Amigos da Ufla

O Programa amigos da Ufla pretende identificar e arregimentar toda a comunidade Uflaniana, aqueles em atuação, os servidores aposentados, alunos, ex – alunos, aqueles que de uma forma ou de outra se importam e se dispõe a participar efetivamente da comunidade – para que através da descoberta e incentivo a uma sensação de pertencimento à Ufla, possa congregar em torno da instituição, fortalecendo- a e tornando-a mais ativa na sociedade.

Trata-se de um programa sem fins lucrativos. Proposto, coordenado e executado pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, Comunitários e Culturais (PRAECC), com interveniência da Fundação de Desenvolvimento Cientifico e Cultural (Fundec), na gestão financeira.

Mais informações: www.ufla.br/amigosdaufla – (35)3829-1132 ou e-mail: amigosdaufla@ufla.br

Preços agrícolas voltam a ter queda em setembro

O Departamento de Administração e Economia da Universidade Federal de Lavras (DAE/Ufla), com base no levantamento mensal dos índices de preços agrícolas, constatou perda de renda no campo em setembro. Neste mês, o Índice de Preços Recebidos (IPR) pela venda dos produtos agrícolas teve uma queda de 0,83%, enquanto o Índice de Preços Pagos (IPP) pelos insumos agropecuários aumentou 2,02%. Esses índices estimam, respectivamente, a variação da renda agrícola e o comportamento dos custos de produção do setor. Esta perda de renda no campo em setembro aconteceu após uma alta nos preços agrícolas em agosto, de 2,26%, revertendo quedas sucessivas desde fevereiro deste ano.

A pesquisa do DAE/Ufla faz o levantamento mensal de 42 produtos e 187 insumos agropecuários. Esses indicadores revelam que, em setembro, os custos para produzir, no setor agrícola, superaram, em média, os preços pagos ao produtor rural pela venda de seus principais produtos.

No mês de setembro, a queda da renda agrícola foi influenciada pelas cotações nos preços pagos pelos hortifrutigranjeiros (-2,83%), café (-2,89%) e leite fluido tipo C (-3,63%). No entanto, os preços pagos ao produtor, pelos grãos, tiveram uma recuperação em setembro, principalmente o feijão, 8,99% e o milho, 11,87%. A pesquisa também constatou uma recuperação no preço da carne pago ao pecuarista, tendo a arroba do boi gordo aumentado 6,12%; já para os suinocultores, o preço do suíno caiu 6,67% a arroba. Entre os hortifrutigranjeiros, as maiores quedas de preços, para os produtores, foram: tangerina(-50,0%), couve-flor (-26,15%), milho verde(-24,44%) e banana(-12,31%).

Com relação aos preços dos insumos agrícolas, as maiores altas, em setembro, ficaram nos segmentos dos herbicidas (17,7%), antibióticos (13,28%) e vermífugos (12,38%).

Alimentos puxam a inflação de setembro

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Universidade Federal de Lavras (Ufla) ficou em 0,52%, no mês de setembro. Em agosto, esse índice havia sido de 0,18%. Com essas variações de preços, a inflação medida pela Ufla, em 2006, está acumulada em 4,42%.

Entre os onze grupos que compõem o IPC da Ufla, a taxa de inflação de setembro ficou localizada na categoria alimentos, que teve alta, em média, de 2,37%. Os produtos in natura subiram 0,15%, os semi-elaborados ficaram mais caros 4,42% e os industrializados, alta de 1,39%. Na análise por itens, os maiores aumentos do mês ficaram com as carnes: a de frango aumentou 7,17%; a bovina, 5,16% e a carne suína, 4,5%. Entre os industrializados, as altas se concentraram no iogurte, 6,33%; no leite longa vida, 5,43%; no macarrão, 5,4% e no trigo, cujo aumento foi de 5,06%. No segmento dos produtos in natura, destacam-se os aumentos do quiabo (32,27%), do limão (34,44%) e do maracujá (11,25%).

De acordo com o prof. Ricardo Reis, coordenador da pesquisa, o setor de alimentos é o que mais pesa no orçamento das famílias e essas altas influenciaram significamente na inflação de setembro. De cada R$100,00 gastos, R$26,83 são com gêneros alimentícios. E afirma, ainda, que a taxa de inflação de setembro só não foi maior devido à queda nos preços da maioria dos grupos pesquisados: as bebidas caíram, em média, 0,83%; a categoria bens de consumo duráveis (eletrodomésticos, móveis e informática,variou -3,14%, as despesas com transporte tiveram queda de 0,72%; produtos de higiene pessoal, -0,18%; material de limpeza, -0,09%; vestuário, -0,08% e educação e saúde, variação negativa de 0,02%.

A pesquisa da Ufla não constatou variações na média dos preços que compõem os setores de serviços gerais (água, luz, telefone e gás de cozinha) e gastos com lazer e moradia.

O custo da cesta básica de alimentos, para uma família de quatro pessoas, teve uma variação de 1,93% em setembro, passando a custar R$238,89. Em agosto, seu valor era de R$234,35.