{"id":115857,"date":"2016-06-30T08:47:07","date_gmt":"2016-06-30T11:47:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=115857"},"modified":"2016-07-11T14:46:43","modified_gmt":"2016-07-11T17:46:43","slug":"estudo-publicado-na-nature-tem-participacao-da-ufla-e-traz-resultados-de-impacto-para-a-conservacao-da-biodiversidade-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2016\/06\/30\/estudo-publicado-na-nature-tem-participacao-da-ufla-e-traz-resultados-de-impacto-para-a-conservacao-da-biodiversidade-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Estudo publicado na Nature tem participa\u00e7\u00e3o da UFLA e traz resultados de impacto para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_115861\" aria-describedby=\"caption-attachment-115861\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-115861 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-1-249x165.jpg\" alt=\"pesquisa-amazonia-1\" width=\"249\" height=\"165\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-1-249x165.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-1-612x406.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-1.jpg 1146w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-115861\" class=\"wp-caption-text\">Foto de Adam Ronan. Retrata\u00a0queimada degradando \u00e1rea de floresta.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (UFLA) integram a equipe autora do estudo publicado nesta quarta-feira (29\/6) na <a href=\"http:\/\/www.nature.com\/nature\/index.html\"><em><strong>Nature<\/strong><\/em><\/a>, uma das mais conceituadas revistas cient\u00edficas do mundo. A pesquisa demonstra que a perda de biodiversidade na Amaz\u00f4nia \u00e9 significativa n\u00e3o apenas quando ocorrem os desmatamentos (perda total da cobertura florestal), mas tamb\u00e9m quando as florestas s\u00e3o alvo de perturba\u00e7\u00f5es, como os cortes seletivos de madeira, os inc\u00eandios e a fragmenta\u00e7\u00e3o de \u00e1reas florestais remanescentes dos desmatamentos.<\/p>\n<p>O impacto geral das perturba\u00e7\u00f5es na biodiversidade foi analisado considerando-se a\u00a0<em>vegeta\u00e7\u00e3o<\/em> (1.538 esp\u00e9cies de \u00e1rvores), <em>p\u00e1ssaros<\/em> (460 esp\u00e9cies de \u00e1rvores) e <em>besouros <\/em>(156 esp\u00e9cies). A \u00e1rea amostral da pesquisa est\u00e1 localizada nos munic\u00edpios paraenses de Santar\u00e9m e Paragominas \u2013 uma regi\u00e3o de cerca de 3 milh\u00f5es de hectares. Os pesquisadores dividiram essa \u00e1rea em 31 regi\u00f5es, selecionando florestas em diferentes est\u00e1gios de conserva\u00e7\u00e3o &#8211; desde aquelas consideradas intocadas, at\u00e9 aquelas altamente perturbadas pela a\u00e7\u00e3o do homem (embora n\u00e3o desmatadas). Analisando em conjunto as respostas dos organismos estudados, os pesquisadores constataram que as regi\u00f5es florestais que sofreram perturba\u00e7\u00f5es tiveram perdas de biodiversidade equivalentes \u00e0quelas perdas identificadas em \u00e1reas desmatadas, onde h\u00e1 elimina\u00e7\u00e3o\u00a0de habitats.<\/p>\n<figure id=\"attachment_115864\" aria-describedby=\"caption-attachment-115864\" style=\"width: 164px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-115864 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-4-164x249.jpg\" alt=\"pesquisa-amazonia-4\" width=\"164\" height=\"249\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-4-164x249.jpg 164w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-4.jpg 505w\" sizes=\"auto, (max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-115864\" class=\"wp-caption-text\">Foto de Jos Barlow. Corte seletivo na Amaz\u00f4nia.<\/figcaption><\/figure>\n<p>O impacto das perturba\u00e7\u00f5es florestais por atividades humanas no Par\u00e1 corresponde a uma perda de 139 mil km<sup>2<\/sup> de floresta intacta. Essa dimens\u00e3o \u00e9 igual a todo o desmatamento identificado no Estado desde 1988, ano que inaugurou o monitoramento oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<\/p>\n<p>A relev\u00e2ncia do resultado est\u00e1 no fato de que o Brasil vem avan\u00e7ando no combate ao desmatamento, podendo ser considerado, de acordo com os pesquisadores da UFLA envolvidos, um l\u00edder mundial no enfrentamento \u00e0\u00a0derrubada de florestas. No entanto, para preserva\u00e7\u00e3o efetiva da biodiversidade, ser\u00e1 necess\u00e1rio investir no controle de pr\u00e1ticas que, mesmo n\u00e3o eliminando\u00a0a cobertura vegetal das florestas tropicais, provocam modifica\u00e7\u00f5es relevantes em sua estrutura \u2013 as chamadas perturba\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O estudo <em>Anthropogenic disturbance can be as important as deforestation in driving tropical biodiversity loss<\/em>, traduzido como <em>\u201cPerturba\u00e7\u00e3o antropog\u00eanica pode ser t\u00e3o importante quanto o desmatamento na condu\u00e7\u00e3o de perda de biodiversidade tropical\u201d<\/em>, foi desenvolvido a partir da colabora\u00e7\u00e3o de 18 institui\u00e7\u00f5es, sendo 11 delas brasileiras, todas unidas em um cons\u00f3rcio que forma a Rede Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel (RAS). A coordena\u00e7\u00e3o da Rede \u00e9 feita pela Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental, pelo Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi, pela Universidade de Lancaster (Reino Unido) e pelo Instituto Ambiental de Estocolmo (Su\u00e9cia). A RAS \u00e9 tamb\u00e9m parte do INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amaz\u00f4nia, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico\u00a0(CNPq).<\/p>\n<figure id=\"attachment_115862\" aria-describedby=\"caption-attachment-115862\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-115862 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-2-249x167.jpg\" alt=\"pesquisa-amazonia-2\" width=\"249\" height=\"167\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-2-249x167.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-2-612x409.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-2.jpg 1132w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-115862\" class=\"wp-caption-text\">Besouro escarabe\u00edneo. Foto de Hannah Griffiths.<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Participa\u00e7\u00e3o da UFLA no Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Os pesquisadores da UFLA atuaram na pesquisa desenvolvendo os estudos relativos aos besouros escarabe\u00edneos e, posteriormente, debatendo seus resultados com o restante do grupo. Entre 2010 e 2011, houve a coleta dos insetos na regi\u00e3o amaz\u00f4nica para an\u00e1lises. Os besouros foram escolhidos para compor as amostras por serem considerados um excelente grupo bioindicador de qualidade ambiental e por estarem intimamente relacionados \u00e0s caracter\u00edsticas ambientais. Tamb\u00e9m apresentam vantagens na rela\u00e7\u00e3o custo-benef\u00edcio de amostragem.<\/p>\n<p>Fazem parte da equipe o professor do Departamento de Biologia (DBI) J\u00falio Louzada; o p\u00f3s-doutorando do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ecologia Aplicada, Rodrigo Braga; a tamb\u00e9m p\u00f3s-doutoranda Juliana Silveira e o doutorando Victor Hugo Fonseca Oliveira, ligados ao \u00a0<a href=\"http:\/\/www.lecin.org\/\"><strong>Laborat\u00f3rio de Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o de Invertebrados<\/strong><\/a>\u00a0.<\/p>\n<p>O autor principal do artigo, professor da Universidade de Lancaster &#8211; Jos Barlow &#8211; coordenou a elabora\u00e7\u00e3o do artigo durante seu per\u00edodo sab\u00e1tico, na qualidade de pesquisador visitante do CNPq na UFLA . O pesquisador retornou \u00e0 Inglaterra em abril de 2016, ap\u00f3s 12 meses\u00a0em Lavras. As pesquisas conjuntas que desenvolve com a UFLA est\u00e3o relacionadas \u00e0 parceria existente entre a institui\u00e7\u00e3o e a <em>Lancaster University, que<\/em>\u00a0abrange tamb\u00e9m outros programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do de Ecologia Aplicada.<\/p>\n<p>\u201cEsses resultados devem servir de alerta para a comunidade global\u201d, afirma Jos Barlow sobre o artigo publicado. \u201cO Brasil demonstrou uma lideran\u00e7a sem precedentes no combate ao desmatamento na \u00faltima d\u00e9cada. O mesmo n\u00edvel de lideran\u00e7a \u00e9 necess\u00e1rio agora para proteger a sa\u00fade das florestas restantes nos tr\u00f3picos. Do contr\u00e1rio, d\u00e9cadas de esfor\u00e7o de conserva\u00e7\u00e3o ter\u00e3o sido em v\u00e3o\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_115863\" aria-describedby=\"caption-attachment-115863\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-115863 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-3-249x172.jpg\" alt=\"pesquisa-amazonia-3\" width=\"249\" height=\"172\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-3-249x172.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-3-612x422.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-3.jpg 1100w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-115863\" class=\"wp-caption-text\">Foto de Alexander Lees. Guaruba (Guaruba guarouba), uma das esp\u00e9cies vulner\u00e1veis \u200b\u200bdo estado do Par\u00e1.<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Contribui\u00e7\u00f5es para a formula\u00e7\u00e3o de novas pol\u00edticas p\u00fablicas<\/strong><\/p>\n<p>O pesquisador Victor Hugo ressalta que os resultados j\u00e1 apurados com a pesquisa t\u00eam subsidiado di\u00e1logos da Rede com organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais, com setores privados (agr\u00edcolas) e setores governamentais que podem contribuir para a forma\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. \u201cOs resultados do nosso estudo servir\u00e3o de subs\u00eddio para os tomadores de decis\u00e3o da regi\u00e3o, auxiliando no estabelecimento de novas a\u00e7\u00f5es e pol\u00edticas p\u00fablicas de conserva\u00e7\u00e3o. Nossos resultados despertaram o interesse de v\u00e1rios desses agentes, tendo, inclusive, subsidiado uma lei estadual (no estado do Par\u00e1) referente ao manejo das florestas secund\u00e1rias. J\u00e1 temos planejado alguns eventos para expor o nosso trabalho \u00e0 sociedade e promover a integra\u00e7\u00e3o com os tomadores de decis\u00e3o\u201d, relata.<\/p>\n<p>As evid\u00eancias j\u00e1 encontradas s\u00e3o tamb\u00e9m a base para novas pesquisas j\u00e1 iniciadas, que buscam novas respostas para a quest\u00e3o da conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p><strong>Esp\u00e9cies raras amea\u00e7adas<\/strong><\/p>\n<p>Outra descoberta do estudo \u00e9 que as esp\u00e9cies sob risco m\u00e1ximo de extin\u00e7\u00e3o foram as mais atingidas pelas perturba\u00e7\u00f5es causadas por atividades humanas. \u00c9 o caso das muitas esp\u00e9cies de aves, que n\u00e3o sobrevivem em ambientes atingidos pela perturba\u00e7\u00e3o florestal. Segundo uma das pesquisadoras, Ima Vieira, do Museu Em\u00edlio Paraense Goeldi, o Par\u00e1 abriga mais de 10% das esp\u00e9cies de aves do planeta e muitas delas s\u00e3o end\u00eamicas da regi\u00e3o, sendo justamente as mais afetadas.<\/p>\n<p>Acesso ao artigo:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.nature.com\/doifinder\/10.1038\/nature18326\">http:\/\/www.nature.com\/doifinder\/10.1038\/nature18326<\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_115867\" aria-describedby=\"caption-attachment-115867\" style=\"width: 612px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-7.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-115867 size-large\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-7-612x191.jpg\" alt=\"pesquisa-amazonia-7\" width=\"612\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-7-612x191.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-7-249x78.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-7.jpg 1481w\" sizes=\"auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-115867\" class=\"wp-caption-text\">Foto de Adam Ronan.<\/figcaption><\/figure>\n<dl id=\"attachment_115865\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 259px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-5.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-115865\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-5-249x140.jpg\" alt=\"pesquisa-amazonia-5\" width=\"249\" height=\"140\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-5-249x140.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-5-612x344.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-5.jpg 1349w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Foto de Adam Ronan.<\/dd>\n<\/dl>\n<dl id=\"attachment_115866\" class=\"wp-caption alignright\" style=\"width: 240px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\">\n<figure id=\"attachment_115866\" aria-describedby=\"caption-attachment-115866\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-115866 \" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-6-249x145.jpg\" alt=\"pesquisa-amazonia-6\" width=\"249\" height=\"145\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-6-249x145.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-6-612x356.jpg 612w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pesquisa-amazonia-6.jpg 1305w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-115866\" class=\"wp-caption-text\">Foto de Alexander Lees.<\/figcaption><\/figure>\n<\/dt>\n<\/dl>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (UFLA) integram a equipe autora do estudo publicado nesta quarta-feira (29\/6) na Nature, uma das mais conceituadas (&#8230;)<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-115857","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=115857"}],"version-history":[{"count":17,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115857\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":115895,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115857\/revisions\/115895"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=115857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=115857"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=115857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}