A Universidade Federal de Lavras (UFLA) será representada pela Equipe Troia de Robótica na Robogames 2017. A competição mundial de robôs acontece na cidade de Pleasanton, na Califórnia, nos Estados Unidos, entre 21 e 23 de abril. Essa é a primeira vez que o grupo participa do evento. A equipe embarcou para os EUA nesta segunda-feira, levando na mala a esperança de bons resultados.
De acordo com Pedro Henrique Mori, integrante da Troia, a viagem ocorre após a ajuda financeira dos professores de todos os departamentos da UFLA, dos patrocinadores e dos lavrenses. Ao todo, nove robôs seguiram para os Estados Unidos e vão competir em categorias variadas.
A Equipe Troia de Robótica surgiu em 2011, a partir da união de dois núcleos de estudo do curso de Engenharia de Controle e Automação da UFLA. Formado por 29 estudantes, o grupo já alcançou importantes conquistas em competições nacionais e internacionais.
A Diretoria de Registro e Controle Acadêmico (DRCA) divulgou a oitava chamada do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) e do Processo de Avaliação Seriada (PAS), para ingresso no primeiro período letivo de 2017 na UFLA. Os convocados têm o prazo de 13 a 18 de abril para realizar a matrícula. Acesse as listas com as convocações:
Para se matricular, o estudante convocado deve entregar os documentos exigidos nas instruções de matrícula específicas (ampla concorrência ou vagas reservadas) à DRCA. A entrega pode ser feita: presencialmente, na Secretaria da DRCA (Centro Administrativo da UFLA), das 8 às 12 horas e das 14 às 17 horas, ou mediante o envio dos documentos referentes à sua modalidade de ingresso, via Sedex, com data de postagem até 18/4/2017. Essa documentação inclui a ficha-cadastro impressa, preenchida e assinada. A ficha-cadastro é disponibilizada em www.drca.ufla.br nos menus do PAS e do SiSU. Confira as instruções de matrícula:
A próxima chamada está prevista para o dia 19 de abril, para o SiSU e para o PAS. A matrícula dessa chamada será de 20 a 24/4/2017. Nas instruções de matrícula, é possível visualizar as datas previstas para as demais chamadas.
Início do período letivo 2017/1
Conforme calendário acadêmico aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em março, o período letivo 2017/1 começará em 24 de abril. Neste dia, haverá a Recepção de Calouros, com programação a ser divulgada pela Pró-Reitoria de Graduação (PRG).
A lista dos estudantes selecionados para fazerem o cursinho pré-vestibular gratuito (Pré-Uni) foi divulgada nesta segunda-feira (17/4) pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFLA (Proec). Os selecionados deverão comparecer à Proec (Centro Administrativo da UFLA) até o dia 26 de Abril, das 8 às 12 horas.
Na Proec, os selecionados deverão apresentar os documentos de identidade e CPF; aqueles que forem menores de 18 anos deverão, ainda, estar acompanhados por um responsável (pai ou mãe ou um responsável legal que deverão apresentar documento de identidade).
O Pré-Uni é um cursinho pré-vestibular gratuito, oferecido pela UFLA em parceria com a Prefeitura Municipal de Lavras, voltado para estudantes de baixa condição socioeconômica. O cursinho tem como objetivo preparar jovens e adultos para o ingresso ao ensino superior, com aulas ministradas por graduandos e pós-graduandos da UFLA, no próprio câmpus.
O professor Rafael Pio, do Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras (DAG/UFLA), participou de uma matéria sobre o cultivo de marmelos, exibida no Globo Rural, na edição do dia 16/4. Clique aqui para assistir a reportagem completa.
Há anos, Rafael Pio dedica-se a pesquisas dessa frutífera, envolvendo ações de extensão visando ao resgate da produção de marmelos em Minas Gerais, com cultivares altamente produtivos. Sete variedades estão sendo testadas em diferentes lugares do Estado. “O marmelo, usado num dos doces mais antigos do Brasil, está escasso no sul de Minas Gerais. Justamente em municípios que já tiveram sua economia movida pela produção da marmelada. Por isso, agricultores, pesquisadores e a comunidade se mobilizaram para tentar retomar o cultivo da fruta. É um resgate também da história e da cultura da região”- trecho extraído da matéria.
O professor explica que a decadência do marmelo começou entre os anos 70 e 80. “Em 1990 existiam 1500 hectares cultivados por marmelo nesta região (Marmelópolis) e hoje algo em torno de 100 hectares. O marmelo é totalmente dependente da indústria. Se o preço começa a ficar muito baixo o produtor desanima e vai para outra atividade econômica”, comentou o professor no Globo Rural.
No dia 7/4, o grupo de pesquisa Relações entre Filosofia e Educação para a Sexualidade na Contemporaneidade: a Problemática da Formação Docente (Fesex) foi recebido no Tiro de Guerra (TG 04-031), em Lavras, para um seminário sobre violências sexuais.
A iniciativa integra o projeto “Borbulhando: enfrentamentos às violências sexuais nas infâncias no sul de Minas Gerais”, aprovado no Ministério da Educação (MEC) e coordenado pela professora do Departamento de Educação (DED) Cláudia Ribeiro. Recentemente, o Fesex lançou um livro – produto do projeto – e agora a meta é divulgar as informações por meio de seminários. “O compromisso é disseminar a obra, contemplando a formação política, interferindo para a formação da criticidade, levando ao conhecimento de cidadãos e cidadãs esta temática e fortalecendo ações que reflitam o respeito às crianças e adolescentes. A importância da prevenção e da denúncia das violências sexuais é um exemplo de ações a serem fortalecidas”, explica a professora.
Durante o evento, a professora e mestra em educação Gislaine de Fátima Ferreira da Silva, que faz parte do grupo, apresentou seu artigo intitulado “Manchas da violação: a expressividade das artes”, abordando a vida da pintora do Renascimento italiano, Artemísia Gentileschi e as violências sexuais sofridas por ela. A jornalista Fátima Ribeiro, também integrante do grupo, falou sobre a Rede de Proteção às infâncias e sobre a importância do envolvimento cidadão de cada um dos atiradores, e da instituição Tiro de Guerra, nessa Rede.
A professora Cláudia, que é também coordenadora do Fesex, apresentou o livro, abordando as violências sexuais, as violências de gênero a que são submetidas, em sua maioria, as mulheres, e falou sobre a violência que se esconde por trás de “brincadeiras” ofensivas.
O seminário no Tiro de Guerra, dirigido a um público de cem atiradores, foi o primeiro de uma série prevista para ocorrer em várias cidades do sul de Minas Gerais, disseminando as ideias veiculadas no livro “Borbulhando”. No local, a equipe foi recebida pelo Primeiro Sargento Jeferson e pelo Sargento Carlos.
A extensão, um dos pilares da universidade, é exercida pelo Grupo de Pesquisa Fesex como uma intervenção política e de possibilidades de construção do conhecimento nas temáticas de gênero e sexualidade nas comunidades pelas quais circula.
Confira a agenda dos seminários Fesex:
Nepomuceno – 19/4
Boa Esperança – 11/5
Ingaí – 15/5
Perdões – 17/5
Campo Belo – 18/5
Três Corações – 21/6
Oliveira, Santana do Jacaré e Bom Sucesso – em negociação.
Informações: Fátima Ribeiro (jornalista e integrante do Fesex)
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), em parceria com a Força Tarefa para Pesquisa Aplicada (SIA) da Organização Holandesa para Pesquisa Científica (NWO), lançou a chamada conjunta com o tema Biobased Water Technology.
O objetivo da iniciativa é apoiar projetos de pesquisa a serem elaborados conjuntamente por pesquisadores vinculados a Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação/ICTs em Minas Gerais e na Holanda, que configurem cooperação bilateral e estreita. É esperado que a atividade de pesquisa seja conduzida em ambos os lados e que a contribuição do projeto seja uniforme entre Minas Gerais e a Holanda.
Os recursos para essa chamada serão de, no máximo, 125 mil euros da parte holandesa, por meio da SIA. Da parte da Fapemig serão investidos até 125 mil euros, baseando-se no princípio de “esforço conjunto”, que é o empenho similar de pesquisa (aplicada) dos dois lados e não de despesas iguais para ambos. Dessa forma, é previsto que as candidaturas sejam destinadas a uma parceria balanceada, não especificamente em termos monetários, mas com compromissos e esforços equivalentes de pesquisa de ambos os parceiros.
A empresa mineira participante deve apoiar a proposta com uma contrapartida financeira de, pelo menos, 10% do total solicitado à Fapemig. Somente as propostas que forem avaliadas como muito boas serão elegíveis para o apoio financeiro.
Submissões
O prazo final para a submissão da expressão de interesse via ISAAC-system para a SIA é 12 de maio, às 14h, de acordo com o horário local na Holanda. O prazo de submissão para a FAPEMIG também é 12 de maio, às 14h, pelo horário de Brasília. Para candidatura da proposta de pesquisa completa, os candidatos de Minas Gerais devem preencher o formulário eletrônico do Everest, em português, e anexar os documentos complementares. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: aci@fapemig.br.
Biobased economy
A Biobased economy refere-se a uma economia em que produtos farmacêuticos, produtos químicos, materiais, transporte de combustíveis, eletricidade e calor e todos os tipos de insumos diários são feitos a partir de biomassa em substituição aos combustíveis fósseis, como petróleo, carvão ou gás natural. Para a presente chamada, o termo biobased activities é definido como atividades que transformam biomassa da agricultura, água e silvicultura (incluindo resíduos), como resíduos orgânicos sólidos e líquidos, em produtos de maior valor agregado, incluindo bioenergia e biomateriais.
Na Holanda, a Biobased economy tem sido amplamente adotada nos últimos dez anos. As razões mais importantes que levaram a essa adoção foram: busca por uma maior sustentabilidade, (redução das emissões de CO2), a consciência da disponibilidade finita dos combustíveis fósseis, e as oportunidades econômicas oferecidas às empresas holandesas por meio do uso de recursos e resíduos biológicos renováveis. Durante os últimos dez anos, o setor químico holandês expandiu suas empresas em 30% por meio da introdução de novos produtos no mercado, aumentando a produtividade em mais de 30% e reduzindo o consumo de energia, por tonelada de produto, em 25%.
O Brasil é reconhecido na área de biomassa, o que inclui a produção de etanol biológico derivado da cana-de-açúcar, produção de biodiesel de soja e o uso de madeira e minério de ferro para produção de aço. O país também possui muitos outros fluxos de resíduos que seriam úteis para a biobased economy, mas não são aproveitados (por exemplo, o biogás de resíduos agrícolas, resíduos biológicos sólidos etc.).
A Fundação Botín iniciou no dia 21 de março a VIII Edição do “Programa para o Fortalecimento da Função Pública na América Latina”, um programa que pretende impulsionar o desenvolvimento da região por meio de uma rede de servidores públicos com alta capacidade e compromisso com o interesse geral.
A Fundação selecionará estudantes universitários latinoamericanos de alto potencial e vocação de serviço público. As candidaturas deverão ser realizadas até o dia 18/5 e a lista de candidatos selecionados será publicada no dia 12/7.
A formação começará no dia 4/10 na sede da Fundação Botín em Madrid, sendo finalizada no dia 22/11 no Rio de Janeiro (Brasil), na Fundação Getúlio Vargas.
O financiamento inclui todos os gastos de matrícula, viagem e estadia dos estudantes selecionados.
Representantes da empresa John Deere estiveram na Universidade Federal de Lavras (UFLA) nesta terça-feira (11/4) para conhecer melhor o trabalho realizado pelo Laboratório de Mobilidade Terrestre (LMT) e discutir possibilidades de futuras parcerias. Na ocasião, também foi apresentado o Parque Científico e Tecnológico (Lavrastec).
Em parceria com a UFLA desde 2008, a multinacional do setor agrícola, desenvolve o projeto “Parceiros da Tecnologia”, que visa dar apoio à Universidade através das novas tecnologias desenvolvidas pela empresa e ao mesmo tempo, atuar junto à Universidade no desenvolvimento e formação dos estudantes. O assessor de Assuntos de Parcerias Público-Privadas da Reitoria da UFLA, professor Antônio Nazareno Guimarães Mendes, conduziu a visita. Ele contextualizou a história da Universidade e apresentou o crescimento do câmpus da UFLA nos últimos anos.
O professor Arthur de Miranda Neto do Núcleo de Eletricidade e Automação (DEG/UFLA), mostrou o trabalho realizado pelo LMT, em vigor desde 2014, integrando um amplo projeto elaborado em parceria com o Instituto Vedecom (Véhicule Décarboné Communicant et sa Mobilité). O projeto também conta com a colaboração de grupos de pesquisa no Brasil.
O professor Arthur destacou a necessidade de se buscar novas soluções para a segurança no trânsito por meio de veículos autônomos e conectados, uma possibilidade para a diminuição da maior parte dos acidentes. “Os trabalhos caminham para um futuro em que carros e outros veículos poderão se deslocar pelas vias sem a intervenção de um motorista”.
Ele também apresentou o projeto desenvolvido, com a participação de diferentes professores e pesquisadores, para a estruturação, no câmpus, de uma pista para testes para veículos e tratores inteligentes. O professor enfatizou que, valorizando a tradição da instituição na área de Ciências Agrárias, a pista será também estratégica para projetos relacionados à agricultura de precisão.
Os representantes da John Deere ressaltaram a importância de compreender as capacidades do LMT, a fim de verificar o que pode ser desenvolvido em conjunto com a empresa. Destacaram a multidisciplinariedade da Universidade no projeto de veículos inteligentes, como a participação das áreas de Direito e Administração e Economia, que podem auxiliar nas questões legais e relacionadas ao mercado. E ainda o trabalho com as peculiaridades das propriedades rurais, para que os veículos possam ser adaptados às diferentes demandas.
O professor Arthur destacou ainda que o laboratório já nasceu com um bom embasamento em pesquisas, com a responsabilidade de entender o impacto dessas novas tecnologias para a sociedade. “Os veículos inteligentes fazem parte da 4ª Revolução Industrial e é necessário pesquisar como essas tecnologias podem ser aplicadas também no campo. Outro fator importante é prepararmos nossos estudantes para esse mercado. A General Motors, por exemplo, abriu uma seleção para mil engenheiros com a finalidade de desenvolver carros autônomos. Acordos importantes já foram assinados com a Vedecom, o Techno Park Campinas, e o Inmetro. Nossa equipe está muito bem preparada, os membros possuem publicações de impacto, projetos com financiamentos aprovados e patente com a Renault na França”.
Durante a reunião, o pró-reitor de Extensão e Cultura, professor João José Granate de Sá e Melo Marques, fez uma apresentação do Parque Científico e Tecnológico (Lavrastec), o maior investimento de toda a história da UFLA. “Nossa Universidade é forte em Ciências Agrárias, pois damos suporte aos nossos estudantes. E o Parque Tecnológico é uma peça chave para alavancar ainda mais a Instituição. Além das empresas incubadoras, precisamos também de empresas âncoras, fortalecidas no mercado, que estejam interessadas nesse projeto”, ressaltou o pró-reitor ao mostrar as possibilidades do Lavrastec à John Deere.
A visita foi produtiva para mostrar todo o trabalho realizado na UFLA com a possibilidade de que novas parcerias sejam firmadas. “Com essas parcerias temos potencialidades para treinamentos, além de a Universidade possuir conhecimentos em diversas áreas que não temos contato, auxiliando em uma significativa troca de conhecimentos”, afirmou o gerente de entrega de treinamento da John Deere, Joel Bortoli. A supervisora de projetos da empresa, Candice Sega, salientou que a visita à UFLA fez toda diferença para poder estreitar o relacionamento com a Universidade.
Ao final, o reitor da UFLA, professor José Roberto Soares Scolforo, reforçou a qualificação e o compromisso da Universidade. “Temos uma Instituição de porte menor que tem se destacado nacionalmente. Um time de professores e estudantes comprometidos com os projetos que desenvolvemos. Nossos índices são cada vez melhores e se unirmos forças a tendência é de fortalecer cada vez mais a Universidade e as nossas parceiras. Nossa tradição é de ousar e acreditar no impossível, sempre empreendendo”.
Há relação entre o ensino da matemática e as concepções sociais de gênero? O mestrando da Universidade Federal de Lavras (UFLA) Lucas Alves Lima Barbosa, do Programa de Pós Graduação em Educação (PPGE), buscou a resposta a essa questão e desenvolveu o artigo “Masculinidades, feminilidades e educação matemática: análise de gêneros sob a ótica discursiva de docentes matemáticos”.
Lucas entrevistou professores de matemática da rede pública de ensino do município de Inconfidentes, no sul de Minas Gerais, para verificar quais eram suas percepções sobre o aprendizado dos conteúdos por meninos e meninas. De acordo com o pesquisador, há instrumentos de medição da educação que passaram a incluir a identificação de gênero na análise dos resultados. “O que se observa é que, seguindo o senso comum, os números mostram um melhor desempenho dos meninos na matemática. O artigo, entretanto, busca refletir sobre o caráter socialmente construído dessa realidade.”
O trabalho adota a concepção de gênero, deixando bem definida sua diferenciação em relação à terminologia sexo. “Gênero é tudo aquilo que, socialmente e culturalmente, nos define como sendo homens ou mulheres. Pertencer a um determinado gênero acrescenta aos nossos feitios uma série de modos de agir, de se vestir, de se comunicar, de trabalhar, de se divertir e de se praticar a sexualidade”.
A partir das falas dos entrevistados, o autor argumenta que a dicotomia masculino/feminino no aprendizado da matemática não é algo natural, mas construído e reproduzido nos processos de ensino. As expectativas que os professores projetam sobre cada um dos dois grupos são diferentes, e acabam por fazer com que ofereçam maiores estímulos aos meninos.
Em geral, quando convidados a explicar os motivos pelos quais acreditam que meninas e meninos têm aproveitamentos diferentes em matemática, os professores apoiam-se em três grupos de argumentos: o de que o comportamento feminino é diferente do masculino; o de que as atividades desenvolvidas no cotidiano pelos meninos favorecem esse resultado e o aquele apoiado na naturalização (baseado na ideia de que é assim simplesmente por ser assim).
No estudo, são também observados os relatos dos professores sobre suas próprias experiências ao cursarem a graduação em matemática, as dificuldades e os estranhamentos com os quais se depararam.
O artigo “Masculinidades, feminilidades e educação matemática: análise de gêneros sob a ótica discursiva de docentes matemáticos” foi publicado na Revista Educação e Pesquisa, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Lucas é integrante do grupo de Pesquisa ‘Relações entre a filosofia e educação para a sexualidade na contemporaneidade: a problemática da formação docente (Fesex). Acesse aqui o texto completo.
Esse conteúdo de popularização da ciência foi produzido com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais – Fapemig.
A Comissão Permanente de Pessoal Docente da Universidade Federal de Lavras (CPPD/UFLA) elegeu, em março, novos representantes para a gestão do biênio 2017/2018. A equipe do período 2014/2017 fechou relatório de atividades, consolidando as informações sobre ações desenvolvidas ao longo desse tempo e os resultados alcançados.
As atividades realizadas englobaram ações como a reestruturação e organização de arquivos da Comissão; organizações no arquivo central; classificação e digitalização de normas jurídicas utilizadas; atualização constante da página da CPPD na Internet e disponibilização de normas relativas ao Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal, de modelos de requerimentos, de detalhamentos de procedimentos necessários, entre outros conteúdos. Também podem ser citadas a criação do banco de dados dos professores nomeados na Universidade e acompanhamento das carreiras; a análise de processos complexos; a criação de manuais; o estabelecimento de parcerias com órgãos da UFLA; a ministração de cursos e inúmeras outras rotinas, relatadas no documento.
Entre os resultados apresentados está a tramitação de 1.019 processos, entre 2014 e 2017, referentes a promoções/progressões, retribuição por titulação, aproveitamento de tempo, revisão de interstício, aceleração de promoção e homologação de estágio probatório. Os gráficos revelam um aumento da demanda por atuação da CPPD, na medida em que o quadro de professores da Universidade cresceu 51,29% de 2013 a 2017. É possível também observar a distribuição de professores entre as classes A, B, C, D e E, bem como outros indicadores (acesse aqui a íntegra do relatório).
O presidente da CPPD na gestão 2014-2017, professor Nilton Nagib Jorge Chalfun, enfatiza o compromisso adotado nesse período para que a CPPD se desenvolvesse adequadamente. “Foram inúmeras as atividades desenvolvidas pela nossa equipe de trabalho em prol de nossos docentes e não medimos esforços para realizá-las de forma honesta e de acordo com as leis ora vigentes, de modo a transformar a CPPD num órgão transparente e a serviço de nossa comunidade. Administradores, técnicos administrativos e estagiários, que atuam e atuaram na Comissão, agradecem a Deus e a toda a comunidade acadêmica, especialmente aos dirigentes da Universidade e aos colegas docentes, que nos elegeram e depositaram confiança e nos apoiaram em nosso trabalho desenvolvido. Desejamos muito sucesso para a nova gestão, que ora se inicia”.