{"id":117639,"date":"2016-08-31T10:21:16","date_gmt":"2016-08-31T13:21:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=117639"},"modified":"2016-09-07T16:50:24","modified_gmt":"2016-09-07T19:50:24","slug":"biocarvao-e-tema-de-treinamento-na-ufla-com-a-presenca-de-especialistas-nacionais-e-internacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2016\/08\/31\/biocarvao-e-tema-de-treinamento-na-ufla-com-a-presenca-de-especialistas-nacionais-e-internacionais\/","title":{"rendered":"Biocarv\u00e3o \u00e9 tema de treinamento na UFLA com a presen\u00e7a de especialistas nacionais e internacionais"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_117640\" aria-describedby=\"caption-attachment-117640\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-117640 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio-249x166.jpg\" alt=\"biochar-laboratorio\" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio-612x408.jpg 612w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-117640\" class=\"wp-caption-text\">Participantes visitam Laborat\u00f3rio no Departamento de Ci\u00eancias Florestais<\/figcaption><\/figure>\n<p>H\u00e1 cerca de 20 anos iniciaram-se os estudos sobre Terra Preta de \u00cdndio, sobretudo na Amaz\u00f4nia brasileira, despertando o interesse da ci\u00eancia internacional. Esses solos s\u00e3o caracterizados pela ampla disponibilidade de nutrientes como c\u00e1lcio, magn\u00e9sio, zinco, mangan\u00eas, f\u00f3sforo e carbono. E foi devido \u00e0 alt\u00edssima fertilidade desses solos e \u00e0 presen\u00e7a de carbono pirog\u00eanico em grandes quantidades que surgiu a inspira\u00e7\u00e3o para desenvolver pesquisas com biocarv\u00e3o.<\/p>\n<p>O termo biocarv\u00e3o (<em>biochar<\/em>, em ingl\u00eas) tem atra\u00eddo a aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores do mundo todo e tamb\u00e9m da ind\u00fastria. De acordo com o professor Le\u00f4nidas Carrijo Azevedo Melo, do Departamento de Ci\u00eancia do Solo da Universidade Federal de Lavras (DCS\/UFLA), as pesquisas t\u00eam confirmado que o uso de biocarv\u00e3o pode ser uma alternativa vi\u00e1vel para a reciclagem e sanitiza\u00e7\u00e3o de res\u00edduos e melhor aproveitamento de nutrientes. \u201c\u00c0 medida que as pesquisas t\u00eam avan\u00e7ado no mundo todo, percebe-se que \u00e9 poss\u00edvel desenvolver fertilizantes mais eficientes \u00e0 base de biocarv\u00e3o, al\u00e9m de materiais adsorventes para reter contaminantes em \u00e1reas polu\u00eddas com metais pesados\u201d, afirma.<\/p>\n<figure id=\"attachment_117641\" aria-describedby=\"caption-attachment-117641\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-evento.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-117641\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-evento-249x187.jpg\" alt=\"Participaram do evento os estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, professores universit\u00e1rios, pesquisadores, representantes da ind\u00fastria e de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais, vindos de diferentes Estados e institui\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia \" width=\"249\" height=\"187\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-evento-249x187.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-evento-612x459.jpg 612w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-117641\" class=\"wp-caption-text\">Participaram do evento os estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, professores universit\u00e1rios, pesquisadores, representantes da ind\u00fastria e de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais, vindos de diferentes Estados e institui\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para tratar dessa tem\u00e1tica, de 24 a 26 de agosto, a UFLA foi sede o <em>II Brazilian Biochar Training Course<\/em> \u2013 treinamento espec\u00edfico que apresenta os avan\u00e7os da pesquisa sobre \u201cBiocarv\u00e3o\u201d, linha de estudo em expans\u00e3o na Universidade. Com a presen\u00e7a de especialistas nacionais e internacionais (Estados Unidos, Alemanha, Austr\u00e1lia e Holanda), o evento, sob a coordena\u00e7\u00e3o do professor Le\u00f4nidas Melo, permitiu discuss\u00f5es estrat\u00e9gicas sobre a ado\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de uso do biocarv\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<p>Entre os palestrantes, pesquisadores reconhecidos como refer\u00eancias na \u00e1rea, membros das principais redes de pesquisa em biocarv\u00e3o no Brasil e outros pa\u00edses convidados: \u00c1lvaro Guedes Soares (SPPT Pesquisas Tecnol\u00f3gicas Ltda); Carlos Alberto Silva (DCS \u2013 UFLA); Etelvino Novotny (Embrapa Solos); Jena\u00edna Soares (DFI \u2013 UFLA); Maria L\u00facia Bianchi (DQI \u2013 UFLA); Paulo Trugilho (DCF \u2013 UFLA); Cl\u00e1udia Maia (Embrapa Florestas); Wenceslau Teixeira (Embrapa Solos); Aline Puga (Embrapa Meio Ambiente); Thomas Kuijper (WUR, The Netherlands); Tatiana Rittl (Esalq\/USP); Bruno Glaser (Martin-Luther &#8211; University Halle-Wittenberg, Germany). Al\u00e9m dessas apresenta\u00e7\u00f5es, foram organizadas duas videoconfer\u00eancias com os pesquisadores Stephen Joseph (University of NSW, Austr\u00e1lia) e Kurt Spokas (U.S.\u00a0Department of Agriculture).<\/p>\n<p>Participaram do evento os estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, professores universit\u00e1rios, pesquisadores, representantes da ind\u00fastria e de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais, vindos de diferentes Estados e institui\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia na tem\u00e1tica. Essa foi a segunda edi\u00e7\u00e3o realizada no Brasil, a primeira foi em 2015, na Embrapa Agrossilvipastoril em Sinop-MT.<\/p>\n<p><strong>Palestras internacionais <\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_117642\" aria-describedby=\"caption-attachment-117642\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-palestra-internacional.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-117642\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-palestra-internacional-249x161.jpg\" alt=\"Professor Le\u00f4nidas Melo (direita) durante apresenta\u00e7\u00e3o do pesquisador Thomas Kuijper, da Universidade de Wageningen \" width=\"249\" height=\"161\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-palestra-internacional-249x161.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-palestra-internacional.jpg 455w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-117642\" class=\"wp-caption-text\">Professor Le\u00f4nidas Melo (direita) durante apresenta\u00e7\u00e3o do pesquisador Thomas Kuijper, da Universidade de Wageningen<\/figcaption><\/figure>\n<p>O pesquisador Thomas Kuijper, da Universidade de Wageningen \u2013 Holanda, tra\u00e7ou um resgate sobre a origem das pesquisas com biocarv\u00e3o, destacando seus efeitos e considerando o seu uso como um investimento na fertilidade do solo em longo prazo (s\u00edtios arqueol\u00f3gicos com terras f\u00e9rteis h\u00e1 milhares de anos).\u00a0 Ele destacou, ainda,<br \/>\nque o biocarv\u00e3o deve ser fabricado com res\u00edduos, para se evitar o aumento da press\u00e3o sobre o desmatamento de florestas. Em sua avalia\u00e7\u00e3o, a fase de comprovar a efic\u00e1cia j\u00e1 foi superada, devendo agora a pesquisa se dedicar aos mecanismos pelos quais esses efeitos s\u00e3o produzidos.<\/p>\n<p>O pesquisador Bruno Glaser, da <em>University Halle-Wittenberg<\/em> &#8211; Alemanha, tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia da reciclagem de nutrientes e a associa\u00e7\u00e3o entre o biocarv\u00e3o e a compostagem de res\u00edduos. Entre as comprova\u00e7\u00f5es de sua pesquisa, a capacidade de armazenar o Carbono e F\u00f3sforo no solo, al\u00e9m de poder ser usado em pequenas doses na alimenta\u00e7\u00e3o animal de forma preventiva, onde absorve toxinas e previne o uso de antibi\u00f3ticos.<\/p>\n<p>O professor Alem\u00e3o veio ao Brasil pela primeira vez em 1996 e de l\u00e1 pra c\u00e1 j\u00e1 somam mais de 20 visitas, a maioria das vezes para avaliar o potencial do biocarv\u00e3o\/Terra Preta de \u00cdndio. \u201cAinda n\u00e3o sabemos tudo sobre esse tema, penso que estamos desenvolvendo a aplica\u00e7\u00e3o do uso do Biochar, mesmo no Brasil\u201d, refor\u00e7ou.<\/p>\n<figure id=\"attachment_117646\" aria-describedby=\"caption-attachment-117646\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-117646\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio2-249x166.jpg\" alt=\"Esses temas t\u00eam sido objeto de disserta\u00e7\u00f5es e teses desenvolvidas com a participa\u00e7\u00e3o de diferentes departamentos, tornando a pesquisa ainda mais efetiva e multidisciplinar. \" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio2-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-laboratorio2-612x408.jpg 612w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-117646\" class=\"wp-caption-text\">Esses temas t\u00eam sido objeto de disserta\u00e7\u00f5es e teses desenvolvidas com a participa\u00e7\u00e3o de diferentes departamentos, tornando a pesquisa ainda mais efetiva e multidisciplinar.<\/figcaption><\/figure>\n<p>O pesquisador destacou outra fun\u00e7\u00e3o do biocarv\u00e3o, no tratamento de \u00e1gua. Neste ponto, Bruno Glaser considerou a atua\u00e7\u00e3o da UFLA nos temas ambientais, parabenizando a Institui\u00e7\u00e3o pelo reconhecimento internacional \u201cBlue University\u201d. Al\u00e9m de fazer elogios \u00e0 estrutura e beleza da Universidade, o pesquisador sinalizou o interesse em ampliar as parcerias acad\u00eamicas, ampliando as linhas de pesquisa e, consequentemente, a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p><strong>Resultados promissores<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO Brasil tem grandes potencialidades com biocarv\u00e3o, devido \u00e0 grande produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/p>\n<p>e gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos agr\u00edcolas, urbanos e agroindustriais. Por\u00e9m, ainda precisamos desenvolver mais pesquisas e tamb\u00e9m a ind\u00fastria para viabilizar o desenvolvimento de novos produtos que contribuam para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da sociedade brasileira\u201d, completou o professor Le\u00f4nidas.<\/p>\n<p>O professor aponta algumas caracter\u00edsticas do biocarv\u00e3o que devem ser ressaltadas: primeiro, ele pode ser produzido a partir de res\u00edduos vegetais, como casca de caf\u00e9, resto de serraria, cascas de pinus\/eucalipto, palhas vegetais, baga\u00e7o de cana, solucionando e dando valor aos res\u00edduos de diversas atividades econ\u00f4micas. Al\u00e9m disso, o processo torna o carbono em uma forma resistente, possivelmente por centenas ou milhares de anos (carbono pirog\u00eanico) que adicionado ao solo melhora suas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_117650\" aria-describedby=\"caption-attachment-117650\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biocarvao.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-117650 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biocarvao-249x145.jpg\" alt=\"biocarvao\" width=\"249\" height=\"145\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biocarvao-249x145.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biocarvao-612x356.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biocarvao.jpg 804w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-117650\" class=\"wp-caption-text\">Biocarv\u00e3o: pesquisas avaliam in\u00fameras potencialidades<\/figcaption><\/figure>\n<p>As pesquisas realizadas na UFLA tem enfocado o efeito sobre o pH do solo, a capacidade de reter nutrientes (Capacidade de Troca Cati\u00f4nica &#8211; CTC), efeito estimulante da atividade microbiana no solo, capacidade de sequestrar Carbono e outros gazes, efeito sobre a disponibilidade de alguns nutrientes, capacidade de reter \u00e1gua no solo, mantendo-a dispon\u00edvel por mais tempo as plantas, sendo seu uso promissor em \u00e1reas de menor pluviosidade e apresenta efeito remediador de contamina\u00e7\u00f5es no solo, como a de metais pesados.<\/p>\n<p>Esses temas t\u00eam sido objeto de disserta\u00e7\u00f5es e teses desenvolvidas com a participa\u00e7\u00e3o de diferentes departamentos, tornando a pesquisa ainda mais efetiva e multidisciplinar.<\/p>\n<p>A doutoranda Evanise Penido, estudante destacada durante interc\u00e2mbio no Ci\u00eancia sem Fronteiras (CsF), defendeu o Mestrado com uma abordagem sobre o efeito do biocarv\u00e3o sobre metais pesados no solo. Entre os resultados, a constata\u00e7\u00e3o de que o biocarv\u00e3o tem a capacidade de adsor\u00e7\u00e3o de metais, atuando como um adsorvente verde no solo, em estudo realizado em \u00e1rea de minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Texto elaborado com a colabora\u00e7\u00e3o do estudante\u00a0Luiz Alberto Araujo da Silva &#8211; bolsista Proat\/Ascom (cobertura e entrevistas). Fotos:\u00a0Luiz Alberto Araujo da Silva.<\/p>\n<figure id=\"attachment_117647\" aria-describedby=\"caption-attachment-117647\" style=\"width: 612px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-participacao.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-117647 size-large\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-participacao-612x301.jpg\" alt=\"biochar-participacao\" width=\"612\" height=\"301\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-participacao-612x301.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-participacao-249x122.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/biochar-participacao.jpg 816w\" sizes=\"auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-117647\" class=\"wp-caption-text\">Participantes do II Brazilian Biochar Training Course \u2013 Universidade Federal de Lavras (UFLA)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 cerca de 20 anos iniciaram-se os estudos sobre Terra Preta de \u00cdndio, sobretudo na Amaz\u00f4nia brasileira, despertando o interesse da ci\u00eancia internacional. Esses solos s\u00e3o caracterizados pela ampla disponibilidade de nutrientes como c\u00e1lcio, magn\u00e9sio, zinco, mangan\u00eas, f\u00f3sforo e carbono. 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