CNPq concede bolsas para professores recém doutores







Os professores Antônio Chalfun Júnior, do Departamento de Biologia (DBI), e Antônia dos Reis Figueira, do Departamento de Fitopatologia (DFP), tiveram suas propostas aprovadas na segunda chamada do Programa de Apoio a Projetos Institucionais com a Participação de Recém-doutores (Prodoc), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No total, abrangendo a linha Prodoc e a linha Professor Visitante Nacional Sênior (PVNS), foram aprovados mais 67 projetos.

Apresentaram propostas os programas de pós-graduação reconhecidos pela Capes e vinculados a instituições de ensino superior (IES) públicas e as instituições federais de ensino superior (Ifes), criadas e estabelecidas a partir do ano 2000, e Ifes que aderiram ao programa Reuni e possuem campi fora de sede, desde que o proponente seja o professor contemplado com bolsa do PVNS.

O Prodoc abrange duas modalidades de apoio: concessão de uma bolsa de pós-doutorado por projeto, no valor de R$ 3,3 mil por mês, paga ao bolsista diretamente pela Capes, durante o período de execução do projeto; e repasse de recurso de custeio, no valor de R$ 12 mil anuais, ao coordenador do projeto, para ser aplicado nas atividades do bolsista.

Os projetos aprovados tem prazo máximo de execução de até dois anos, contados a partir da data da implementação da bolsa, sendo permitida uma renovação por igual período.

Confira abaixo os projetos aprovados pelos professores da Ufla:

Proponente: Antônio Chalfun Júnior

Programa de Pós-Graduação: Agronomia (Fisiologia Vegetal)

Projeto: Contribuição da melhoria da qualidade da bebida do café no estado de Minas Gerais mediante estudos da expressão gênica e atributos fenológicos e agronômicos da frutificação de cafés da mantiqueira

 

Proponente: Antônia dos Reis Figueira

Programa de Pós-Graduação: Agronomia (Fitopatologia)

Projeto: Estudo da interação patógeno-hospedeira utilizando marcadores fluorescentes

 

UFLA indica medidas preventivas contra incêndios

O longo período de estiagem e a baixa umidade relativa do ar desencadeiam grandes problemas como o aumento de focos de incêndio em sistemas agrícolas e naturais e compromete a saúde humana, causando sérios problemas respiratórios.

 

Pensando nisso, a UFLA, por meio da PROPLAG, estruturou em 2008 um sistema completo de prevenção e combate a Incêndios, que inclui ação educativa, criação e treinamento constante de uma brigada de incêndios e aquisição de equipamentos e materiais para auxílio nestas tarefas.

 

A Brigada de Incêndios da UFLA, cuja coordenação conta com o apoio do Professor José Aldo Pereira do Departamento de Ciências Florestais é composta por 39 voluntários da comunidade universitária. Para apoio a estas e outras tarefas do projeto, foram adquiridos materiais e equipamentos e construídos mais de 30 km de aceiros sendo 13 km deles no entorno da Instituição.

 

De acordo com o Pró-Reitor de Planejamento e Gestão, professor José Roberto Soares Scolforo, essa ação tem logrado pleno êxito e, diferentemente do passado, não se iniciam mais os focos de incêndios no campus da UFLA. Mas, segundo ele, isso depende da ajuda de todos: “Contamos com o apoio de todos os chefes de departamentos e setores; coordenadores de Graduação e de Pós-Graduação; líderes de grupos de pesquisas, enfim, de todos de nossa comunidade no sentido de nos auxiliar nessa ação de prevenção. Com base na Lei Nº 4771, Capítulo III do Código Florestal, que trata do uso do fogo e da suspensão de queimas controladas, solicitamos que todas as atividades de queimas controladas no Campus da UFLA (pastos e ou resíduos agrícolas, dentre outros) sejam evitados/suspensos, até que as condições climáticas (temperatura, chuva e umidade relativa do ar) retornem a índices adequados”, disse.