{"id":1145,"date":"2007-12-01T00:00:00","date_gmt":"2007-12-01T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ascom.ufla.br\/site\/index.php\/2007\/12\/medicina-e-agronomia-lideram-pesquisas\/"},"modified":"2007-12-01T00:00:00","modified_gmt":"2007-12-01T00:00:00","slug":"medicina-e-agronomia-lideram-pesquisas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2007\/12\/01\/medicina-e-agronomia-lideram-pesquisas\/","title":{"rendered":"Medicina e agronomia lideram pesquisas"},"content":{"rendered":"<p>O Estado de S\u00e3o Paulo, 30\/11\/07<\/p>\n<p>MCT e CNPq apontam descentraliza\u00e7\u00e3o regional, com Centro-Oeste, Nordeste e Norte crescendo 17% em 2 anos <\/p>\n<p>A maioria das pesquisas cient\u00edficas brasileiras, espalhada por 403 institui\u00e7\u00f5es, concentra-se nas \u00e1reas de medicina e agronomia. H\u00e1 uma pequena, mas constante descentraliza\u00e7\u00e3o regional da pesquisa, com o Centro-Oeste, Nordeste e Norte crescendo 17% nos \u00faltimos dois anos, ante 5% no Sul-Sudeste. As mulheres cientistas (48%), al\u00e9m de quase empatarem em quantidade com o n\u00famero de homens (52%), lideram cada vez mais os grupos de pesquisa (43%) &#8211; ante 57% de grupos liderados por homens.<\/p>\n<p>Esse retrato da pesquisa e dos pesquisadores foi divulgado ontem pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnol\u00f3gico (CNPq). O censo, intitulado Diret\u00f3rio dos Grupos de Pesquisa no Brasil, \u00e9 realizado de dois em dois anos desde 1992.<\/p>\n<p>O censo 2006 mostra que h\u00e1 hoje 90.320 pesquisadores em atividade no Pa\u00eds, al\u00e9m de 128.969 estudantes envolvidos nos 21 mil grupos de pesquisa. Ao todo, foram registradas 76.719 linhas de pesquisa, com medicina (4.928) e agronomia (4.363) liderando o trabalho cient\u00edfico (12%). Pela ordem de quantidades de linhas de pesquisa, seguem-se educa\u00e7\u00e3o (3.897), qu\u00edmica (3.606) e f\u00edsica (2.794).<\/p>\n<p>A idade m\u00e9dia dos pesquisadores, homens e mulheres, \u00e9 de 44 anos desde o primeiro censo em 1993. Do total de pesquisadores, 64% s\u00e3o doutores (57,5 mil). As ci\u00eancias exatas e da terra (83%), as ci\u00eancia biol\u00f3gicas (79%) e as ci\u00eancias agr\u00e1rias (75%) t\u00eam os mais altos \u00edndices de doutores envolvidos nas pesquisas. Entre os censos de 2004 e 2006, o Brasil incluiu 10 mil novos doutores ao cen\u00e1rio da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Apesar da registrada descentraliza\u00e7\u00e3o, com a regi\u00e3o Norte, sozinha, registrando 21% de crescimento, o Sudeste ainda concentra (50,4%) das pesquisas cient\u00edficas do Pa\u00eds. Pela ordem, essa distribui\u00e7\u00e3o, segundo o Censo 2006, est\u00e1 assim: Sul, 23,6%; Nordeste, 15,5%; Centro-Oeste, 6,1%; Norte, 4,4%.<\/p>\n<p>Por Estado, a lideran\u00e7a \u00e9 de S\u00e3o Paulo, com 27% dos grupos de pesquisa, seguido do Rio (13,2%), Rio Grande do Sul (10,4%), Minas Gerais (9,1%), Paran\u00e1 (8,1%), Santa Catarina (5,1%), Bahia (4,6%), Pernambuco (3,2%), DF (2,1%) e Cear\u00e1 (2%). Os demais Estados concentram menos de 2% dos grupos de pesquisa. Segundo o censo, h\u00e1 no Pa\u00eds, ao todo, 129 mil estudantes envolvidos com a pesquisa.<\/p>\n<p>Sozinha, a USP concentra 8,5% dos grupos de pesquisa, seguida da Unesp com 3,7%. As demais institui\u00e7\u00f5es dividem-se assim: UFRJ, 4,1%; UFMG, 3,1%; Unicamp, 3%; UFRGS, 2,6% e UFSC, 2%. As demais t\u00eam menos de 2% de participa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S\u00e3o Paulo, 30\/11\/07 MCT e CNPq apontam descentraliza\u00e7\u00e3o regional, com Centro-Oeste, Nordeste e Norte crescendo 17% em 2 anos A maioria das pesquisas cient\u00edficas brasileiras, espalhada por 403 institui\u00e7\u00f5es, concentra-se nas \u00e1reas de medicina e agronomia. 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