{"id":112600,"date":"2016-05-23T17:24:19","date_gmt":"2016-05-23T20:24:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=112600"},"modified":"2016-06-06T16:41:19","modified_gmt":"2016-06-06T19:41:19","slug":"passados-40-anos-trabalho-pioneiro-do-professor-alfredo-scheid-lopes-e-revisitado-em-periodico-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2016\/05\/23\/passados-40-anos-trabalho-pioneiro-do-professor-alfredo-scheid-lopes-e-revisitado-em-periodico-internacional\/","title":{"rendered":"Passados 40 anos, trabalho pioneiro do professor Alfredo Scheid Lopes \u00e9 revisitado em peri\u00f3dico internacional"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>O aumento da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola no cerrado brasileiro \u00e9 visto como uma das maiores conquistas da ci\u00eancia agr\u00edcola no s\u00e9culo 20. Em 72<\/em><\/strong> <strong><em>p\u00e1ginas do mais conceituado peri\u00f3dico internacional sobre Agronomia &#8211; Advances in Agronomy- o artigo de revis\u00e3o pretende resumir o estudo de levantamento pioneiro do professor Alfredo Scheid Lopes em solos sob &#8220;Cerrado&#8221;, em meados dos anos 1970. Traz, ainda, informa\u00e7\u00f5es relevantes para que esta regi\u00e3o se consolide cada vez mais como um celeiro mundial.\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_112601\" aria-describedby=\"caption-attachment-112601\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/aldred\u00e3o2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-112601 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/aldred\u00e3o2-249x166.jpg\" alt=\"Dedica\u00e7\u00e3o ao ensino, pesquisa e extens\u00e3o, prioritariamente na \u00e1rea de manejo da fertilidade do solo\" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/aldred\u00e3o2-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/aldred\u00e3o2-612x408.jpg 612w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-112601\" class=\"wp-caption-text\">Refer\u00eancia: dedica\u00e7\u00e3o ao ensino, pesquisa e extens\u00e3o, prioritariamente na \u00e1rea de manejo da fertilidade do solo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 1975, o professor da ent\u00e3o Escola Superior de Agricultura de Lavras (ESAL), hoje Universidade Federal de Lavras (UFLA), Alfredo Scheid Lopes, finalizava o mestrado em Ci\u00eancias do Solo, na Universidade da Carolina do Norte (EUA), com a seguinte constata\u00e7\u00e3o: era poss\u00edvel e necess\u00e1rio o estabelecimento de estrat\u00e9gias de manejo da fertilidade dos solos, no bioma \u201cCerrado\u201d, na regi\u00e3o central do Brasil, para torn\u00e1-los produtivos.<\/p>\n<p>Para chegar a essa conclus\u00e3o, o jovem professor havia percorrido uma \u00e1rea de mais de 600 mil quil\u00f4metros de solos sob vegeta\u00e7\u00e3o de cerrado e avaliado 518 amostras em um estudo completo que ficou conhecido pelo pioneirismo na avalia\u00e7\u00e3o do grau de \u201cinfertilidade\u201d dos solos dessa regi\u00e3o. O estudo teve continuidade e aprofundamento durante o doutorado, de 1975 a 1977, na mesma universidade, com o resultado publicado em peri\u00f3dicos nacionais e internacionais de refer\u00eancia na \u00e9poca.<\/p>\n<p>Passados 40 anos, acaba de ser publicada uma releitura do trabalho, com 72 p\u00e1ginas do <em>Advances in Agronomy \u2013 <\/em>com o t\u00edtulo<em> \u201c<\/em><em>A Career Perspective on Soil Management in the Cerrado Region of Brazil\u2019\u2019<\/em>, de autoria dos professores Alfredo Lopes \u2013 hoje professor em\u00e9rito da UFLA &#8211; e Luiz Roberto Guimar\u00e3es Guilherme, do Departamento de Ci\u00eancia do Solo (DCS\/UFLA). A publica\u00e7\u00e3o foi um convite especial do professor Donald Sparks, da Universidade de Delaware, Newark &#8211; EUA, editor chefe do peri\u00f3dico com o maior fator de impacto m\u00e9dio dos \u00faltimos cinco anos na \u00e1rea de Agronomia (<em>5-year impact factor = 6,76, segundo o Journal of Citation Reports<\/em>),<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o coincide com outras datas importantes \u2013 40 anos do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia do Solo da UFLA e 30 anos de formatura do professor Luiz Roberto, que mais tarde se tornou colega de pesquisa do professor Alfredo e deu sequ\u00eancia aos estudos na tem\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>Trabalho pioneiro em Fertilidade do Solo<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_112602\" aria-describedby=\"caption-attachment-112602\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/mapa-cerrado.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-112602\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/mapa-cerrado-249x192.jpg\" alt=\"Distribui\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de Cerrado no Brasil - adaptado do estudo pioneiro do professor Alfredo Lopes - 1977\" width=\"249\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/mapa-cerrado-249x192.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/mapa-cerrado.jpg 491w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-112602\" class=\"wp-caption-text\">Distribui\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de Cerrado no Brasil &#8211; adaptado do estudo pioneiro do professor Alfredo Lopes &#8211; 1977<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para realizar o estudo, o professor Alfredo Lopes coletou, de maio a agosto de 1973, 518 amostras compostas, da camada de 0 a 15 cm, de solos sob vegeta\u00e7\u00e3o nativa da regi\u00e3o dos cerrados em 58 munic\u00edpios localizados nos estados de Minas Gerais, Goi\u00e1s, Tocantins (na \u00e9poca era parte de Goi\u00e1s) e do Distrito Federal, abrangendo uma \u00e1rea de 600 mil quil\u00f4metros quadrados, o que corresponde a 1\/3 da \u00e1rea total do bioma cerrado no Brasil Central. Essas amostras, ap\u00f3s serem devidamente preparadas no Brasil, foram encaminhadas para a Universidade da Carolina do Norte, onde foram realizadas as an\u00e1lises qu\u00edmicas, f\u00edsicas e mineral\u00f3gicas que se constitu\u00edram em a\u00e7\u00f5es pioneiras no sentido de caracterizar o grau de \u201cinfertilidade\u201d natural desses solos.<\/p>\n<p>As principais conclus\u00f5es desses trabalhos foram que esses solos eram extremamente \u00e1cidos, deficientes em quase todos os nutrientes de plantas, inclusive micronutrientes, com elevada toxidez de alum\u00ednio, grande capacidade de fixa\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforo, al\u00e9m de estarem sujeitos a veranicos que, associados \u00e0 toxidez de alum\u00ednio e defici\u00eancia de c\u00e1lcio do subsolo e a uma baix\u00edssima capacidade de reten\u00e7\u00e3o de umidade do solo, constitu\u00eda-se em s\u00e9rio risco de insucesso para qualquer atividade de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. Enfatizava, ainda, que para que esses solos fossem colocados no sistema produtivo da agricultura brasileira seria necess\u00e1rio implantar todo um processo de constru\u00e7\u00e3o da fertilidade do solo abrangendo pr\u00e1ticas agr\u00edcolas como calagem, gessagem, aduba\u00e7\u00f5es corretivas e de manuten\u00e7\u00e3o e, principalmente, manejo adequado da mat\u00e9ria org\u00e2nica. Um resumo desses processos pode ser acessado em (http:\/\/www.ipipotash.org\/pt\/eifc\/2012\/32\/5\/English).<\/p>\n<p>O artigo que acaba de ser publicado (Volume 137, 2016, P\u00e1gs 1\u201372) al\u00e9m da releitura dos dados anteriormente citados, faz um resgate das a\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento e consolida\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o dos cerrados no Brasil, com as contribui\u00e7\u00f5es de diversas institui\u00e7\u00f5es e lideran\u00e7as, entre elas, o tamb\u00e9m professor em\u00e9rito da UFLA, professor Alysson Paolinelli.<\/p>\n<p>Apresenta ainda uma abordagem sobre as tecnologias que vem sendo utilizadas na regi\u00e3o do Cerrado, em anos recentes, entre eles, o sistema de plantio direto, integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria e integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria-floresta. Os autores destacam as vantagens desses sistemas sobre o tradicional sistema de monocultura, tanto em termos de sustentabilidade da produ\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o de problemas de eros\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o das perdas em biodiversidade e minimiza\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o de gases causadores do efeito estufa.<\/p>\n<figure id=\"attachment_112604\" aria-describedby=\"caption-attachment-112604\" style=\"width: 188px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/advances-in-agronomy.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-112604\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/advances-in-agronomy-188x249.jpg\" alt=\"Releitura do trabalho de 1977, em 72 p\u00e1ginas do Advances in Agronomy \u2013 peri\u00f3dico com o maior fator de impacto m\u00e9dio dos \u00faltimos cinco anos na \u00e1rea de Agronomia \" width=\"188\" height=\"249\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/advances-in-agronomy-188x249.jpg 188w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/advances-in-agronomy.jpg 385w\" sizes=\"auto, (max-width: 188px) 100vw, 188px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-112604\" class=\"wp-caption-text\">Releitura do trabalho de 1977, em 72 p\u00e1ginas do Advances in Agronomy \u2013 peri\u00f3dico com o maior fator de impacto m\u00e9dio dos \u00faltimos cinco anos na \u00e1rea de Agronomia<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para se ter uma ideia da contemporaneidade dessas ideias, elas estiveram em debate no evento F\u00f3rum do Futuro, realizado de 16 a 18 de maio, na John Hopkins University \/Washington e Columbia University- ILAS, em Nova Iorque, com a participa\u00e7\u00e3o do professor Luiz Roberto. Al\u00e9m disso, essas a\u00e7\u00f5es est\u00e3o em sintonia com as recomenda\u00e7\u00f5es da COP 21 e da Agenda Lima-Paris para a Agricultura.<\/p>\n<p><strong>Tecnologia a favor da produ\u00e7\u00e3o de alimentos<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o seria poss\u00edvel o Brasil atingir o patamar de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os sem os ganhos de produtividade alcan\u00e7ados em solos de cerrado nas \u00faltimas d\u00e9cadas. De fato, dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) atestam que estados localizados neste bioma respondem por 60% da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no Pa\u00eds. Os estudos tamb\u00e9m comprovaram que as m\u00e9dias de produtividade das lavouras do Cerrado podem ser at\u00e9 tr\u00eas vezes superiores \u00e0s do Brasil.<\/p>\n<p>De acordo com o professor Alfredo Lopes, a expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola brasileira foi importante para consolidar o Pa\u00eds como l\u00edder mundial nas exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas. Ele destaca que a expectativa da FAO-ONU de que o Brasil dever\u00e1, no ano 2050, participar com 40% dos alimentos a serem consumidos no mundo, somente ser\u00e1 transformada em realidade com a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da regi\u00e3o dos cerrados para essa finalidade. \u201cO desafio da seguran\u00e7a alimentar brasileira e mundial passa pelo uso racional dos solos dessa regi\u00e3o\u201d, considerou.<\/p>\n<p>O professor, refer\u00eancia em fertilidade do solo, refor\u00e7a a defesa de que a explora\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o deveria ter sido feita com pr\u00e1ticas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis, tendo garantida a preserva\u00e7\u00e3o permanente de parte significativa do bioma. Ele comenta que, mesmo em um cen\u00e1rio potencial de produ\u00e7\u00e3o conservador, a explora\u00e7\u00e3o de 1\/3 da regi\u00e3o dos cerrados (cerca de 70 milh\u00f5es de hectares) garante a produ\u00e7\u00e3o de mais de 90 milh\u00f5es de toneladas de alimentos. Com o investimento em tecnologias e pr\u00e1ticas agr\u00edcolas modernas, a regi\u00e3o atinge recordes de produtividade em culturas como arroz, feij\u00e3o, soja, milho e caf\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Maior produtividade<\/strong><\/p>\n<p>Ainda de acordo com o professor, o aumento da produ\u00e7\u00e3o tem sido fruto, principalmente, do aumento da produtividade e n\u00e3o da simples expans\u00e3o da \u00e1rea cultivada. Ele comenta que se o Brasil estivesse produzindo, hoje, cerca de 300 milh\u00f5es de toneladas (base seca) das 16 principais culturas produzidas no Brasil, com as produtividades da d\u00e9cada de 1970 (1,4 toneladas por hectare) haveria a necessidade de ser incorporado ao processo produtivo da agricultura brasileira mais 100 milh\u00f5es de hectares. \u201cEm outras palavras, o aumento da produtividade, em decorr\u00eancia de investimentos em tecnologias mais eficientes, incluindo o manejo adequado da fertilidade do solo, favoreceu a produ\u00e7\u00e3o mais eficaz de alimentos e outros produtos do campo. Essa \u00e9, talvez, a maior contribui\u00e7\u00e3o em termos ambientais resultante desse processo\u201d.<\/p>\n<p>Vale a pena enfatizar, mais uma vez, o papel fundamental que representa o uso de t\u00e9cnicas que levem ao aumento da produtividade agricultura nas \u00e1reas j\u00e1 incorporadas ao processo produtivo. \u201cDe fato, ele se constitui em um poderoso instrumento de preserva\u00e7\u00e3o ambiental, pois diminui as press\u00f5es de desmatamento das \u00e1reas florestadas, muitas vezes n\u00e3o adequadas ao processo intensivo da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, deixando mais espa\u00e7o para a vida silvestre, a manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade e a preserva\u00e7\u00e3o da natureza\u201d, completou.<\/p>\n<p>Para refor\u00e7ar essa teoria, o professor Alfredo Lopes apresenta mais uma contribui\u00e7\u00e3o relevante decorrente da evolu\u00e7\u00e3o da produtividade da agricultura nos \u00faltimos anos &#8211; a \u201dinvolu\u00e7\u00e3o\u201d dos pre\u00e7os reais dos produtos da cesta b\u00e1sica, beneficiando os brasileiros, principalmente aqueles que se encontram no segmento social de baixa renda. De janeiro de 1975 a janeiro de 2011, os pre\u00e7os reais dos produtos da cesta b\u00e1sica ca\u00edram para 1\/3 do valor original, seguindo uma tend\u00eancia linear de queda nesse per\u00edodo. \u201cPoucos programas de inclus\u00e3o social tiveram o sucesso representado pela evolu\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da agricultura brasileira\u201d, destacou.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancia Internacional<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_112605\" aria-describedby=\"caption-attachment-112605\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfredao-close.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-112605 size-medium\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfredao-close-249x204.jpg\" alt=\"Professor Alfredo Lopes: a ci\u00eancia por tr\u00e1s dos solos brasileiros e o reconhecimento da comunidade cient\u00edfica nacional e internacional \" width=\"249\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfredao-close-249x204.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/alfredao-close.jpg 416w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-112605\" class=\"wp-caption-text\">Professor Alfredo Lopes: a ci\u00eancia por tr\u00e1s dos solos brasileiros, especificamente do bioma cerrado, e o reconhecimento da comunidade cient\u00edfica nacional e internacional<\/figcaption><\/figure>\n<p>Pelos mais de 50 anos dedicados ao ensino, pesquisa e extens\u00e3o, prioritariamente na \u00e1rea de manejo da fertilidade do solo, em prol do desenvolvimento da agropecu\u00e1ria brasileira, notadamente na regi\u00e3o dos cerrados no Brasil, o professor Alfredo Lopes foi agraciado em 2013 com tr\u00eas honrarias nacionais: <strong>Pr\u00eamio Pesquisador S\u00eanior do IPNI<\/strong> &#8211; Internacional Plant Nutrition Institute (<u>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=of8_GDHLvKk<\/u>), <strong>Pr\u00eamio Norman Borlaug<\/strong> conferido pela ABAG, Funda\u00e7\u00e3o Agrisus e USP (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=dLZ1kxRpBfU\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=dLZ1kxRpBfU<\/a>) e o <strong>Pr\u00eamio Her\u00f3is da Revolu\u00e7\u00e3o Verde Brasileira<\/strong>, promovido ABAG, ANDEF, FAO-ONU e EMBRAPA (https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=matv-ha9gJE). Em 2015, durante a abertura do Agrishow \u2013 2015 em Ribeir\u00e3o Preto, SP, recebeu o <strong>Pr\u00eamio Brasil Agro-Ci\u00eancia<\/strong>, patrocinado pela ABAG, ABIMAQ, ANDA e SRB (<a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/2015\/04\/28\/professor-alfredo-scheid-recebe-o-premio-brasil-agrociencia-na-abertura-da-agrishow-2015\/\">http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/2015\/04\/28\/professor-alfredo-scheid-recebe-o-premio-brasil-agrociencia-na-abertura-da-agrishow-2015\/<\/a>).<\/p>\n<p>O resumo est\u00e1 dispon\u00edvel no link <a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0065211315300043\">http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0065211315300043<\/a>.<\/p>\n<p>Outras informa\u00e7\u00f5es consultar o professor Alfredo no e-mail <a href=\"mailto:ascheidl@dcs.ufla.br\">ascheidl@dcs.ufla.br<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1975, o professor da ent\u00e3o Escola Superior de Agricultura de Lavras (ESAL), hoje Universidade Federal de Lavras (UFLA), Alfredo Scheid Lopes, finalizava o mestrado em Ci\u00eancias do Solo (&#8230;)<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-112600","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112600","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=112600"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112600\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":113261,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112600\/revisions\/113261"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=112600"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=112600"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=112600"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}