u00e3o, muito superior ao verificado no mundo, que \u00e9 de 24%. A fonte hidr\u00e1ulica continua preponderante, respondendo por 66,2% da matriz. Em 2016, a capacidade de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica instalada no Pa\u00eds chegou a&nbsp;149.928 MW.&nbsp;A gera\u00e7\u00e3o e\u00f3lica foi a que apresentou expans\u00e3o mais expressiva, com crescimento de 43,2% entre novembro de 2015 e 2016. No mesmo per\u00edodo tamb\u00e9m houve expans\u00e3o das fontes solar (8,4%), hidr\u00e1ulica (6,4%) e t\u00e9rmica (4%). O avan\u00e7o das fontes renov\u00e1veis vai \u00e0 mesma dire\u00e7\u00e3o do compromisso assumido pelo Brasil durante a COP 21, de elevar para ao menos 23% a fatia de energias renov\u00e1veis (al\u00e9m da h\u00eddrica) na matriz el\u00e9trica at\u00e9 2030.<\/p>\n<p><strong>Novo projeto<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_127094\" aria-describedby=\"caption-attachment-127094\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/zanzini-projeto-novo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-127094\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/zanzini-projeto-novo-249x175.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"175\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/zanzini-projeto-novo-249x175.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/zanzini-projeto-novo.jpg 556w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-127094\" class=\"wp-caption-text\">Pontos de salvamento de Germoplasma na \u00e1rea do canteiro de obras do futuro reservat\u00f3rio da UHE S\u00e3o Manoel, localizada entre os munic\u00edpios de Jacareacanga (PA) e Parana\u00edta (MT)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os trabalhos desenvolvidos no estado do Tocantins conferiram ao professor Zanzini a experi\u00eancia necess\u00e1ria para um novo desafio, o Programa de Monitoramento da Flora na Usina Hidrel\u00e9trica S\u00e3o Manoel, no rio Teles Pires, divisa dos estados do Mato Grosso e Par\u00e1, na Amaz\u00f4nia Meridional brasileira. O professor atua como coordenador-t\u00e9cnico do Programa, desde novembro de 2015.<\/p>\n<p>Nos estudos fitossociol\u00f3gicos, em 12 hectares amostrados, foram identificados e mensurados 4.208 indiv\u00edduos arb\u00f3reos, pertencentes a 347 esp\u00e9cies, 48 fam\u00edlias bot\u00e2nicas e 165 g\u00eaneros. Nos trabalhos de sele\u00e7\u00e3o de matrizes foram selecionadas e mapeadas 850 \u00e1rvores matrizes, pertencentes a 68 esp\u00e9cies bot\u00e2nicas. Nos trabalhos de resgate de germoplasma vegetal (sementes) foram resgatados 968.894 quilogramas de sementes pertencentes a 136 esp\u00e9cies arb\u00f3reas. Tamb\u00e9m foram tombadas no Herb\u00e1rio da Amaz\u00f4nia Meridional 592 exemplares pertencentes a 347 esp\u00e9cies bot\u00e2nicas. Foram &nbsp;resgatadas e realocadas 19.527 orquid\u00e1ceas, pertencentes a 134 esp\u00e9cies bot\u00e2nicas.<\/p>\n<p>Os relat\u00f3rios t\u00e9cnicos gerados no per\u00edodo de dura\u00e7\u00e3o do projeto no Tocantins podem ser consultados no site <a href=\"http:\/\/www.acszanzini.net\/\">http:\/\/www.aczanzini.net<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Usina Hidrel\u00e9trica Peixe Angical, localizada no Rio Tocantins, entre os munic\u00edpios de Peixe, S\u00e3o Salvador do Tocantins e Paran\u00e3, completou sua entrada em opera\u00e7\u00e3o comercial em setembro de 2006. Dez anos depois, o professor Ant\u00f4nio Carlos da Silva Zanzini, do Departamento de Ci\u00eancias Florestais da Universidade Federal de Lavras (UFLA), faz um resgate e &hellip; <a href=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2017\/01\/05\/projeto-ecologico-desenvolvido-na-usina-hidreletrica-peixe-angical-garante-conservacao-da-flora-regional\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Projeto Ecol\u00f3gico desenvolvido na Usina Hidrel\u00e9trica Peixe Angical garante conserva\u00e7\u00e3o da flora regional<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-127089","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-menores"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127089","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=127089"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127089\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":127097,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127089\/revisions\/127097"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=127089"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=127089"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=127089"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}