{"id":105969,"date":"2015-12-10T13:56:45","date_gmt":"2015-12-10T16:56:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/?p=105969"},"modified":"2015-12-15T14:38:24","modified_gmt":"2015-12-15T17:38:24","slug":"2o-workshop-sobre-o-modelo-fitogeografico-do-rio-grande-teve-inicio-nesta-quinta-1012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/2015\/12\/10\/2o-workshop-sobre-o-modelo-fitogeografico-do-rio-grande-teve-inicio-nesta-quinta-1012\/","title":{"rendered":"2\u00ba workshop  sobre o Modelo Fitogeogr\u00e1fico do Rio Grande teve in\u00edcio nesta quinta (10\/12)"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura_2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-105972\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura_2-249x166.jpg\" alt=\"lemaf_abertura_2\" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura_2-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura_2-612x408.jpg 612w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a>A constru\u00e7\u00e3o de um modelo fitogeogr\u00e1fico do Rio Grande, cujo prop\u00f3sito \u00e9 dar subs\u00eddio a programas de revitaliza\u00e7\u00e3o das \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APPs) e propiciar o desenvolvimento sustent\u00e1vel, teve in\u00edcio em 2013 por meio de uma parceria entre a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Companhia Energ\u00e9tica de Minas Gerais (Cemig).<\/p>\n<p>Resultados parciais das pesquisas realizadas j\u00e1 come\u00e7aram a ser difundidos para a comunidade acad\u00eamica e a sociedade. O <strong>2\u00ba workshop\u00a0 P&amp;D 456 \u2013 Modelo Fitogeogr\u00e1fico do Rio Grande, <\/strong>iniciado nesta quinta-feira (10\/12), contribui para essa difus\u00e3o . A cerim\u00f4nia de abertura foi no <a href=\"http:\/\/www.ti.lemaf.ufla.br\/index.html\"><strong>Laborat\u00f3rio de Estudos e Projetos em Manejo Florestal\u00a0<\/strong><\/a>(Lemaf\/UFLA), vinculado ao Departamento de Ci\u00eancias Florestais (DCF).<\/p>\n<p>\u201cA UFLA tem sido refer\u00eancia nessa quest\u00e3o, sendo esse um projeto modelo para levantar toda a diversidade no Rio Grande e seus afluentes. Por meio dele, \u00e9 poss\u00edvel saber onde inserir esp\u00e9cies apropriadas para aquele local, mantendo todo o equil\u00edbrio da diversidade da flora. Para que a UFLA realize uma pesquisa dessa magnitude, a parceira como a Cemig \u00e9 fundamental\u201d, ressaltou o reitor da UFLA, professor Jos\u00e9 Roberto Soares Scolforo.<\/p>\n<p>A ideia central desse modelo est\u00e1 relacionada \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de sofisticadas an\u00e1lises matem\u00e1ticas que v\u00e3o determinar a flora existente nas APPs, com vari\u00e1veis ambientais (solo, clima, relevo, entre outros) e com a diversidade gen\u00e9tica das esp\u00e9cies, possibilitando o planejamento racional de revitaliza\u00e7\u00e3o da Bacia do Rio Grande.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um importante estudo para fazer a recomposi\u00e7\u00e3o das APPs, com um levantamento flor\u00edstico, codifica\u00e7\u00e3o de carbono e ainda uma an\u00e1lise de especializa\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Chegamos a localizar 665 tipos de esp\u00e9cies arb\u00f3reas na regi\u00e3o. Agora, vamos unir todas as informa\u00e7\u00f5es ambientais com o material que temos e fazer um cruzamento para indica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies para o reflorestamento\u201d, relatou o subcoordenador do Projeto, professor Lucas Rezende Gomide.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, o coordenador de Programas Especiais da Cemig, Rafael Augusto Fiorini, destacou a import\u00e2ncia das pesquisas realizadas pela UFLA com o apoio da Companhia. \u201cA Cemig possui uma forte parceria com a UFLA h\u00e1 mais de 25 anos. A Companhia tem a obriga\u00e7\u00e3o de investir em projetos de pesquisa, que s\u00e3o fundamentais para projetos de recupera\u00e7\u00e3o, algo que a sociedade tem cobrado muito hoje. A Cemig est\u00e1 presente no Rio Grande; ent\u00e3o \u00e9 mais que justo fazer esse trabalho de pesquisa para o reflorestamento. \u00c9 de extrema import\u00e2ncia produzir ci\u00eancia de forma pr\u00e1tica, colaborando para a resolu\u00e7\u00e3o de problemas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-105971\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura-249x166.jpg\" alt=\"lemaf_abertura\" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_abertura-612x408.jpg 612w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a>O reitor tamb\u00e9m citou a situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica em que se encontra o Rio Doce ap\u00f3s os \u00faltimos acontecimentos envolvendo o rompimento da barragem de uma mineradora em Mariana. Scolforo salientou que o projeto da UFLA tamb\u00e9m pode ser utilizado para a recupera\u00e7\u00e3o do Rio Doce. \u201cA recupera\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de curto prazo, mas essa tecnologia pode ser adequada na Bacia do Rio Doce para fazer a recupera\u00e7\u00e3o de toda aquela \u00e1rea, ajudando de forma contundente\u201d, disse.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a cerim\u00f4nia de abertura do evento, teve in\u00edcio a primeira palestra do workshop, em que foi realizada a apresenta\u00e7\u00e3o sobre o \u201c<strong>Mapeamento do uso e cobertura do solo da Bacia do Rio Grande<\/strong>\u201d pelo professor do DCF Fausto Weimar Acerbi J\u00fanior.<\/p>\n<p>\u201cO mapeamento \u00e9 a base para todo projeto. O mapa e o invent\u00e1rio s\u00e3o as melhores ferramentas para a tomada de decis\u00f5es. \u00c9 importante lembrar que <a href=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_palestra.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-105970\" src=\"http:\/\/www.ufla.br\/ascom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_palestra-249x166.jpg\" alt=\"lemaf_palestra\" width=\"249\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_palestra-249x166.jpg 249w, https:\/\/www.ufla.br\/dcom\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lemaf_palestra-612x408.jpg 612w\" sizes=\"auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a>a Bacia do Rio Grande ocupa uma \u00e1rea de 8.605.029 ha, aproximadamente 15% da \u00e1rea total do estado de Minas Gerais; sendo que 60,2% da bacia est\u00e3o em Minas Gerais e s\u00e3o 16% de cobertura vegetal nativa\u201d, destacou o professor.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o prev\u00ea ainda a apresenta\u00e7\u00e3o de diversas outras tem\u00e1ticas, que fazem parte dos resultados parciais obtidos at\u00e9 o momento: Invent\u00e1rio e Biometria Florestal, Restaura\u00e7\u00e3o Florestal, Invent\u00e1rio da Fauna, Diversidade Gen\u00e9tica, Hidrologia Florestal, bem como a modelagem fitogeogr\u00e1fica associada a um sistema de aux\u00edlio \u00e0 recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente, ao longo da Bacia do Rio Grande.<\/p>\n<p>O evento \u00e9 aberto para toda a comunidade. Mais informa\u00e7\u00f5es: Secretaria do Lemaf (35) 3829-1700<\/p>\n<p><strong>Texto: Camila Caetano \u2013 jornalista, bolsista\/UFLA <\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A constru\u00e7\u00e3o de um modelo fitogeogr\u00e1fico do Rio Grande, cujo prop\u00f3sito \u00e9 dar subs\u00eddio a programas de revitaliza\u00e7\u00e3o das \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APPs) e propiciar o desenvolvimento sustent\u00e1vel, teve in\u00edcio em 2013 por meio de uma parceria entre a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Companhia Energ\u00e9tica de Minas Gerais (Cemig). 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