{"id":1217,"date":"2007-12-20T00:00:00","date_gmt":"2007-12-20T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2007\/12\/mais-brasileiros-conseguem-chegar-ao-ensino-superior\/"},"modified":"2007-12-20T00:00:00","modified_gmt":"2007-12-20T00:00:00","slug":"mais-brasileiros-conseguem-chegar-ao-ensino-superior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2007\/12\/20\/mais-brasileiros-conseguem-chegar-ao-ensino-superior\/","title":{"rendered":"Mais brasileiros conseguem chegar ao ensino superior"},"content":{"rendered":"<p>O Estado de S\u00e3o Paulo, 20\/12\/07<\/p>\n<p>Lisandra Paraguass\u00fa <\/p>\n<p>Cresceu o n\u00famero de matr\u00edculas, principalmente na educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia <\/p>\n<p>O n\u00famero de matr\u00edculas no ensino superior cresceu no Pa\u00eds entre 2005 e 2006. O \u00faltimo Censo do Ensino Superior, divulgado ontem pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), mostra que a taxa de escolaridade l\u00edquida &#8211; que considera apenas os jovens de 18 a 24 anos &#8211; passou de 10,9% para 12,1%. Mesmo pequeno, o crescimento \u00e9 comemorado pelo MEC. \u00c9 o maior registrado nos \u00faltimos anos. <\/p>\n<p>\u201cNas d\u00e9cadas de 80 e 90, a taxa esteve estagnada em torno de 9%. Voltou a crescer agora. S\u00f3 isso j\u00e1 \u00e9 uma boa not\u00edcia\u201d, afirmou Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). A taxa mostra que mais jovens na idade correta est\u00e3o chegando ao ensino superior. Mas h\u00e1 tamb\u00e9m mais pessoas no ensino superior. A taxa de escolaridade bruta &#8211; calculada considerando-se todas as pessoas matriculadas, independentemente da idade, em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de jovens &#8211; tamb\u00e9m cresceu. Passou de 18,2% para 20,1%.<\/p>\n<p>O ensino superior, no entanto, mant\u00e9m ainda as desigualdades regionais. Na regi\u00e3o Sul, a taxa de escolaridade l\u00edquida \u00e9 de 17,1%, a mais alta do Pa\u00eds. Sudeste e Centro-oeste t\u00eam 14%. Norte e a Nordeste n\u00e3o chegam \u00e0 metade disso, ficam abaixo de 7%. <\/p>\n<p>Boa parte desse crescimento do ensino superior pode ser creditado ao aumento dos cursos de gradua\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia. O censo mostra que as matr\u00edculas nesse tipo de ensino cresceram mais de 315% entre 2003 e 2006. O n\u00famero de cursos oferecidos passou de 10 no ano 2000 para 349 em 2006, uma evolu\u00e7\u00e3o de 571%. <\/p>\n<p>No entanto, apesar do investimento que o governo federal pretende fazer em cursos a dist\u00e2ncia, a maior parte desse crescimento ainda \u00e9 em institui\u00e7\u00f5es privadas. Isso porque o censo, ainda com dados de 2006, n\u00e3o conta as vagas criadas pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), que entrou em funcionamento neste ano. Foram contadas apenas as vagas do programa Pro-Licenciatura, de forma\u00e7\u00e3o de professores. \u201cAt\u00e9 fevereiro, teremos 45 mil alunos na UAB. At\u00e9 2009, pretendemos chegar a 200 mil\u201d, afirmou Carlos Bielschowsky, secret\u00e1rio de Ensino a Dist\u00e2ncia do MEC.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio prev\u00ea, ainda, um aumento maior da participa\u00e7\u00e3o das federais nesse crescimento a partir do censo 2007. Isso porque uma pesquisa pr\u00e9via feita apenas com as federais mostra um aumento de matr\u00edculas no segundo semestre de 2006 que n\u00e3o chegou a ser detectado pelo censo. \u201cA maior parte das federais iniciou a expans\u00e3o no final de 2006. Esse movimento s\u00f3 aparecer\u00e1 no pr\u00f3ximo levantamento\u201d, explicou Ieda Diniz, da Secretaria de Ensino Superior do MEC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S\u00e3o Paulo, 20\/12\/07 Lisandra Paraguass\u00fa Cresceu o n\u00famero de matr\u00edculas, principalmente na educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia O n\u00famero de matr\u00edculas no ensino superior cresceu no Pa\u00eds entre 2005 e 2006. 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